E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais
A felicidade é criativa e diversa, e nunca terá a mesma face para duas pessoas distintas.
Para cada um de nós felicidade é coisa diferente.
Sentir e saber tudo é estranho descrever o que se passa é complicado, há um tempo para cada momento, para tudo e muito tempo para nós.
O Bom do face q nos trás lembranças maravilhosas... Vc percebe o crescimento em cada detalhe... Mas, vou confessar q eu queria q ficasse sempre com jeitinho de 2 anos... Eles vão crescendo e suas prioridades vão sendo outras, vontades, desejos. Agora com quase 7 anos perceba q sua carinha não está tão a vontade para a foto kkkk, mas fez só para me deixar feliz. Acompanhando sempre de perto, pois se algum dia ele disser: "pai estou indo embora"... Eu vou dizer: "vai filho e leve com vc tudo aquilo q vivemos juntos". Te amo ainda é pouco.
Boa noite vida.
A POESIA DE CADA UM
Levantem-se, poetas!
Por que esconder tanta beleza
Lacrada em ignoradas escrituras?
Há um poeta em cada homem!
Poesia não é a linha escrita
As frases montadas
As palavras difíceis
O sentido oculto.
Poeta não é o escolhido
O culto
O esquisito
O admirado
O discutido.
Poesia não é a face voltada
Ao pobre
Ao rude
Ao oprimido;
É algo simples,
Universal!
Poesia é do operário
Do pedreiro
Do Lixeiro
Do marceneiro
Do agricultor!
Como é dos médicos
Dos advogados
Dos engenheiros
Dos psicólogos
Dos professores!
Nas mãos do culto
É nota afinada;
Nas mãos do rude
É nota dissonante,
Sem deixar de ser poesia!
Poesia é a oitava do maestro
O tinir de instrumento do ferreiro.
Está nos livros adornados a ouro
E no papel de embrulhar pão;
Na eloquência do orador
E na mudez do flagelado.
Poesia é a flor do jardim imperial
E a flor do túmulo sem nome;
Está nos teatros
E está nos campos;
É a chuva
O sol
O arco-íris;
É a lama
A escória
O temor!
Quanta poesia há
Num mendigo que olha pro céu!
COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.
IMPRESSÕES DA PRAÇA
Velha praça de imortal nome!
Encruzilhada de destinos
Que correm paralelos
Ou se entrecruzam
Em eventuais encontros.
Velha praça de imortal nome!
Onde os pássaros sufocam gorjeios
Ao alarido de veículos céleres;
Onde o trágico e o cômico se revezam
Aos olhos transfixos dos transeuntes.
Velha praça,
De novas emoções!
Em seu solo vicejam
Plantas e flores,
Pegadas e frases
Que Éolo mistura
Em algaravias
Que somente a brisa entende.
Os homens se esbarram,
Mas não se tocam;
Trocam ideias
Ou falam a si mesmos.
As árvores cumprem seus destinos:
Sombreiam, farfalham,
Tingem a paisagem cinza citadina
Com cores vivas;
Mantêm colóquios misteriosos
Entre si;
Brincam com anciões
Recostados em alvos brancos,
Derramando-lhes folhas soltas.
Velha praça de imortal nome!
Ao dia, é vida e burburinho;
À noite, é escura e melancólica;
É abrigo de aves gárrulas;
É repasto de pombos...
E de sonhadores!
Santos, Praça Rui Barbosa - 1980
COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.
Sei que não deveria pensar em você, mas a cada minuto do meu dia lá esta você em meus pensamentos. ..
Sei que deveria não ter me apaixonado por você, mas sim eu me apaixonei e passo o dia a esperar um sorriso teu, uma ligação, uma mensagem algum sinal de que você também pensa em mim.
Perdidas ontem, em algum lugar entre a aurora e o sol poente, duas horas douradas, cada uma feita de sessenta minutos cintilantes como diamantes. Nenhuma recompensa nos é dada, pois se foram para sempre
No Carnaval de São Paulo, a cada batida do surdo de primeira, no momento do desfile, corresponde uma bofetada, na hora da apuração.
As mulheres são cheias de mistérios
Cada uma tem um pensamento diferente
Algumas levam a vida muito a sério
Outras querem ter prazeres no momento
Garotas com suas belezas
Reparo cada detalhe
Verdadeiras princesas
São profundos os olhares
Meninas lindas e encantadoras
Moças charmosas
Belas fontes inspiradoras
Inteligentes e estudiosas
Dedico esta poesia a todas elas
Sou um poeta romântico
Gosto de vê-las desfilando na passarela
Aprecio os rostinhos de anjos.
Você é como um fruto,
Que amadurece a cada dia,
Mas é um fruto que corre para logo apodrecer,
Não há causas motivadas para o ato,
Não há quem colha este fruto antes de apodrecer,
Não apodrecerá o fruto,
Há quem diga que tal fruto é proibido,
Mas apenas é reflexão de mentes doentias,
Mas afinal, quem irá tirar o fruto antes de apodrecer?
Se cada árvore produz segundo sua espécie, o que esperar dos frutos do Amor, senão que durem para sempre.
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