Dna

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Estilo é coisa de DNA

A música faz parte do meu DNA. Desde que me lembro, ela sempre feaz parte da minha vida

Como ser original se está no nosso DNA ser uma cópia?

“Não é apenas o DNA de seus ancestrais que estão em você, a coragem, alegria e dor também estão. Quando você desisti de lutar, você desonra seu povo que morreu lutando.”

Eu quero saber o nosso problema, se é o tipo sanguíneo ou o DNA
Meus amigos veem meu feed e se preocupam
E você, amor?

SEVENTEEN (K-pop)

Nota: Trecho da canção Darl+ing.

⁠DNA
O que corre em suas veias?
O que está dentro do seu corpo?
Será que em você corre sangue ou é apenas algo oco?
Não acreditar te afasta de viver.
Mas mesmo na incredulidade, Eu não abandono você.
Céu e Terra. O mar e o ar.
Tudo é um conjunto que Deus fez para te amar.
Aproveite, mas não rejeite.
Você veio para REINAR.
O que corre em suas veias é o Meu próprio DNA.

⁠DNA EM POESIA

A poesia é meu dna mais profundo...
um mundo particular e secular...
vivo “carregada” pela poesia...

Uma ponte a me (re)ligar a mim mesma...
a esmo me procuro...
sou caleidoscópio em espiral...
uma tal mania de me perder
dentro e fora de mim..

A busca é fulga... me escondo nas palavras...
entre o dito e o não dito...
repito: bendito todos os dias em que a poesia me
possui e intui...
Bendita a tal mania de dizer o “não dito”...
o proibido... poesia com libido pelo não dito...

... inventa ditos escondidos na profundeza
de palavras vazias... mentiras...
“De mentirinha” vou me fazendo
verdade dita e bendita...

⁠Vó Donana

A pele é nosso esboço mapa...
dna... cartografia em afagos...
Vamos fazer círculos mágicos em volta
das sombras que nos “assombram”.. .

Vamos “delicadamente” adocicar
tudo à nossa volta...

Vamos em “saltos” e voos
ser borboletas e carícias na alma do outro...
Vamos ser “sopros de luz”
no coração do irmão...
palavras algodão e palavras sedas a deslizar das nossas
bocas...
Sejamos “sorrisos” a acariciar em mel e céu...
na pontinha dos dedos... enredos iluminados...
Toque de levinho na alma... ama...
Emana... irmana... vó Donana...

⁠Somos e seremos uma pessoa única, cada um com seu DNA, cada um com sua fórmula mágica, e que encanta a todos que querem seu bem e estão ao seu redor, quanto aqueles que não querem e ficam incomodados.

Nós não enxergamos com os olhos e, além deles, somos enxergados pelo DNA.

O problema do Brasil não está nos políticos corruptos, está no DNA do cidadão brasileiro que já nasce desonesto!

Se quer saúde, olhe para o que está dentro do prato, não no seu DNA.

"O toque humano sobre a tela não move apenas pixels, mas libera fragmentos de DNA ao ar — memórias biológicas que se entrelaçam à luz digital. E é através da captura dessas partículas em filtros HEPA, seguida da extração, purificação e amplificação de eDNA por PCR, que o cientista pode sequenciar esses fragmentos genômicos suspensos, transformando o código individual da respiração em registro informacional da existência humana na atmosfera do invisível.”

Trago comigo parte do mundo, no meu DNA, muito mais do que a maioria das pessoas, trago energia, trago caos , trago incoerência, inconsistência, trago a paz, o amor, a sorte e a paixão
Trago o whisky, trago a sorte, trago a morte.
Trago o mistério e a resposta, a dúvida oculta, a pista e o norte
Trago a vida, trago o espelho, a coragem, a luxúria selvagem, trago o ventre e o fogo já dormente, "aburrido..."
E se te trago é uma dádiva, uma troca, um pouco de mim vai, um pouco de ti fica
Em um grito, um eco, um gemido




Trago comigo o mundo em pedaços,
cravado no sangue, bordado nos traços —
mais do que muitos, mais do que sei,
trago o que sou, e o que deixei.
Trago energia, trago o caos,
sou incoerência, sou vendaval.
Trago a paz que dorme em silêncio,
o amor febril, a sorte — o incêndio.
Trago o whisky queima-garganta,
trago a morte que nunca espanta.
Sou mistério e sou resposta,
sou a dúvida oculta, a pista, a rota.
Trago a vida em seu espelho,
a coragem, o desejo vermelho.
Luxúria em carne, ventre em brasas,
o fogo adormecido nas madrugadas.
“Aburrido...” — murmura o tempo,
mas sou um grito, um eco, um lamento.
E se te trago, é dádiva e troca:
um pouco de mim vai,
um pouco de ti, ainda me toca.
Trago tudo — e nada explico.
Sou o verbo antes do grito.

O design sem um DNA se torna refém das influências externas.

⁠Melindres não está no DNA humano, ao passar dos anos as pessoas trocaram a força natural que possuem, por lamentos choro decadência até a decomposição moral.

Nenhum dia é maior, melhor ou mais singular que o outro — assim como cada ser humano carrega um DNA único, mas compartilha a mesma essência.
Mesmo diante das aparentes confusões, a mente humana ainda não foi capaz de decifrar os segredos que o universo sussurra diante de nossos olhos.
A vida permanece envolta em mistérios profundos, e nenhum de nós detém o poder de dominar os enigmas que habitam o coração do cosmos...

O seu DNA pode ter desenhado o mapa, mas ele não segura o volante da sua vontade.

Nada nasce pronto, mas tudo nasce com uma promessa. A semente já carrega o DNA da árvore, mas precisa do tempo, da terra e da chuva para se tornar floresta. Assim somos nós: nossa essência é o ponto de partida, mas o nosso potencial é um convite diário ao movimento. Não somos um rascunho acabado, somos uma obra que se descobre enquanto se faz. Respeite o que você é, mas nunca pare de florescer o que você pode ser

Eu sinto o toque da Capoeira no meu coração, onde a raiz é profunda, ela está no meu DNA, isso é transportado na Ginga, sendo que se nasce e se reconhece.
Uma vez percebendo, nunca mais se quebra este vínculo.