Discreto Amor

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Feliz aniversário! Ah, amanhã levo aquele pedaço de céu que prometi pra você, meu amor.

Esse é o Deus do evangelho da graça. Um Deus que, por amor a nós, mandou o único filho que jamais teve embalado em nossa própria pele. Ele aprendeu a andar, tropeçou e caiu, chorou pedindo leite, transpirou sangue na noite, foi fustigado com um açoite e alvo de cusparadas, foi preso a cruz e morreu sussurrando perdão sobre todos nós.

Dizer 'eu me amo' não é egoísmo, é amor-próprio. É impossível amar outra pessoa sem antes se amar profundamente. Tenha orgulho da pessoa que você, se respeite e se valorize diante de todos. Não deixe ninguém dizer qual é o seu valor, porque você não tem preço estipulado, muito menos etiqueta estampada na testa. Você veio a este mundo para ser feliz, portanto, mexa-se. A vida está te chamando, então não questione, vá e seja feliz.

Eu jamais irei saber o significado do amor, como jamais irei saber como é amar uma pessoa. Eu jamais irei saber entender as pessoas, como jamais conseguirei ser entendida, eu jamais vou saber explicar o que penso sobre algumas pessoas, como jamais saberei me explicar para elas. Eu jamais vou saber por qual motivo as pessoas conversam comigo e sempre optando pelo mesmo assunto, como jamais irei saber porque eu ainda cismo em estar aqui para ouvi-las.

Amor e verdade são duas faces de Deus. A verdade é o fim, o amor, o caminho.

Meu doce Amor tu beijas a minh’alma/Beijando nesta hora a minha boca!”
(A Noite Desce- Florbela Espanca)

O maior amor do mundo é o amor de mãe. A maior riqueza que temos no mundo é nossa família. E o maior diamante que temos na alma é Deus.

Aquele que tentar descrever o verdadeiro amor, não ama, pois o amor é indescritível.

Não há dificuldade que o amor não vença;
doença que o amor não cure;
porta que o amor não abra;
obstáculo que o amor não transponha;
muralha que o amor não derrube;
pecado que o amor não redima.

Permite minha ousadia

Se tua boca me desses
E teus lábios me beijassem,
Quem sabe, amor, não fizesses
Que nossos corpos se amassem.

Se a tua pele se entregasse,
Desinibida ao meu tacto,
Quem sabe não te levasse
A uma união de facto.

Se ao menos te permitisses
A aceitar o que proponho….
Talvez a porta me abrisses
E eu entrasse no teu sonho.

Te entregasses ao desejo
Me aceitasses com ternura,
E depois dum longo beijo
O arrepio da loucura.

Depois queimar-te na chama,
No fogo que tenho em mim…
Salta a fogueira, me ama,
Abre-te e diz-me que sim.

Entrega-te à fantasia
Na maior intimidade,
Permite minha ousadia
Deixa que te ame, à vontade.

O meu amor por você é como o mar. Tão infinito que não se consegue contemplar somente com um olhar.

Só nós dois!

Sabe, amor, em todos os momentos eu penso em ti...
E no muito que te amo... Pensava também
no momento em que te conheci...
E eu jamais pensei naquele dia o quanto
eu poderia amar-te...

Será que me amas o quanto... assim tanto?
- Diz-me amor!

Fui te conhecendo... Enamorando-me e não sabes
como adoro estar contigo
Apaixono-me cada dia mais...

Tu me falas, eu te falo...
Eu te escuto...
Tu me escutas...

A beleza do afago e da fascinação traz-me de
volta os sonhos passados...
Surjo da angústia no retorno de uma lembrança
Liberto meu grito na paz deste afeto
e milagres de amor acontecem...

Cerrei os olhos
E iluminou-se minha alma... Permanecemos em
silêncio de mãos dadas...
Olhos nos olhos... Só nós dois!

Agora o playboy rodou, tá passando mal e o remédio é o amor
Aqui se faz se paga, quantos coração brincou?
Então avisa, coração é terra que pé de homem não pisa.

O homem é redimido pelo amor.

metamorfose - meta amor fase

Enquanto alguns
pensam em estratégias
de sedução para as borboletas,
penso que seria
para mim mais interessante
me tornar uma delas.

O Amor é a luz de todas as fontes e as pontes as quais eu terei que passar que seja com toda leveza do mundo.

Ninguém morre de amor, mas a falta dele mata muita gente.

O amor machuca, mas às vezes é uma dor boa
E me faz sentir vivo
O amor canta quando transcende as coisas ruins
Tenha um coração e me teste,
Pois sem amor eu não sobreviverei.

amor, conheço?

Já ouvi falar do amor, mas não o conheço pessoalmente, eu acho que já o vi por algumas vezes, acho que já tirei os olhos dele, fingi não vê-lo, já fingi revê-lo, fingi, apenas fingir, o amor têm medo de mim da mesma forma que eu tenho medo dele, mas não se esconde de mim o quanto eu me escondo dele, eu tenho um poder imensurável pra amar, mas eu não quero amar, o amor é imensurável, mas ele também não me quer, na verdade, talvez sejamos inimigos mortais, mas, o amor não é mortal, mortal é apenas eu, o amor nunca morreu, ele está dentro de tudo, inclusive dentro de espaços vazios, o amor é o som do silêncio, o amor preenche a vácuo, o amor é sublime, suas conseqüências são inimagináveis, eu mataria por amor mas de amor eu não morro, eu não sou imune à ele, mas ele é impune, por isso o temo, o respeito e às vezes até o compreendo, o amor te faz crescer e ficar pequeno, te derruba e o te faz grande, o amor que pode ser descrito é pequeno, o amor com um feliz fim não é eterno, o amor que te prende não te condena, o amor que constrói não imagina o que corrói, o amor é simplesmente indescritível mas eu sou tão insano à ponto de tentar descrevê-lo.

Falemos de amor na poesia Leve de "Um soneto", de Guilherme de almeida:

Ama, quieto e em silêncio. É tão medroso
o amor, que um gesto o esfria e a voz o gela.

Não. O amor não é medroso. O poeta brinca apenas com a vulnerabilidade dos sentidos ao emprestar "O eco" à vida:

Perguntei à minha vida:
- "Como achar a apetecida
felicidade absoluta?"
E um eco me disse: - LUTA!"

Lutei - "Como hei de a esta pena dar a cadência serena
que suaviza, embala e encanta?"

- "CANTA!"

Cantei. - "Mas, como, num verso,
resumir todo o universo
que em mim vibra, esplende e clama?"
então, o eco me disse:

- "AMA!"

Amei - "Como achar agora
a alma simples que eu pus fora
pelo prazer de buscá-la?"
O eco, então, me disse:

- "Cala!"

Calei-me. E ele, então, calou-se.
Nunca a vida foi tão doce...
Tudo é mais lindo a meu lado:
Mais lindo, porque calado.[/i]

Lutar, cantar, amar e calar... assim queria o poeta. Lutar para que os desvarios mundanos não roubem nossa sensibilidade. Cantar a canção da dor e a canção o amor. Cantar pelos que, empedernidos, já não conhecem os acordes. Cantar por aqueles que impedem a canção alheia. Cantar o silêncio dos que não têm voz ou vez. Amar como ação necessária de encontros e paisagens. Contemplamos o mundo para conhecê-lo e transformá-lo. E calar? Mas como calar diante das feridas abertas da injustiça e da destruição do nosso irmão? Calar para, como Maria, a mãe da esperança, escutar a boa nova, a missão e então agir...

... Paciência não como acomodação. Calar é contemplar o que precisa ser mudado para depois lutar, combatendo o bom combate, e depois cantar uma canção nova e aí, então, amar. E calar novamente. Sim, amigo, é no silêncio dos nossos porões que habitam muitas razões.

Ganhar ou perder são imagens que temos de momentos que vivemos e de pessoas com as quais nos surpreendemos. Não sei, amigo, se você tem medo das perdas que surgem por ái. Ou se a paciência já é convidada do seu alimento diário. persigo a paciência como persigo a inquietação; Não quero deixar as coisas como estão. Quero mudar o mundo, sim, e para isso presiso também da paciência. E da cumplicidade. Sozinho, sou incapaz de prosseguir, até porque os medos contemporâneos não me abandonaram. Sozinho, sou capaz de desistir....