E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais

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É uma coisa estranha esse negócio de sermos humanos. Por que não abraçarmos nossa estranheza, em vez de tentar domá-la? Este é o caminho do excêntrico: viver profundamente sua irredutível natureza pessoal.

Revista Vida Simples
(Revista Vida Simples – Fevereiro, 2016)

De vez em quando minha mente tenta sabotar a minha alma, então o meu espírito declara guerra contra eles.

Certa vez conheci uma garota que sua personalidade era o máximo, mas sempre mostrava seu pior lado para os outros, perguntei a ela, por que você é assim? Ela respondeu que apenas quem conseguisse gostar do seu lado pior, merecia conhecer o seu melhor. Sorrimos e respondi, também sou assim, sem mascaras.

Todos têm uma criança dentro de si que deveriam trazer à tona de vez em quando, ela adora a simplicidade e admira o valor das pequena coisas, ela sabe mais que qualquer um como se pode enfrentar a vida sem colocar os olhos nos problemas, liberte a sua, deixe-a viver e aprenda com ela.

Alguma vez já parou pra pensar?
Enquanto você dorme Deus fica acordado?
E em qualquer circunstância ele está do seu lado?

Houve, uma vez, um rei que tinha uma filha extraordinariamente linda, mas tão soberba e orgulhosa que pretendente algum lhe parecia digno dela; repelia-os todos, um após outro e, ainda por cima, fazia troça deles.
Certo dia, o rei organizou uma grande festa e convidou, das regiões vizinhas e distantes, todos os homens que desejassem casar. Foram colocados todos em fila, de acordo com as próprias categorias e nobreza: primeiro os reis, depois os duques, os príncipes, os condes, os barões e, por fim, os simples fidalgos. Em seguida, fizeram a princesa passar em revista a fila dos candidatos mas ela criticou um por um, em todos encontrando defeitos; um era muito gordo: - Que pipa! - dizia; o outro muito comprido: - Comprido e fino não dá destino! - o terceiro era muito pequeno: - Gordo e baixo graça não acho; - o quarto era pálido: - A morte pálida! - O quinto multo corado: - Peru de roda: - o sexto não era muito direito: - lenha verde secada atrás do forno; - e assim por diante. Punha defeitos em todos mas, especialmente, visou e divertiu-se a troçar de um bom rei que estava na primeira fila, o qual tinha o queixo um tanto recurvo.
- Oh, - exclamou, rindo-se abertamente, - esse tem o queixo igual ao bico de um tordo.
E daí por diante, o pobre rei ficou com o apelido de Barba de Tordo. Mas o velho rei, ao ver a filha caçoar do próximo e desprezar todos os pretendentes lá reunidos, encolerizou-se violentamente; e jurou que a obrigaria a casar-se com o primeiro mendigo que aparecesse à sua porta.
Decorridos alguns dias, um músico-ambulante parou sob a janela, cantando para ganhar uma esmola. Ouvindo-o, o rei disse:
- Mandai-o entrar.
O músico-ambulante entrou, vestido de andrajos imundos; cantou na presença do rei e da filha e, quando terminou, pediu-lhes uma esmolinha. O rei disse-lhe:
- Tua canção agradou-me tanto que vou dar-te minha filha em casamento.
A princesa ficou horrorizada, mas o rei disse:
- Jurei que te daria ao primeiro mendigo que aparecesse e cumprirei meu juramento.
De nada valeram os protestos e as lágrimas. Foram chamar o padre e ela teve de casar-se com o musico. Depois do casamento, o rei disse-lhe:
- Não é lógico que a mulher de um mendigo fique morando no palácio real; portanto, deves seguir teu marido.
O mendigo saiu levando-a pela mão, e, assim, ela teve de caminhar a pé, ao lado dele. Chegaram a uma grande floresta e então ela perguntou:
- A quem pertence esta bela floresta?
Pertence ao rei Barba de Tordo;
Se o tivesses querido, pertenceria a ti.
Ah! como fui tola, meu bem,
Porque não quis ao Rei
Que a Barba de Tordo tem!
Depois atravessaram um belo prado verde jante e ela novamente perguntou:
- A quem pertence este belo prado?
Pertence ao rei Barba de Tordo;
Se o tivesses querido, pertenceria a ti.
Ah! como fui tola, meu bem,
Porque não quis ao Rei
Que a Barba de Tordo tem!
Mais tarde chegaram a uma grande cidade e ela perguntou mais uma vez:
- A quem pertence esta grande e bela cidade?
Pertence ao Rei Barba de Tordo;
Se o tivesses querido, pertenceria a ti.
Ah! como fui tola, meu bem,
Porque não quis ao Rei
Que a Barba de Tordo tem!

O músico-ambulante, então, disse:
- Não me agrada nada ouvir lamentares-te por não teres outro marido: achas que não sou digno de ti?
Finalmente chegaram a uma pobre casinha pequenina e ela disse:
- Ah! meu Deus. que casinha pequenina
A quem pertence a pobrezinha?
O músico respondeu:
- É a minha casa e a tua; aqui residiremos juntos.
A porta era tão baixa que, para entrar, a princesa teve de curvar-se.
- Onde estão os criados? - perguntou ela.
- Qual o que criados! - respondeu o mendigo; - o que há a fazer deves fazê-lo tu mesma. Acende logo o fogo e põe água a ferver para preparar a ceia! Eu estou muito cansado e quase morto de fome.
Mas a princesa não sabia acender o fogo, e nem serviço algum de cozinha, e o mendigo teve de ajudá-la se queria ter algo para comer. Tenho engolido a mísera comida, foram deitar-se; na manhã seguinte, logo cedo, ele tirou-a da cama para que arrumasse a casa. E assim viveram, pobre e honestamente, diversos dias até se consumir a provisão que tinham. Então, o marido disse:
- Mulher, não podemos continuar assim, comendo sem ganhar. Tu deves tecer cestos.
Saiu a cortar juncos e trouxe-os para casa; ela pôs- se a tecê-los, mas os juncos muito duros feriam-lhe as mãos delicadas.
- Vejo que isso não vai, - disse o homem, - é melhor que fies! Talvez consigas fazer algo.
Ela sentou-se e tentou fiar, mas o fio duro cortou-lhe logo os dedos finos até escorrer sangue.
- Vês, - disse o marido, - não sabes fazer coisa alguma; contigo fiz mau negócio. Vou tentar o comércio de panelas e potes de barro: tu poderás vendê-los no mercado.
"Ah! - pensou ela, - se vier ao mercado alguém do reino de meu pai e me vir sentada lá a vender panelas, como irá escarnecer de mim!"
Mas não tinha remédio, ela foi obrigada a ir, se não quisesse morrer de fome. Da primeira vez, tudo correu bem; porque era muito bonita, a gente que ia ao mercado comprava prazerosa a mercadoria e pagava o que exigia; muitos, aliás, davam-lhe o dinheiro e não levavam objeto algum. Com o lucro obtido, viveram até que se acabou, depois o homem adquiriu novo estoque de pratos; ela foi ao mercado, sentou-se num canto e expôs a mercadoria. De repente, porém, chegou desenfreadamente um soldado bêbado, atirando o cavalo no meio da louça e quebrando tudo em mil pedaços. Ela desatou a chorar e na sua aflição não sabia o que fazer.
- Ah, que será de mim! - exclamava entre lágrimas; - que dirá meu marido?
Correu para casa e contou-lhe o sucedido.
- Mas, quem é que vai sentar-se no canto do mercado com louça de barro! - disse ele. - Deixa de choro, pois já vi que não serves para nada. Por isso estive no castelo do nosso rei e perguntei se não precisavam de uma criada para a cozinha; prometeram-me aceitar-te; em troca terás a comida.
Assim a princesa tornou-se criada de cozinha; era obrigada a ajudar o cozinheiro e a fazer todo o trabalho mais rude. Em cada bolso, trazia uma panelinha para levar os restos de comida para casa e era com o que viviam.
Ora, deu-se o caso que iam celebrar as bodas do filho primogênito do rei; a pobre mulher subiu pela escadaria e foi até a porta do salão para ver o casamento. Quando se acenderam as luzes e foram introduzidos os convidados, um era mais bonito que o outro; em meio a tanto luxo e esplendor ela pensava, tristemente, no seu destino e amaldiçoava a soberba e a arrogância que a haviam humilhado e lançado naquela miséria.
De quando em quando os criados atiravam-lhe alguma migalha daqueles acepipes que iam levando de um lado para outro, e cujo perfume chegava às suas narinas; ela apanhava-as, guardava-as nas panelinhas a fim de levá-las para casa. De repente, entrou o príncipe, todo vestido de seda e veludo, com lindas cadeias de ouro em volta do pescoço. Quando viu a linda mulher aí parada na porta, pegou-lhe a mão querendo dançar com ela; mas ela recusou espantada, pois reconhecera nele o rei Barba de Tordo, o pretendente que havia repelido e escarnecido. Mas sua recusa foi inútil, ele atraiu-a para dentro da sala; nisso rompeu-se o cordel que prendia os bolsos e caíram todas as panelinhas, esparramando- se a sopa e os restos de comida pelo chão. A vista disso, caíram todos na gargalhada, zombando dela; ela sentiu tal vergonha que desejou estar a mil léguas de distância. Saiu correndo para a porta, tentando fugir daí, mas um homem alcançou-a na escadaria e fê-la voltar, novamente, para a sala. Ela olhou para ele e viu que era sempre o rei Barba de Tordo, o qual, gentilmente, lhe disse:
- Nada temas, eu e o músico-ambulante que morava contigo no pequeno casebre, somos a mesma pessoa.
Por amor a ti disfarcei-me assim, e sou, também, o soldado que quebrou a tua louça. Tudo isto sucedeu com o fim de dobrar o teu orgulho e punir a arrogância com que me desprezaste.
Chorando, amargamente, ela disse:
- Eu fui injusta e má, portanto não sou digna de ser sua esposa.
Mas ele respondeu:
- Consola-te, os maus dias já acabaram; agora vamos celebrar as nossas núpcias!
Vieram, então, as camareiras e vestiram-na com os mais preciosos trajes; depois chegou o pai com toda a corte, a fim de apresentar-lhe congratulações pelo casamento com o rei Barba de Tordo e, só então, começou a verdadeira festa.
- Ah! como gostaria de ter estado lá contigo nessas bodas!

Vez por outra, vem a vida e nos faz refletir sobre o quanto somos pequenos. Num dia, está tudo bem; no outro, nem tanto assim... E o mundo segue debochando de todos os manuais de felicidade que nós já inventamos na tentativa frustrada de estarmos sempre com um sorriso no rosto. Porque a verdade é que, quando menos esperamos (e é isso que dói: a falta de aviso prévio), muita coisa fica pelo avesso. A gente se desespera mesmo, e o sorriso, antes nunca em falta, começa a entrar em recessão sem nos dar segundas chances de estampá-lo novamente. Será mesmo? Tenho vivenciado na pele essa coisa de ir do céu ao inferno. Se dói? Massacra! Olho para trás e sinto saudades do que foi. Olho para frente e me indago "como é que vai ser?". Mas aí respiro fundo e dou mais duas olhadelas rápidas: para o lado, e enxergo que talvez eu não tenha tudo o que quero (ainda), mas é quem eu tenho ao meu lado que faz toda a diferença no meu estado de espírito; e para dentro, e percebo que, no fim das contas, a minha alegria reside em mim, e a minha força também. Se a vida debocha de mim, por que eu não daria gargalhadas na cara dela? Contra tudo (e apesar de tudo), sou eu quem determino o meu tempo de sorrir. Se o que foi deixou saudade e o que ainda não veio traz insegurança, que mal tem? Mais vale quem anda comigo e, especialmente, o que eu decidi levar no meu coração...

Somos engraçados: Turquia em inglês é Turkey que por sua vez se traduzirmos se torna Peru que é outro país.

Por uma vez ou por outra, durante uma vida, ocorrem desafios às forças e aos limites da criatura humana... Nada de lamentos; O que conta mesmo são os momentos, em que verdadeiramente há o sorrir e o divertir; Viver é Hoje, Ontem já aconteceu, o Amanhã ainda não ocorreu, e o Hoje é Agora contigo e com Deus.

No Natal comemore e faça com bom ânimo, porque o Natal vem apenas uma vez por ano.

Natal, minha criança, é amor em ação. Toda vez que nós amamos, toda vez que nós damos, é Natal.

Quer o mundo sem máscaras, então da próxima vez não eleja Ratos

Quando alguém que você ama morre inesperadamente, você não o perde de uma só vez; você começa a perdê-lo aos bocados durante um longo tempo - na forma como o correio deixa de chegar, o seu cheiro desaparece da almofada e até das roupas no seu armário e nas gavetas.

John Irving
A Prayer for Owen Meany

E o que a gente quer mesmo
nessa vida...
É amar e ser amado
Vencer a tristeza que vez
em quando nos surpreende
Andar com Deus
E ser feliz .
Mais nada!

Ciência é a tentativa de unir discurso e realidade, harmonicamente. A arte, por sua vez, é a expressão da essência, que aproxima uma pessoa dela mesma

Nem sempre o sempre é pra sempre.


Entenda que nem sempre o sempre vai durar para sempre. Às vezes, o sempre vai durar só um instante. Só um instante de um beijo que talvez nunca mais beije você. Um instante de um abraço, que talvez nunca mais abrace você. Um instante de um olhar que talvez nunca mais cruze o seu. Um instante de um sorriso que talvez nunca mais ilumine o seu caminho. Um instante de uma companhia que talvez já tenha prazo para partir... Um instante que talvez dure uma semana, 1 ano ou uma vida inteira. O sempre é relativo, o que pra você pode durar para sempre, pra mim pode ser apenas um lapso de um tempo muito curto, de uma ocasião, de um acaso que por acaso aconteceu e não durou. Então não crie essa expectativa de que algo dura para sempre, quase sempre, nada dura pra sempre, relacionamentos que pareciam que iam durar acabam, às vezes até mesmo sem uma explicação, mas acabam. Faculdade termina, brincadeiras que tanto te faziam sorrir, perdem a graça, amizade esfria, longas conversas se estreitam, promessas se rompem, palavras caem no esquecimento, pessoas mudam, memórias se dispersam, paixões se rompem, pessoas chegam, pessoas se vão... E no final só o que prevalece sempre é o amor e as vezes nem prevalece intacto, prevalece ferido, prevalece magoado, prevalece desgastado... Mas prevalece! Isso não é uma regra e nem uma exceção é apenas um conselho: não crie expectativa no "para sempre" Enfim... no início de um tempo bom, tudo parece que vai ser para sempre, mas no final quase tudo deixa a gente. Então saiba lidar com os fins que a vida tanto te proporcionou e que tanto ainda vai te proporcionar. Guarde isso para sempre ou só por um instante.

Forte não é aquele que tenta uma vez, forte é aquele que tenta e não consegue mas mesmo assim continua insistindo.

"Minta p mim uma vez, vergonha p vc. Minta p mim duas vezes vergonha p mim".

A GATA E O CACHORRÃO!

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ERA UMA VEZ...

Um rapaz muito bem apessoado que disse:
-Amor pode deixar que não vou pôr o focinho na rua!

Ela respondeu:-Ah querido, também vou ficar por aqui quietinha, tomando um chá e vendo TV, não colocarei meu focinho na rua!

Ele indagou:-Mas querida, você não tem focinho, quem é o CACHORRÃO aqui sou eu!

Ela retrucou: -Tenho sim amor, sou uma GATA!"

Ele não gostando muito do rumo que a conversa estava tomando deu mais uma cutucada: -EU DETESTO GATOS! SÓ GOSTO DE CACHORROS!

Ela q não era nada boba respondeu brilhantemente:
-Não se preocupe meu amor, de hoje em diante eu fico com as minhas GATARADAS e você continue com as suas CACHORRADAS!


*Moral da história: "Que com ferro fere, com ferro será ferido."

Vez em vez, fico namorando suas fotos no espelho de sua alma, e assim tenho a plena certeza que estou tão vivo quanto minha lucidez.