E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais

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Toda vez que vejo os impactos das atitudes dos SAPIENS na natureza, lembro-me da fala do Agente Smith no Matrix: "Eu gostaria de te contar uma revelação que eu tive durante o meu tempo aqui. Ela me ocorreu quando eu tentei classificar sua espécie e me dei conta de que vocês não são mamíferos. Todos os mamíferos do planeta instintivamente entram em equilíbrio com o meio ambiente. Mas os humanos não. Vocês vão para uma área e se multiplicam e se multiplicam, até que todos os recursos naturais sejam consumidos. A única forma de sobreviverem é indo para uma outra área. Há um outro organismo neste planeta que segue o mesmo padrão. Você sabe qual é? Um vírus. Os seres humanos são uma doença. Um câncer neste planeta. Vocês são uma praga. E nós somos a cura."...

Não se preocupe. Você se sairá melhor da próxima vez... depois de uns anos de treino intensivo.

A internet revolucionou, mas a melhor conexão ainda é o abraço. Quando foi a última vez que abraçou alguém?

Faça o bem mitigado e o mal todo de uma vez.

O Poeta é eterno! Sua palavra permanece
e ele renasce toda vez que novos olhos
percorrem sua obra. Muitas vezes, suas
palavras ficam arquivadas em nossa memória
e em nossos corações. (Verluci Almeida)

Me disseram uma vez
que morrer não é opção;
Tenho a impressão
de que viver
também não é.

O problema é que muita gente prefere partir logo para o desaforo em vez de buscar o conhecimento das situações que se passam ao seu redor.

Acho que perdi a disposição pra ficar triste, mesmo que apenas de vez em quando. Também para pagar o preço por felicidades emprestadas, aquelas que, durante algumas horas levam às nuvens, mas, a qualquer instante, fazem desmoronar nosso ânimo e nos depositam na morada de Hades. Metaforicamente, claro. O tempo passou pro meu coraçãozinho e ele ficou comodista, não tem mais encanto por flechas de cupido, ao contrário, foge delas com medo da picada. Uma hemorragia a essa altura da vida pode ser fatal.

Não quero mais arrebatamentos, ansiedade se o amado não vem, insegurança se ele silencia por alguma razão. Não quero mais borboletas no estômago, a náusea da emoção desordenada; nem ficar alheia olhando o céu, quando o sinal já abriu e as buzinas nervosas dos carros azucrinam. Não, não quero mais esse estado de graça que, ao menor temporal, nos deixa em petição de miséria existencial.

Não quero mais arrastar correntes ou vagar pelo deserto quando houver desentendimento. Nada de comportar-me com subserviência diante de grosserias e descasos. Não desejo cobrar ou exigir o que quer que seja; o que vier terá de vir naturalmente como deve ser. Abro mão de dançar na chuva em pleno verão, desisto das constelações que poderia ganhar e do céu que sempre me prometeram mas nunca me deram. Desisto da insana sensação de amar para sempre, da ilusão de que existe eternidade... é tão breve o apogeu nas nuvens e tão dolorosa a queda! Quero mais não!

Quero somente ter motivos para manter o sorriso, quero a transparência nos gestos e a verdade com suas botas de couro. Chega de pantufas de lã que não preparam os pés para o chão áspero. Quero a embriaguez do vinho e os olhos fechados para as viagens mais longas; quero a certeza de que tenho os pés fixos à terra, por isso não vou cair a qualquer momento. Chega de vertiginosas derrapagens. O máximo que suporto é um inevitável tropeço.

No balanço da história vivida, virei muitas páginas, rasguei outras tantas e recomecei um novo enredo. A cabeça acima do coração, como Deus fez. A alma protegida das tempestades e o corpo sempre pronto pra não ser apenas mais um corpo, porque não pode morrer a poesia; não quero perder a vontade de acordar todas as manhãs, nem a sensação de que a vida pode recomeçar a cada dia.

Não acredito mais no pote de ouro no final do arco-íris nem em fadas que transformam abóboras em carruagens. Acredito apenas no que os meus olhos alcançam e as minhas mãos podem tocar. Amor platônico só é bonito na literatura... Na vida, o bom mesmo é a realidade, ainda que com suas cores gris atravessando o azul!

“Não sabemos de nada até que chegue a nossa vez. A gente não sabe do que o nosso amor é capaz, o que a nossa natureza nos reserva, o poder da nossa desobediência ou subordinação. A gente não pode prever nossa reação diante do susto, da paixão, da fome, do medo. Podemos vir a ser uma grata surpresa.”

buscando um novo rumo, sem fazer resumo não me acostumo, de vez enquando sumo,pra ver se acerto, sozinho no deserto

O verdadeiro LIDER é aquele que uma vez lancado aos Lobos por seus oponentes,
Volta tempos depois como LIDER da Matilha de lobos calando seus oponentes.

Aqui na minha mente
Você sabe que pode encontrar
Algo que você
Uma vez pensou que conhecia

Só os perdedores é que precisam ganhar, uma vez que precisar ganhar implica que o indivíduo não poder ser feliz a menos que derrote alguém. Se não puder ser feliz sem derrotar outra pessoa, você está sendo controlado por essa pessoa, o que o transforma no perdedor final, uma vez que indivíduos controlados por outros são, psicologicamente, escravos.

A vida é bem assim mesmo, ela nos assusta vez em quando, ela também nos surpreende, ela também nos silencia, ela também nos ensina. O coração da gente que é despreparado pra tantas mudanças, mas nada como o tempo pra nos direcionar ao que é certo, nada como Deus a nos instruir em direção ao que realmente é nosso. Paciência é o segredo pra que tudo se ajeite....

Cecilia sfalsin

O namoro pode ter acabado, mas a amizade não. Talvez a amizade possa virar amor outra vez.

Um passo adiante na convalescença: e o espírito livre se aproxima outra vez da vida, lentamente sem dúvida, quase recalcitrante, quase desconfiado. Fica outra vez mais quente ao seu redor, mais amarelo, por assim dizer; sentimento e simpatia adquirem profundeza, brisas de degelo de toda espécie passam por sobre ele. Quase se sente como se somente agora seus olhos se abrissem para o perto. Está admirado e se senta quieto: onde estava? Essas coisas próximas e muito próximas: como lhe parecem mudadas! Que plumagem e feitiço adquiriram nesse meio-tempo! Ele olha com gratidão para trás - grato a sua andança, a sua dureza e estranhamento de si, a seu olhar à distância e a seu voo de pássaro em frias altitudes. Que bom que ele não permaneceu, como alguém delicado, embotado, que fica em seu canto, sempre "em casa", sempre "junto de si"! Ele estava fora de si: não há dúvida nenhuma. Somente agora vê a si mesmo - e que surpresas encontra nisso! Que arrepio nunca provado! Que felicidade ainda no cansaço, na velha doença, na recaída do convalescente! Como lhe agrada sentar-se quieto sofrendo, urdir paciência, estar deitado ao sol! Quem entende igual a ele, de felicidade de inverno, de manchas de sol sobre o muro! São os animais mais gratos do mundo, e também os mais humildes, estes convalescentes e lagartos semi-voltados outra vez à vida: - há entre eles os que não deixam partir nenhum dia sem pedrar-lhe um pequeno hino de louvor na orla do manto que se afasta. E, falando sério: há uma cura radical contra todo pessimismo (o câncer dos velhos idealistas e heróis da mentira, como é sabido -), no modo de esses espíritos livres ficarem doentes, por um tempo permanecerem doentes e então, ainda mais longamente, mais longamente ainda, ficarem sadios, quero dizer, "mais sadios". Há sabedoria nisso, sabedoria de vida, em receitar-se a saúde mesma somente em pequenas doses.

E daqui pra frente, só vai melhorar!!!
Insista, persista, tente novamente, tente pela primeira vez, faça diferente!!!

Se você tentou e não conseguiu, tente de novo... se não conseguir pela segunda vez, desista. Não adianta bancar o idiota por causa disso.

Vai parecer durona, vez em quando. Mas é menininha, vai por mim. Faça carinho na bochecha. Ela não irá resistir.

Amar é como ver pela primeira vez a praia,a vista é linda, mas se não tomar cuidado oferece muitos riscos.