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E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais

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Cada pessoa tem o próprio “deserto” para atravessar; a forma como cada um o atravessa, só Deus pode ensinar.⁠

Fardo invisível

A vida, lenta, vai despindo véus,
cada saber arranca uma cortina,
o riso simples se perde,
como a infância que nunca retorna.

Quem aprende a ver o fundo
já não se engana com as cores da superfície.
O ingênuo se alimenta de promessas,
mas o lúcido conhece o gosto amargo da verdade.

Não é que o mundo piore,
ele sempre foi o que é:
feito de enganos, de vaidades,
de silêncios disfarçados em canto.

É o olhar que se afia,
a alma que se abre,
e quanto mais se abre,
mais se fere no espinho da consciência.

Saber é carregar um fardo invisível:
multiplicar dores
na medida exata em que se desfazem
as frágeis ilusões do consolo.



Roberval Pedro Culpi

26/08/2025

Confesso que, em cada texto que escrevo, você está!

Em cada verso descrevo sonhos,

Ilusões de um coração apaixonado,

Que sonha em viver entre os seus braços.

⁠Matar é escravidão.

Sim, existe uma multiplicidade de formas de definir o matar, cada uma com suas nuances e características que pode ser expresso de diversas maneiras, dependendo do contexto, das pessoas envolvidas. Matar não tem uma definição específica. Varia de pessoa para pessoa.

Matar como Ação e uso:
Matar significa causar a morte a algo ou alguém, seja por ação direta ou por causa indireta.

Matar como defesa:
Matar pode ser visto como um processo de legítima defesa, uma jornada de realização de auto defesa. Em princípio, todos os direitos são suscetíveis de legítima defesa, tais como a vida, a liberdade, a integridade física, o patrimônio, a honra etc., bastando que esteja tutelado pela ordem jurídica.

"Cada mandamento é também uma corrente"

Pressinto o nosso amor nos versos românticos que selaram nossas vidas. Cada palavra escrita carrega o eco dos nossos sorrisos, e cada rima desenha o contorno dos nossos abraços. Somos poesia viva, entrelaçados nas estrofes do destino, onde o tempo apenas confirma o que o coração já sabia.

Riem do guerreiro que treina com espada de madeira, sem notar que cada golpe errado é um ensaio para a vitória.
Quem não entende o peso da preparação, sempre vai confundir disciplina com delírio.
Mas o tempo é paciente — e um dia o aprendiz se torna lenda.

De você, há traços em cada canto
das terras por onde vivi.
Mas saiba — igual a ti,
nunca vi: radiante, esplêndida, marcante.

⁠A vida nos desafia a cada momento,
Então viva com intensidade a cada momento da vida.

Cada conversa que tenho planta sementes que florescerão em décadas que ainda não nasceram

“Por muito tempo achei que tudo havia sido esquecido, como se o tempo tivesse apagado cada detalhe. Mas basta um instante, um sinal mínimo, e aquilo que parecia morto desperta.

Como um fósforo que acende em silêncio e pode incendiar uma floresta. Existem verdades que não se escondem para sempre, e quando surgem, não há como contê-las. Universos inteiros, erguidos sobre ilusões, desmoronam em segundos. A mentira até anda por um tempo, mas nunca chega longe.

E quando a segunda versão da história aparece, os olhos se abrem, e o mundo de alguém… simplesmente cai.”

Há uma beleza escondida no coração de cada pessoa que anseia por felicidade.

A vida precisa ser bem vivida.

Para isso, é essencial buscarmos uma vida boa — mas cada pessoa tem seu próprio jeito de entender o que significa viver bem. São os gostos, as escolhas, os caminhos distintos que nos tornam únicos. Somos diferentes, pensamos de maneiras diversas, e é justamente por isso que a felicidade deve ser encontrada de acordo com a maneira que cada um entende estar feliz.

— Jorge Tolim

A lo largo.


Mirando o campo ao largo,
Mateia o rude peão.
Cada puxada do amargo,
Campeando com a solidão.


O tirador pendurado,
Mango, pelongo, xergão,
Freio, buçal e cabresto,
E o velho fogo de chão.


Nesses fins de invernada,
Onde até Deus esqueceu,
Mangueira, potro, a cuscada,
E a vida que lhe escolheu.


Pra esses tombos da lida
De tropa, doma, caseiro,
Peão, destino e ofício
Pra quem nasceu campeiro.


Mirou o tempo passado,
Mocidade se perdeu.
Ficou cuidando cavalos,
Campos que não eram seus.


Nesses lados de fronteira...
Versos, payada, acalantos,
Céu, estrelas e a lua,
Amadrinham pirilampos.


Donde o gaúcho mesmeia
Sonhos no seu velho catre,
Potros e quadras de campo
A cada virada de mate.


Quem nasceu ao largo,
Tal existência paisano,
Sem sobrenome, legenda,
Potro se fez orelhano.


E a descendência se finda,
Nem fez questão de passar.
Essa pobreza reinuna,
Nem freio faz sujeitar.


E assim, no mais solito,
Segue a taura vivência,
Por vezes qual um monarca
Que nasceu sem procedência.


Tendo a pampa por morada
E as cochilhas por sossego,
As encilhas como trono,
Enfurquilhado em pelego.


Nesses lados de fronteira...
Versos, payada, acalantos,
Céu, estrelas e a lua,
Amadrinham pirilampos.


Donde o gaúcho mesmeia
Sonhos no seu velho catre,
Potros e quadras de campo
A cada virada de mate.




Renato Jaguarão.

Mãe Gaúcha


Em cada rancho do pago
Um belo amor floresceu:
Mulher guerreira, gaúcha,
Presente que Deus nos deu.


Sempre com mate cevado
E o carinho no olhar,
Depois dos filhos criados
A saudade lhe faz chorar.


Nos braços do seu carinho
Ela ensina com saber,
Mostrando rumo e caminho
Pro filho não se perder.


Minha mãe querida,
Onde estiver,
A bênção de Deus,
Gaúcha mulher!


Que criou seus filhos
No rancho, no galpão,
Te levo pra sempre
Em meu coração.


De poncho, alma erguida,
Feita de campo e ternura,
Mãe gaúcha é luz da vida,
Bondade e formosura.


Não tem nada no mundo
Maior que seu valor:
Um abraço de mãe
É verdadeiro amor.


E quando ela nos deixa
A vida perde a razão,
Mas seu mate nunca esfria
Em nosso coração.


Minha mãe querida,
Onde estiver,
A bênção de Deus,
Gaúcha mulher!


Que criou seus filhos
No rancho, no galpão,
Te guardo, minha mãe,
Dentro do coração.




Renato Jaguarão.

O ATABAQUE

O toque do atabaque ensina,

e cada batida é memória que pulsa.

Educação quilombola é voz que não cala,

é roda que fortalece identidades,

ancestralidade que caminha viva

nos passos de quem aprende e de quem ensina.



Não é ensino que apaga,

mas fogo que resiste.

É legado que ecoa na terra,

na palavra, no gesto, no som.

Educar aqui é sobreviver,

é florescer no ontem e no amanhã.

Isso é Ubuntu.”

Olhe para tudo que parece acontecer com você, cada pequeno detelhe e pergunte-se: Qual é a lição nisso? O que tenho para aprender?

Cada mesa tem de respira segredos de quem domina o jogo da alta performance.


Os fracassos? São cirurgiões impiedosos da tua competência — mas só se tiveres coluna para aceitar que ainda não és quem pensavas ser. Existe uma linha invisível entre quem cura as próprias feridas e quem vive maquilhando-as. Essa linha chama-se rotina da excelência.


Alta performance não é hashtag para o Instagram — é código de vida que respiras em silêncio. E escuta bem: não falo apenas de escritórios e reuniões.


Para seres congruente com as exigências daqueles que te rodeiam, tens de dominar a arte da qualidade afetiva.


Relacionamentos exigem a mesma disciplina férrea que negócios. Disciplina constrói impérios.


Motivação? Evapora-se na primeira segunda-feira difícil.


A pergunta que importa: Qual é a rotina que defende a tua vida mesmo quando tudo desmorona?

Cada degrau da vida, é um convite para que o homem construa em si, o templo que jamais será destruído.

Valorize cada palavra de afeto que você recebe, pois a perda faz com que você perceba que ela era importante.