Durma bem meu Anjo

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Sou meu próprio lar, e aqui a solidão não cria raízes.

Esquecer você não é apagar o passado, é dar uma chance ao meu futuro.

Amo meu irmão justamente por causa dos defeitos dele, porque eu nunca quis ter alguém perfeito do meu lado, e sim alguém que, mesmo com todas as diferenças, saiba me fazer sorrir.

"Te dou meu coração... queria dar o mundo"
Expressa um amor tão grande que o coração não basta – há uma vontade incondicional de oferecer tudo o que há de melhor, como se o universo inteiro fosse pouco para demonstrar o quanto a pessoa é valiosa. É a entrega total, onde o sentimento ultrapassa os limites do material.

"Só me dará prazer, se viajar comigo, até nascer o sol"
O prazer da vida só faz sentido quando compartilhado com quem amamos. A jornada é mais importante que o destino: mesmo nas noites mais longas, caminhar lado a lado até o amanhecer simboliza esperança, companheirismo e a alegria de construir momentos juntos.

"SEGUINDO NO TREM AZUL"
O "trem azul" é uma imagem poética de uma jornada que pode ser tanto real quanto metafórica – talvez um caminho de sonhos, liberdade ou um futuro que ambos constroem. O azul remete à profundidade dos sentimentos, à calma e à vastidão do que está por vir, enquanto seguir juntos representa a decisão de enfrentar tudo lado a lado.



Em suma, o texto fala de um amor que oferece o impossível, encontra sentido na companhia e embarca numa jornada de esperança rumo ao novo.

O barulho do mundo lá fora só faz o meu vazio gritar mais alto.

Meu maior pavor não é a morte biológica, mas a morte sensorial: tornar-me um autômato que executa rotinas sem habitar a própria alma.

Meu maior receio é a domesticação da dor, o dia em que eu parar de estranhá-la e passar a chamá-la de rotina.

Cercado por um mar de gente, mas naufragando no meu próprio silêncio.

Mil conexões no Wi-Fi, nenhuma que alcance o meu coração.

Pau de Sebo


A minha vó lia cartas via o meu e o seu destino
Mas ela gostava mesmo era da Festa do Divino (bis)


Eu sou daqueles menino nem ligeiro nem ladino
Mas quando chegava maio lá na Festa do Divino
Subia no Pau de Sebo mais veloz que Severino
Subia no Pau de Sebo mais veloz que Severino
Mais veloz que Severino no Pau de Sebo subino


Minha vó ficava brava desce desse pau menino
Mas eu de olho no prêmio continuava subino
A minha vó ficava brava desse desse pau menino
Mas eu de olho no prêmio continuava subino


Eu sou aquele menino subino no Pau de Sebo
Lá na Festa do Divino
Eu sou aquele menino no Pau de Sebo subino
Lá na Festa do Divono

Lá de cima eu jogava os doces pá mulecada
Mas o prêmio em dinheiro no meu bolso colocava (bis)


Refrão...eu sou aquele menino...

Olhe só você tá veno o Pau de Sebo o prêmio
E o menino nele subino
Olhe só você tá veno o menino no Pau de Sebo
E os seus olhos estão sorrindo

Interesse


Meu interesse é viver uma paixão. Menina
Meu interesse é viver um grande amor. Menino


Meu interesse é muito raro não me desanima
É a paixão que dura um dia inteiro e a tarde termina
Meu interesse é longe distante de qualquer caminho
É o lenço que foge das lágrimas e chora sozinho


Meu interesse é viver uma paixão. Menina
Meu interesse é viver um grande amor. Menino


Meu interesse é um subir pra baixo descendo pra cima
É o punho girando o pandeiro dessa minha sina
Meu interesse não soma valor nem é levado em conta
É o sorriso no rosto menino depois que apronta
Meu interesse é entrar de cabeça na paixão menina
Não está escrito no bilhete aonde ela termina
Meu interesse é viajar na frente desse amor menino
Até que o samba alegre dessa vida chegue ao seu destino

Meu interesse é muito raro não me desanima


É a paixão que dura um dia inteiro e a tarde termina

Flor de Maracujá


Construi o meu castelo. Flutuante pelo ar
Não é grande mas é belo. O meu castelo a flutuar
Nos jardins do meu castelo. Só flor de maracujá
De beleza incomparável não me canso de regar


Todo castelo tem lendas. A do meu vou lhe contar
Não tem príncipe valente. Não tem a rainha má
E também não tem princesa dorminhoca para acordar


Mas vive no meu castelo um ser bizarro e bizonho
Escondido numa toca. O devorador de sonhos
Quem nunca ouviu falar. Desse bichinho malandro
Que só faz desanimar. Quem leva a vida sonhando


O devorador de sonhos. Está em todo lugar
Se fingindo de amigo. Querendo te derrubar
Esse bichinho bizonho adora atazanar
Dizendo que é impossivel seu sonho realizar


Mas dentro do meu castelo não deixo ele entrar
Escondido em sua toca ele vai ter que ficar
Pois no meu jardim cultivo a flor de maracujá

Descostume


Esse meu descostume
De viver longe do seu perfume
Dos seus cabelos encaracolados
Desse seu jeitinho engraçado


Esse meu descostume
Está acabando comigo
Me fazendo viver isolado
Escondido do sorriso
Nas linhas de um rosto fechado


Sei que fui um cara distraído
Não percebi o amor do meu lado
E hoje fui surpreendido
Com a felicidade desacostumado


Esse meu descostume
De não provar do seu beijo suave
De lado a lado com você deitado
Naquela paz alegre interminável


Esse meu descostume
Me fisgou nas malhas do desejo
E contido nessa armadilha
Quem era água agora sente sede

A vida me separou do que era meu

Eu comprei por que saía barato


Mas depois de analisar meu extrato


Percebi que não comprar saía mais barato

Trabalho com pets porque meu coração fala essa língua.

Trabalho com quem
não fala,
mas sente tudo.
Minhas mãos cuidam,
meu coração entende.
Entre patas e olhares,
faço do amor
meu trabalho.

Meu amor anda em silêncio,
tem bigodes,
olhos que entendem.
Eles dormem no meu colo
como se soubessem
que meu coração é casa.
Ser gateira
é amar quem escolhe ficar.

Silêncio


Meu peito aperta,
teu silêncio pesa.
O mundo segue,
mas você não fala comigo.
Fico aqui,
esperando teu olhar,
na saudade que não cabe.