Dizer eu te Amo e coisa seria
Satanás não tem poder para destruir propósitos santos, a não ser eu mesmo com vontade de não vê-los cumpridos e muito menos, cumpri-los na vida dos outros.
Em 2014 eu disse pela fé que o ano de 2015 será o ano de perseguição mundial contra os muçulmanos terroristas, porque Deus precisa salvar a muitos pela entrada e pregação do Evangelho.
Eu faço, tu fazes, Ele faz tudo o mais, desde que nós cumpramos a nossa parte em fazer a Sua vontade.
Eu me arrepio todo de alegria, quando alguém diz uma arbitrariedade espiritual, pois é dali que nasce uma oportunidade para a verdade ser manifestada como juiz da ignorância.
O Brasil está flertando com o abismo fiscal, dando mais importância ao pico do eu profissional, cultural e comercial do que ao degrau da humildade espiritual.
Eu descobri que os homens têm muitos barulhos na cabeça, porque não conseguem exercer o silêncio para ouvir a voz da Palavra de Deus.
Melhor do que ontem é o dia de hoje para pensar e fazer o máximo para que amanhã eu colha os frutos das minhas realizações.
Eu peco, tu pecas, ele peca, nós pecamos, vós pecais, eles pecam de qualquer jeito; só não peca aquele que fizer o bem todos os dias para ninguém ou a sua própria consciência lhe acuse de pecado algum.
E se eu for só fresta do infinito,
Luz que escapa, mesmo em grito aflito,
Me despeço do que nunca dito
E abraço o mundo no que acredito.
Equilibrista de Mim
Eu visto a pele da metamorfose,
Desfaço as tramas, refaço o meu cais.
Num gesto breve, dissolvo as hipnoses,
Sou cais de vento, sou riso fugaz.
Nos bolsos trago um punhado de estrelas,
E versos soltos, de cor e cetim.
Se o mundo pesa, eu aprendo a vencê-las,
Com asas feitas de sonho e de fim.
Vem, me acompanha no passo da sorte,
Que a vida é ciranda de se reinventar.
Se a dor me visita, eu danço mais forte,
Pra sombra entender que não vai me parar.
Tecendo rimas de pólen e aurora,
Transcendo os mapas que o medo traçou.
Se o peito sangra, eu canto sem demora,
Que até ferida se faz flor, se eu sou.
Na corda bamba da minha esperança,
Equilibrista de mim, sem final.
Entre o abismo e o sopro da criança,
Eu me refaço de forma vital.
Se for pra cair, que seja em poesia,
Se for pra sumir, que eu suma em canção.
O riso é remendo, é luz, é magia,
Que costura o mundo na palma da mão.
Vem, me acompanha no passo da sorte,
Que a vida é ciranda de se reinventar.
Se a dor me visita, eu danço mais forte,
Pra sombra entender que não vai me parar.
