Discreto Amor

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Amor de Mãe

O amor de uma mãe nunca morre. Ele atravessa o tempo e sobrevive a todas as tempestades, rompe barreiras além da imaginação. O amor de mãe é eterno... é amor além da vida.

Um amigo verdadeiro é um presente de Deus,
Enche de amor e alegria os dias meus!
Nos momentos alegres muitas risadas e diversão,
Nos momentos difíceis, ele se torna meu irmão.

As borboletas no estômago viraram cinzas, a saudade virou orgulho, o beijo virou briga e o amor virou indiferença. Foi bom.

Desacreditar. Nem sempre é tão fácil confiar no amor, em carinhos, em abraços. Porque na verdade tudo um dia se vai, e se não vai, fica sem brilho, sem magia. Quando me tornei essa pessoa? Nem sempre fui assim, tão fria, tão triste, mas o tempo acabou comigo. Que cismas tempo? Porque insistes em me destruir, em me perseguir? Permita-me ser feliz sem destruir tudo que há de bom, sem alterar a ordem das coisas, sem me deixar assim… tão desalinhada.

Quero um amor Maior
Um amor maior que eu.

Aristófanes em conversa com Platão explicou o amor Eros.
Um ser com a mesma cabeça e dois rostos combateu deuses e foi punido por Zeus dividindo este criando homem e mulher a qual iriam ao mundo em busca de pares.
Não ligo para a mitologia e muito menos acredito, mas conseguimos observar definições humanas sobre temas comuns a nossa existência.
Amor
Ódio
Separação
Rancor
Felicidade
Certa vez alguém me disse que o sentimento de separação de um casamento era um luto.
Toda separação, ou Perda o fruto temporário é o Luto.
Luto é a dor de pensar e ser expectador do filme da sua vida,
A qual o pensamento traz o mesmo sentimento ou é potencializado pela perda gerando novas memórias.
O problema é quando você sempre é o expectador.
Pessoas e pessoas passam o resto da Vida sendo o expectador, reféns de memórias do Luto o qual se tornam dependentes químicas orgânicas (corpo produz).
Existe pessoas dependentes de Adrenalina (caçadores de Aventura ),dep endentes de cortisol (trabalho) e existem pessoa dependentes do sofrimento.
A separação da cabeça do ser na mitologia era para que fossem para o mundo em busca do complemento, mas sem levar o que foi separado.
O gerenciamento do cérebro humano administra tudo do mesmo jeito, o pensamento de Aristófanes é o mesmo de todos, mas contatada e exemplificada de maneira diferente.

Amor é que nem passarinho: Quando engaiolamos para de cantar, brilhar e perde a graça. Vida de amor é presença e ausência. Na medida certa.

Eu estava de pés descalços e foi assim que o verdadeiro amor me pegou.

Meu primeiro amor

Você até hoje é o ar que eu respiro
É o único sentimento que me fez sonhar
É o caminho que desejo um dia encontrar
É a chave da porta que ainda espero você chegar
Venha me contar o segredo de um verdadeiro amor
Me faça sentir teu perfume de flor
Você ainda é o amor gostoso de minhas noites
É minhas tardes de alegrias
É o passeio no parque, é o sol dos meus dias
Você é tudo em minha vida
É o descanso em meu sono
É a cura de minhas feridas.
Volte para meus braços, meu primeiro amor
Vivo sonhando com você, deixe tudo e vem
Pois não aprendi a amar outro alguém.

Não economize amor e carinho com a sua família. Esse é o segredo para que a comunhão se estabeleça na sua casa.

Se for amor, não importa a altura, a idade, o peso, a cor, as diferenças que existirem, porque quando o amor chega de verdade, quando ele é abençoado e preparado por Deus, ele acontece de dentro para fora e nasce do impossível, ele une duas almas, e elas deixam de ser um e passam a ser dois, pois amar é maravilhoso e ser amado renova o nosso amor . Viva com amor no coração e nos olhos, porque meus olhos só refletem amor pra você !!

Acreditamos no amor perfeitinho, mas o amor que mais mexe com a gente é o amor bandido. Aquele que te afasta por vezes de quem se ama e te judia! Aquele que é cheio de erros e falhas de ambos. Aquele intenso cheio de lembranças que não morrem. Que te faz odiar a pessoa por segundos e a ama-la pela vida inteira. Aquele amor que sempre faz a gente encontrar um motivo para estar junto novamente. Que faz a gente se perguntar por que não estamos com a pessoa amada se a amamos. Mas quando esse amor nos encontra é pra mostrar o que é amar! Faz sofrer, faz chorar, faz prometer nunca mais olhar ou falar com ela (e) e no mesmo segundo querer estar novamente naqueles braços. Magoa e quando usamos a razão na mesma hora decidimos não voltar atrás, mais aí o coração manda e a razão obedece! Eita amor bandido esse nosso. Tá na hora da gente prender ele pra sempre em nossos corações, deixar o tempo curar as feridas e não perder mais tempo, porque te amo e você me ama, te quero e você me quer e já não consigo disfarçar! Sei, os outros vão falar que é loucura mas é preciso ser louco para viver de verdade e quando estamos juntos o mundo é você e eu, meu amor!

OS CRÍTICOS DE QUEM SÓ DESEJA VIVER E SER AMOR.
Há uma antiga tensão antropológica entre o impulso à autenticidade e a necessidade social de normatização. Sempre que um indivíduo decide viver segundo a ética do amor, sem artifícios de dominação ou jogos de poder, ele torna-se um ponto de ruptura dentro da lógica competitiva que rege muitos ambientes humanos.
A história confirma esse padrão. Quando Jesus de Nazaré proclamou a primazia do amor sobre a lei, conforme registrado nos Evangelhos do Novo Testamento, foi incompreendido pelos legalistas de seu tempo. A mensagem era simples, porém revolucionária. Amar acima de tudo e ao próximo como a si mesmo. Não se tratava de sentimentalismo, mas de uma ética estrutural, capaz de reorganizar a sociedade.
De modo semelhante, Allan Kardec, em "O Evangelho segundo o Espiritismo" de 1864, define a caridade como benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão das ofensas. Essa tríade moral é profundamente exigente. Não é frágil. Exige maturidade psíquica e domínio das próprias paixões.
O crítico, contudo, muitas vezes reage por mecanismos psicológicos de projeção. Ao deparar-se com alguém que escolhe amar em vez de competir, que prefere a serenidade ao conflito, sente-se confrontado com sua própria inquietação interna. O amor genuíno funciona como espelho moral. Ele desnuda as carências ocultas e as agressividades não resolvidas.
Na psicologia profunda, esse fenômeno pode ser compreendido como resistência do ego às experiências que ameaçam sua estrutura defensiva. O amor autêntico dissolve fronteiras rígidas. Ele não se submete facilmente à lógica da disputa. Por isso incomoda. Ele revela que é possível viver sem a hostilidade como método.
Sob o prisma sociológico, a crítica também decorre do temor ao diferente. Quem vive segundo princípios éticos elevados subverte padrões implícitos de comportamento. Não participa de jogos de manipulação. Não responde à violência com violência. Não se alimenta da maledicência coletiva. Tal postura desestabiliza pactos silenciosos que sustentam ambientes medíocres.
Viver e ser amor não significa ingenuidade. Significa disciplina interior. Significa escolha consciente. Significa recusar-se a reproduzir a brutalidade emocional do mundo.
Os críticos continuarão a existir. Sempre existiram. A história humana é marcada por essa tensão entre luz e sombra. Contudo, a integridade daquele que ama não depende da aprovação externa. Depende da coerência entre consciência e ação.
Quem escolhe o amor como princípio estruturante da existência não está fugindo da realidade. Está reformulando-a desde dentro.
E ao persistir nessa escolha silenciosa, transforma-se no testemunho vivo de que a grandeza moral não grita, apenas permanece.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro

O amor não é algo onipotente e ninguém é falso por deixa de amar outra pessoa.

O amor é igual a um passarinho, cuide-o bem e deixe-o livre que jamais ele irá embora.

Boa noite

“Boa noite, meu amor!”
Apenas assim,
“Até logo, amor...”
Como espero que sim.
Poucas palavras,
Que muito significam para mim.
“Saudade”
Apenas uma mensagem,
Ou será verdade?
“Amor”
Carinho?!
Não apenas, deveras...
Quiçá, sozinha...
Teus pensamentos,
Viver dentre eles,
Eu poderia...

Trabalhe duro, tenha um alvo, planeje suas metas e, o mais importante, ponha amor em tudo o que fizer.

Quando perdemos um amor, é claro, que nos perdemos também, ficamos tristes tentando disfarçar alegria, com nó na garganta tentando discursar palavras que camuflam nossa dor, sentindo vontade de gritar e ao mesmo tempo querendo apenas o silêncio de um canto solitário e quieto.
Quando perdemos nosso projeto de vida chamado amor, aquele que foi construído ao longo de muitas histórias, que foi a base da nossa felicidade durante muito tempo, perdemos também a arquitetura de nossos sentimentos mais fortes, como a corágem para acreditar que conseguiremos superar o peso dessa muralha chamada decepção.
Quando encontramos um novo e grande amor e esse amor verdadeiro consegue nos restituir tudo que perdemos com a dor, quando ele consegue nos reerguer, quando ele nos dá alicerce e sentimentos de concreto para conseguir superar qualquer dor, quando encontramos esse amor passamos ter certeza de que ele é o amor que tanto precisávamos e desejámos, porque o AMOR PRÓPRIO nos resgata de qualquer desabamento, ele é o único capaz de nos reconstruir depois de qualquer cáos.

Insisti em dizer que a amava e descobri que o amor não se mostra em falsas palavras, mas sim em verdadeiras atitudes.

Nunca é cedo, tarde ou demais em dizer as pessoas especiais o quanto, o tanto, o manto de amor que ainda as une invisivelmente e pra sempre.