Dizer eu te Amo e coisa seria

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Eu descobri que os demônios são formados em publicidade negra: eles vão na frente da gente para fazer propaganda do mal.

Inserida por HelgirGirodo

Quisera eu falar com os ateus, intelectuais da ciência e filósofos, conversando com eles sobre o futuro de suas almas ao deixarem o corpo na terra, voltando o espírito nas mãos de Deus.

Inserida por HelgirGirodo

Homens armados, treinados pelas técnicas de combate, seus corações se abrem desarmados , quando eu falo do poder do Deus vivo.

Inserida por HelgirGirodo

⁠Hoje eu senti a necessidade de escrever, de transbordar em palavras aquilo que sinto. Ontem, permiti-me vazar, escoar as emoções que estavam represadas. Recordei-me de Viviane Mosé, que em seus poemas presos nos lembra da importância de dar vazão aos sentimentos. E foi isso que fiz: deixei que eles fluíssem.

Encontrei duas amigas queridas, com quem compartilho um amor de 12 anos. Ambas trilharam caminhos distintos, mas agora se reencontram. Apesar das marcas do tempo e dos desafios enfrentados, o elo entre elas permaneceu. É fascinante perceber como a vida, com seus fluxos e refluxos, separa e une as pessoas, quase sempre com um propósito maior do que conseguimos entender. Talvez o destino as coloque juntas novamente para que uma seja o reflexo e a transbordação da outra, preenchendo os vazios que cada uma carrega.

Ao observá-las, senti-me atravessado por suas histórias e pela beleza contida no reencontro. A essência de cada uma continuava intacta, mas transformada pelas experiências vividas. Nesse encontro, enxerguei a potência do amor que resiste, que sobrevive às dores e floresce em formas inesperadas.

É difícil para mim escrever sobre isso. Desde que desci da estação, construí um escudo protetor contra as dores do amor. Ainda assim, não posso negar: a estação continua linda. Cada amanhecer me encontra em paz, leve, livre. Mas essa liberdade é paradoxal – enquanto posso ir e vir, sinto-me, por vezes, sem saber o que fazer com tamanha vastidão. Ainda assim, é uma sensação boa, reconfortante.

Ao reler o que escrevi sobre solidão, percebo agora que a solitude começa a tomar forma. Talvez a vida nos ensine, incessantemente, que estamos aqui para curar e sermos curados. Cada despedida e cada reencontro trazem consigo lições veladas. A partida da estação me fez perceber quais trens não quero mais tomar. E, apesar de ainda nutrir certa descrença no amor genuíno, descobri que sou capaz de amar.

Reconheço o amor que passou, ou talvez ainda passe, por minha vida. Ele foi lindo – e isso basta. Ontem, durante a parada na estação, reafirmei para mim mesmo que o amor, mesmo atravessado pela dor, é belo. A dor, passageira como é, tem a estranha capacidade de nos iluminar, de nos fazer compreender nosso lugar no mundo.

Quando o amor floresce, ainda que sob a penumbra do sofrimento, ele deixa de ser dor para se transformar em calmaria. É como se, em meio ao desequilíbrio do coração, uma paz silenciosa se instaurasse. Assim, compreendo que o amor é, antes de tudo, uma experiência humana sublime: é a transformação da dor em beleza, é o reconhecimento da nossa própria vulnerabilidade e grandeza.

E assim, como as amigas que se reencontram e se completam, percebo que cada história, cada encontro, cada despedida, desenha um ciclo que nos convida a viver plenamente. O amor é, no fim, o que nos une a nós mesmos e aos outros, transbordando para além do tempo e do espaço. E na estação da vida, onde chego e de onde parto, carrego comigo a certeza de que o amor, mesmo atravessado pela dor, continua sendo o ponto de encontro mais bonito.

Inserida por JorgeLimaLoiola

⁠Hoje eu acordei com saudade do "trem".
Mesmo a estação sendo bela, algo em mim clama por notícias do passageiro.
Será que está bem? Será que as paisagens que agora contempla são tão belas quanto as que um dia dividimos?

Me deu vontade de sentir de novo o abraço, o cheiro, de mergulhar no universo dos seus olhos.
Mas eu choro.
E dói.
Dá vontade de pegar o telefone, de buscar a voz que acalmava, mas não posso.

Na nossa última conversa, algo em mim se quebrou.
Houve um “ponto final” – literal e escrito (ponto final).
Ainda assim, eu não consigo guardar ódio.
Não consigo apagar o brilho do trem que passou por mim, mesmo que tenha partido. Foi lindo.
Foi uma viagem que me ensinou tanto sobre mim, sobre o amor, sobre a vida.
Como eu queria sentir aquele abraço mais uma vez, o carinho que parecia eterno.

Mas o medo me trava.
O medo de me aproximar e ser deixado novamente, despedaçado em pedaços tão pequenos que mal conseguirei recolher.
O medo de expor o que sinto e encontrar do outro lado um silêncio que fere mais do que mil palavras.

O que aconteceu entre nós é grande demais, complicado demais.
Parece que não temos volta.
Parece que esse trem nunca mais parará na estação onde eu estou, mesmo que eu fique esperando, mesmo que eu deseje tanto que o som dos trilhos ecoe novamente.

Eu sinto saudade.
Uma saudade que parece querer explodir meu peito.
Eu sinto sua falta.

Se um dia você ler isso, saiba:
Eu agradeço.
Agradeço por tudo o que fez por mim, por cada instante, por cada ensinamento.
Agradeço até por ter resistido tanto antes de desistir de nós.

E, apesar de tudo, eu não quero dizer adeus.
Eu digo: até breve.

Inserida por JorgeLimaLoiola

⁠Eu desci da estação. Não foi fácil, não foi leve, mas foi necessário. Deixei o trem seguir sem mim, e junto com ele, tudo o que não era mais meu, tudo o que me prendia e me fazia duvidar de quem eu realmente sou. Não preciso mais correr atrás de algo que nunca foi para mim. Não preciso fingir que estou bem, não preciso lutar para ser mais do que sou. E isso, de um jeito estranho, me traz paz.

Eu desci carregando cicatrizes que ainda ardem, mas são minhas. Eu as aceito. Não vou mentir: ainda dói. Despedir-se de algo que um dia fez parte de mim sempre vai doer, mas agora eu respiro. Pela primeira vez em tanto tempo, respiro sem sentir o peso esmagador no peito. Não preciso mais medir minhas palavras, não preciso mais pisar em ovos. Não estou curado, não estou inteiro, mas estou livre. E essa liberdade, por mais amarga que tenha sido a conquista, é minha.

Aqui fora, a estação parece imensa. Mas não me assusta mais. O trem que seguiu em frente me deixa para trás, e tudo bem. Eu não preciso continuar naquele caminho. Finalmente, eu estou no meu próprio. A dor ainda me acompanha, sim, mas ela não me define mais. Eu a sinto, mas ela não dita meus passos. O horizonte é vasto e desconhecido, mas ao invés de medo, sinto um leve alívio. Não preciso saber o que vem a seguir, só preciso seguir.

Agora posso ser quem eu sou, sem medo, sem forçar um sorriso, sem tentar me encaixar em algo que nunca coube em mim. E por mais que isso traga uma espécie de solidão, ela é mais confortável do que qualquer máscara que já usei. Eu não preciso ser mais do que sou. E isso, finalmente, me basta.

Inserida por JorgeLimaLoiola

⁠DEVANEIO DA PAIXÃO
A paixão qu’eu vou viver
É uma belíssima poesia!
Que sempre me protege
Muito além da flama fria!
É uma amainada alegria
Que afeiçoa meu querer;
É uma fogosidade vivida
Que faz o tempo reviver!
É o esplendoroso querer
Que retoma a primavera!
É uma vivente formosura
Mui próximo da quimera!
Ó desejo precioso e vão!
És céu do ébrio coração!
++++++++++++++++++++
Texto da obra Literária: NO DESERTO
ISBN: 978-65-86408-68-3

Inserida por freitasjuniorpoeta

⁠Eu tento viver o amor
E fujo de todo o mal
Ao saber que nesses dias
A medida é desigual
Por isso Deus me convida
A ser que nem luz e sal!

Inserida por freitasjuniorpoeta

⁠Sim.... Eu Mudei!
Mudei a cor que dá brilho aos meus olhos!
Empoderei de tudo que me enriquece!
Pra Vida! Pra Lida!! Pra Estima!!!

Inserida por pattriciafleurii

⁠Eu aceito Ser! Eu aceito Estar! Eu aceito Ficar ou Mudar!
E aceito ainda muito mais, o que eu me prontificar!

Inserida por pattriciafleurii

⁠"O medo da insignificância é que me deixa frustrada, mas eu vou vencer,
um dia de cada vez!"

Inserida por pattriciafleurii

⁠"Eu já te disse hoje que o universo sempre organiza um jeito para que as coisas cheguem até você? Faça a sua parte e confie!"

Inserida por pattriciafleurii

⁠"Eu sou o espelho, sou o reflexo daquilo que eu penso, falo e faço!"

Inserida por pattriciafleurii

⁠Por que eu gosto de escrever romances? Porque é através da escrita que consigo expor meus pensamentos, entender os fatos pontuais que leva qualquer mulher a sobressair ao mundo moderno e potencializar o jogo! Sim, um jogo entre diferentes formas de experenciar o que realmente queremos viver! E assim, elimino qualquer forma pré-conceituosa que ainda existe em pleno 2021. Muitas vezes choro enquanto escrevo, e me questiono o porquê tantas pessoas ainda são presas às imperfeições do outro, com certeza deve ser porque ainda está cheio de imperfeições, então é mais fácil julgar e vestir-se de perfeição ilusória..... Estamos todos em um processo evolutivo, e o jogo não é uma competição, mas sim, desafios para o autoconhecimento, liderança e posicionamento frente a Tríade que eleva nossa essência de Ser, Ter e Estar em melhores sintonias.

Inserida por pattriciafleurii

⁠Honestamente a tentativa é sempre válida e sinceramente eu tô a que o tempo todo.

Inserida por Daiane0Matos

⁠Talvez eu só seja interessante agora e não um pra sempre.

Inserida por Daiane0Matos

⁠Morrerei sem ouvir o que eu tanto esperava de você.

Inserida por Daiane0Matos

⁠Eu e você é tipo as fases da água,
o líquido e o sólido, se não tiver o ponto de ebulição,
o sólido afundara na imensidão do líquido.
Sem chances de volta pra superfície.

Inserida por Daiane0Matos

⁠Você estragou meu livro favorito,
aquele que eu resumia cada capítulo
para você.
Nem consigo abri-lo,
por saber que a post-it nele
destacado para você.

Inserida por Daiane0Matos

⁠Eu odeio saber que cada verso que faço é para você,
mas o que me resta são esses versos,
de sentimentos e prazer.
São eles que me fazem lembrar de você.

Inserida por Daiane0Matos