E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais

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Hey mãe!
Eu já não esquento a cabeça
Durante muito tempo
Isso era só o que eu podia fazer
Mas, hey hey mãe!
Por mais que a gente cresça
Há sempre alguma coisa que a gente
Não consegue entender

VIAJAR NO MEU PEQUENO EU

Me encontro aqui, sentada a deambular entre meus ínfemes e míseros pensamentos... sem muito no que pensar
No meio de um nada e em minha constante e feliz melancolia.
Passam-se os anos eu mudo, reviro-me e me reencontro aqui num mar de contrastes...
Mil perguntas passam pela imensidão do meu cérebro, perguntas parvas de respostas concretas e desconjugáveis.
Mudam-se-me os nomes, permanecem-me os apelidos e meus contrastes, me perco em mim... morro em minhas atitudes e ressuscito em meus contrastes.
Outra vez, a mesma sensação... de novo a mesma dor da perda me consome.
o que falta em mim? o que a complicada simplicidade que me rodeia roubou de mim desta vez? Algures perdi algo que não consigo encontrar, mas onde se não sai daqui, encontro-me a séculos nesta mesma monotonia....
Ohhh!!! Agora entendo tudo... é essa monotonia que me consome, me rouba todo nada que consigo... não aguento mais isso!!!!
Mas espera aí!!!!! Que monotonia? Como sei eu que isso é monotonia se não conheço outro estado de vida se não essa latessencia em que me encontro?
ohh! Injusta de mim... condeno-me sempre a um mundinho de desesperos e futilidades úteis... apresso-me a julgar o modelo medíocre de vida numa linear constante.
Mas como posso eu querer ou ainda exigir de mim uma aderência a uma vida mais apreciável se é só esta a realidade que conheço... se minha fraca e fértil imaginação nunca viajou por outros campos se não a oscuridade da minha própria realidade?
Daí me ponho aqui sentada no meio a nada e uma vez mais viajo e percorro o interior do meu pequeno eu, numa corrida lenta e rotineira que não me cansa, e apesar de exausta me alegro com as tristezas que revivo.

Balada do Esplanada

Ontem à noite
Eu procurei
Ver se aprendia
Como é que se fazia
Uma balada
Antes de ir
Pro meu hotel.

É que este
Coração
Já se cansou
De viver só
E quer então
Morar contigo
No Esplanada.

Eu qu'ria
Poder
Encher
Este papel
De versos lindos
É tão distinto
Ser menestrel

No futuro
As gerações
Que passariam
Diriam
É o hotel
Do menestrel

Pra m'inspirar
Abro a janela
Como um jornal
Vou fazer
A balada
Do Esplanada
E ficar sendo
O menestrel
De meu hotel

Mas não há poesia
Num hotel
Mesmo sendo
'Splanada
Ou Grand-Hotel

Há poesia
Na dor
Na flor
No beija-flor
No elevador

Oswald de Andrade
ANDRADE, O. Obras completas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1972.

Se o nosso amor virou cinzas, foi porque eu mandei brasa.

⁠"Não, eu nunca gostei de você, eu apenas fingi que te amava igual você fez comigo"

Não sou especial, meus amigos é que fazem eu me sentir assim.

Eu sou o ódio, eu sou a tristeza, eu sou a vingança, eu sou tudo aquilo que as pessoas me fazem ser.

Eu não acredito no amor desde que ele seja na juventude pela falta de maturidade.
Eu acredito na troca de favores.
Você dá… você recebe
É isso é fato!
Acredito ainda que quando existe amor entre duas pessoas, umas delas lhes falta amor-próprio é que se sujeitam a horrores da parte do outro.
Homens em geral não espera uma parceira rica nem completa de atributos e nem se ela lava o prato que come, apenas seja ativa é companheira enquanto ele se carrega de lhe dar a proteção devida.
Mulheres em geral tem, sim, muita preferência por um homem de status é atributos é que ao longo da relação seja prestativo, cheios de expectativas.
Já ouvi muitos casos de mulheres que deixaram o boy porque não lhe ajudava em nada.
Mas também tem os casos dos que ajudaram é também foram trocados.
O seguinte é…
Quem tem mais a oferecer na relação?
Você já se perguntou oque tem a oferecer ao seu namorado?
Ta ruim, tá chato o que você tem a oferecer? O que vem oferecendo?
Tá alimentando com o quê?
O que te faz especial?
Por que ele ainda não te trocou?
É muito difícil um homem larga o barco mesmo na tempestade, porque é o sentimento que o faz permanece querer continua para ver as coisas mudarem, homens em geral são conservadores.
Te falar uma grande verdade
Todo homem, todos... Só que uma mulher que não seja igual ao resto do mundo.

⁠Diferente do que eu queria, não voltei a ser quem eu era, mas para minha sorte, me tornei algo muito mais forte...

Com você, eu descobri que tentar não ser ingênua é a nossa maior ingenuidade, eu descobri que ser inteira não me dá medo porque ser inteira já é ser muito corajosa, eu descobri que valia a pena ficar horas te olhando sentada num sofá mesmo que o dia estivesse explodindo lá fora.

Tati Bernardi

Nota: Trecho da crônica "O Último".

Morrer de saudade é quando a saudade que morre, não você. Então, sem hipocrisias, eu vou sentir muita saudade, uma bonita saudade, uma doída saudade, mas não vou morrer dela, porque ela também nunca vai se acabar.

Na boca das recalcadas eu viro celebridade .

Ah, quer saber? Eu desisto de você. Desisto de tentar te levar pela mão, de insistir em te fazer algum agrado, de buscar um sorriso para seu rosto triste, de querer afogar seus medos em vão. Não dá mais, não tem como amar alguém que não quer ser amado, que não se permite, que não se abre.

E eu também já me suicidei.
Não é pela vida, mas para acabar com a dor. E foi assim que já me suicidei, inúmeras vezes, por inúmeras dores. Suicidei aquele amor que me fazia mal naquele instante, mas que depois não havia mais como revivê-lo. Suicidei-me por medo por não abrir aquela porta, por angústia de ser tão difícil realizar aquele sonho, pelo sorriso que não dei, pela mão que não estendi, suicidei-me aos poucos. A dor desaparecia, mas com ela pedaços da minha história. O medo crescia e com ele o momento de me reerguer, momento de renascer, momento de parar e enfrentar, sabia, era inevitável. Suicidei-me enquanto fugia dos problemas, enquanto empurra os problemas para o amanhã. Suicidei-me toda vez que desistia de um sonho, de um desejo, suicidei-me quando desisti do amor. Mas há sempre um novo dia para provar que a dor passa, que o medo acaba, que os erros você corrige e que suicidar-se não é a única opção e nesse novo dia você nasce mais forte. E como o sol todos os dias supera a noite, você aprende a se superar. A vencer o seu próprio medo, a parar de recuar e, finalmente, avançar. Enfrente, mas sempre em frente. Vivendo por você, pelo seu sorriso, pelo que você ama, vivendo pelo que realmente importa: ser feliz. Suicide-se, mas para renascer mais forte, mais focado, mais determinado, para, enfim, viver a vida que sempre quis viver.

Essa noite, eu gritei tudo que estava preso dentro de mim, sinto-me vazio como nunca, e para preencher esse vazio me enchi de vodka com cerveja até estar completamente entorpecido e não sentir o meu corpo, porque com o álcool eu me sinto preenchido.

Deixei de acreditar no seu boa noite, tenha bons sonhos. Eu passei a ter noites ótimas, fazendo as pessoas sonharem comigo.

Sinto,por onde quer que ande o teu
Perfume...
Lembro,onde quer que eu olhe a cor de teus olhos...
Desejo,sempre que posso o sabor do teu beijo...
Ah...bela moça és a razão de todas as minhas noites em claro,das manhãs simples e cheias de paixão...
Você é simplesmente as estrelas e as estrofes...
Que componho com meu violão.

Eu não estou ensinando técnicas marciais, estou ensinando a não violência.

Eu amo ele, Lindo, maravilhoso, me deixa nas nuvens, poderosa, e quando estou com ele me sinto uma Diva...
#Meu sapato claro, pensou que fosse homem neh?
Quanto a esse já estou vacinada.

Eu só queria dizer que estas serão minhas últimas apresentações em Londres. Será o ato final. (sobre a temporada de shows que faria na O2 Arena)