Durma bem meu Anjo
Dizem que o bem sempre vence o mal. Logo, não deveríamos nos utilizar do mal, para combater, ele mesmo.
O mérito das pessoas não está em cultuar uma religião, e sim, partindo de uma crença, cultuar o bem.
Rejeitar o bem também é uma forma de praticar o mal. Tanto para si mesmo, quanto para quem está disposto a nos atribuir isso.
Ainda bem que juntamente dos sonhos, os pesadelos também existem. Porque é bem melhor ter um pesadelo e acordar numa realidade um pouco melhor, do que sonhar maravilhas e acordar numa realidade tosca.
Na academia, suas séries são proporcionais ao quanto você suporta, mas é bem melhor levantar pouco peso, muitas vezes; à colocar muito peso e não conseguir levantar (quase) nada. Assim também, são os esforços da vida.
Nós só nascemos no mundo quando praticamos o bem, entramos em coma quando nos ausentamos disso. Aos que nunca praticaram, não nasceram ainda, aos que praticaram o contrário, morreram mesmo antes de nascerem. Aos que estão no meio termo, não nasceram, nem morreram, apenas mantiveram-se inertes. E assim, como já disse Allan Kardec: cada um terá que dar conta da inutilidade voluntária de sua existência.
Pense muito bem antes de decidir algo, pois o arrependimento sempre será muito maior do que o tempo de escolha precedido.
A humildade é indissociável do bem. Não há nenhum homem que seja bom sem ao mesmo tempo ser humilde. A humildade é a base sólida da bondade.
Se tem uma forma que Deus se manifesta melhor é quando as pessoas te tratam bem. Quando as pessoas tratam as outras bem, com carinho, com respeito, elas manifestam Deus pra dentro e pra fora delas.
Não é porque as coisas estão todas bem na sua rua, no seu bairro, que no resto do mundo também estão.
