Dias
Desde os dias que as pessoas esqueceram de agradecer pelo aquilo que recebem, ninguém ajuda mais ninguém, a ingratidão é ou atitude cruel que afasta as pessoas umas das outras. Assim como o nome de Deus é ignorado a palavra muito obrigado também caiu em desuso.
...É conhecer pessoas novas todos os dias, observá-las,aprender com elas, porque cada um é de um jeito, tem suas particularidades e pode nos ensinar alguma coisa.
Esquadria
Usado muito na construção
Um símbolos dos nossos dias
Postura correta e perfeição
Com equilíbrio se faz a esquadria
Como ioques havia adotado
Em pé como sentado
Esse exercício da vida
Essa postura assumida
Obediência aos mandamentos
No caminhar ter discernimento
Prestativo acolher a familia principalmente aos pais
Olhar e ombro erguido pra frente
Com orgulho aprendizado em mente
Sem ouvidar as causas socias.
Eu queria ser o seu celular...
pra estar com você todos os dias, pra onde você for, me levar junto e se me esquecer ter a certeza que voltará pra me buscar...
Eu queria ser tão importante na sua vida como o seu celular, vê você me olhando com tanto entusiasmo e admiração, sem mudar a direção dos olhos... 🤣🤣🤣 Me leva com você, nem que seja dentro dele, o celular
Nesse mundo não haverá dias melhores, a menos que a gente crie eles...
Nesse mundo não há quem não seja atingido...
Nesse mundo esqueça a fantasia de pensar que as coisas vão mudar, desde que a terra existe foi assim e será, a questão é que, nós podemos mudar nosso mundo diariamente!
Todos os dias vão tentar nos diminuir, nos desanimar, nos confundir, nos caluniar,nos confrontar, nos enganar e nos separar do nosso propósito, seja forte e vença apesar de tudo e de todos!
CATEDRAL DA CISÃO INTERIOR.
Há dias em que sou lâmina
há noites em que sou abismo
Em mim a razão constrói altares
logo depois o delírio os incendeia
Penso com rigor antigo
sinto com fúria primitiva
sou ordem que se ajoelha
sou caos que aprende a rezar
A lucidez ergue-se como torre
a vertigem responde como mar
uma promete sentido
a outra exige verdade
Carrego duas coroas invisíveis
uma de espinhos silenciosos
outra de luz que cega
Quando amo sou excesso
quando penso sou ruína
e no centro desse império partido
governo-me sem trono
Ainda assim caminho
pois mesmo dilacerada
a consciência avança
como dor ferida que se recusa a cair.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
CÂNTICO DA DELICADEZA REAPRENDIDA.
O amor nos dias atuais precisa reaprender a linguagem da mansidão.
Ele nasce cansado de excessos e reencontra sua força no gesto contido.
Não se anuncia com estrondo nem se impõe como urgência mas aproxima se com respeito como quem reconhece o valor do outro antes do próprio desejo.
Nesse movimento inicial o afeto resgata a ética do cuidado e transforma a palavra em abrigo.
A experiência amorosa contemporânea reencontra o cotidiano como espaço legítimo do sagrado.
O amor manifesta-se na mesa partilhada no pano estendido ao sol na espera paciente.
Ele recusa a teatralidade e escolhe a constância.
A pessoa amada não é mito distante mas presença concreta que respira o mesmo tempo e carrega as mesmas fragilidades.
Nessa proximidade reside uma beleza silenciosa que educa o olhar e disciplina a sensibilidade.
O sentimento não se constrói isolado mas nasce impregnado de memória.
Cada gesto amoroso carrega ecos de vozes antigas transmitidas sem registro.
O amor verdadeiro reconhece que não começa em si mesmo mas prolonga um fio que atravessa gerações.
Essa consciência devolve profundidade ao presente e impede que o afeto se torne descartável.
A contenção emerge como virtude essencial.
Amar não é transbordar sem medida mas sustentar com firmeza.
A palavra é escolhida, o gesto é pensado, a promessa é respeitada.
No mundo saturado de estímulos essa contenção torna-se forma elevada de coragem moral.
O amor aprende fica quando se abdica do excesso.
A harmonia surge como finalidade última.
O sentimento não busca vencer nem dominar mas equilibrar.
Ele molda o caráter, suaviza os impulsos e orienta a convivência.
Amar torna-se exercício diário de aperfeiçoamento interior sem espetáculo e sem ruído.
Assim o amor reencontrado nos dias atuais afirma-se como herança viva de uma sensibilidade antiga.
Ele demonstra que a verdadeira permanência nasce da fidelidade à forma da escuta atenta do outro e da humildade diante do tempo apressado.
E quando o coração compreende isso o amor deixa de ser vertigem e transforma-se em morada firme onde a alma finalmente repousa.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
"DESEJO DE SUMIR. ESSA VONTADE CANSADA DE TODOS OS DIAS."
"Eles não verão nem ouvirão meus segredos bobos."
Ninguém acorda para mais um dia. Apenas se põe de pé dentro dele, como quem aceita um fardo antigo sem discutir. Não sabemos quem passa por quem. Se somos nós que cruzamos as vidas ou se são elas que nos atravessam, deixando resíduos invisíveis que se acumulam até o cansaço.
O desejo de sumir não nasce do espetáculo. Nasce da repetição. Da fadiga de existir todos os dias sem interrupção. Não é morte o que se quer. É intervalo. É silêncio prolongado. É não precisar sustentar o peso de si mesmo por algumas horas que nunca vêm.
No silêncio inaugural o deserto não boceja. Ele estremece. As notas de piano não caem. Elas sangram num tempo lento, espesso, difícil de atravessar. O contrabaixo pesa como um peito saturado de dias iguais, marcando o passo de quem caminha não porque acredita, mas porque ainda não caiu. O sol não nasce. Ele apenas tolera o mundo. A esperança não é linha no horizonte. É cicatriz que insiste em não fechar.
A melodia cresce como cresce o trauma cotidiano que ninguém percebe. As teclas pretas e brancas não dançam. Elas se enfrentam. O drama não se costura. Ele se rasga em acordes de tensão contínua. Não há repouso nas pausas. A pausa ameaça revelar o vazio. A poeira guarda a história como quem guarda um segredo vergonhoso. O herói e o vilão dividem o mesmo corpo cansado. Ambos querem sumir. Um chama isso de covardia. O outro chama de descanso.
Seguimos de pé por entre o dia. Não o dominamos. O dia nos atravessa com suas exigências mudas. Cada encontro é um choque entre cansaços que não se confessam. Cada rosto esconde um pedido de trégua. Não sabemos quem carrega quem. Apenas seguimos, tropeçando em nós mesmos.
A cadência final não consola. Ela esgota. O último grave não vibra. Ele cai. O movimento não se transforma em silêncio. Transforma-se em suspensão. Não é morte. Não é alívio pleno. É a permanência de uma vontade que não se resolve. A música termina onde a dor aprende a morar sem escândalo. O Oeste adormece porque até o vento se cansa de insistir.
E ainda assim alguém se levanta amanhã. Não por esperança exuberante. Mas porque permanecer, mesmo desejando sumir, é um gesto severo de lucidez. E seguir, cansado e consciente, é a forma mais silenciosa e profunda de coragem.
Há certos momentos da vida que devemos parar...
Refletir...
Parar e existir!
Dias desses caminhando pela rua fiquei a imaginar...
Eram somente imaginações...
Suposições...
Intuições...
Acreditem...
No silêncio penso melhor...
A claridade me incomoda e não preciso dela para te ver!
No escuro te vejo a vagar em meu quarto...
A perguntar coisas que já te respondi...
Coisas que já te falei...
Não consigo te entender!
Pelo que noto, minhas palavras se perderam no ar...
Como sempre...
Você não me ouve...
Não aceita os meus argumentos.
Olho em volta e te vejo sentado ao meu lado.
Olhos em seus olhos e ondas de medo invadem o meu ser
Aquela sensação de perda insiste
Acho que me sentiria bem se você fosse embora...
Sem olhar para traz... Sem volta.
Sinto-me em mil pedaços quando estou sem você.
Não me sinto bem quando você vai embora.
Mas tenho consciência que vai ser melhor...
Quando for embora saberei o dia exato, saberei a hora certa.
Quando for embora não sentirei mais você!
... Mas não importa...
Não quero senti-lo mais na minha frente...
Não quero sentir a sua voz.
Nem seus risos que continuam a vibrar em meus ouvidos...
Sinto seu hálito e o sussurrar da sua voz.
Vida louca...
Noite bandida!
...mesmo sabendo que na escuridão você é a luz que ilumina o meu caminho.
Sei que você está aqui por mim!
Sete meses
Os dias esvoaçam no tempo
Eu entendo
E por Deus eu mereço
A fatalidade opõe-se à nossa liberdade.
E nada o fará voltar
Minhas lágrimas se esgotam
E nítidas são as lembranças
Como filme digital num mural
Não real é surreal
Paraxodal
Minhas lágrimas secam lentamente
Emplacando uma metamoforse
O pranto escorre em minha alma
Sinto frio
Meu coração acalenta
Bate descompassado
Em minhas mãos o tremor persiste
Ele insiste
Como água em oceano ele vive
Meu berrante dos mundos paralelos
Vejo névoa no ar a me olhar
Sinto-me imaculada
Indefesa amada
Nas noites apagadas.
Tem dias que minha alma aflita grita. Às vezes só preciso sentir prazer de você. É bem verdade que tudo pode acabar tudo pode esquecer e isso pode acontecer, mas jamais a plenitude de um grande amor!
Todos os dias o seu silêncio me pergunta coisas que eu não quero responder. Silencio mais uma vez tentando fugir, mas meu coração é insistente e tenta pela minha boca responder o que a minha mente tenta esconder! Com os meus olhos fechados eu te vejo. Com a minha boca fechada eu te beijo.
Suplique a Deus para estar sempre contigo todos os dias e te dar às mãos nos maus dias a que todos nós temos.
Em todos os momentos do seu dia a dia, mesmo nos maus dias, opte sempre pelo sorriso e alegria, não há nada mais singelo do que a alegria de um ser humano para contagiar a todos.
O mundo tem muitos dias ruins, mas também tem dias lindos. Ajude-o sempre soprando energias positivas, respeite-o. Sempre que for possível viva nele intensamente e confia sempre, mas não deixa que os dias ruins afetem vocês. Não deixe que suas ações impensadas tragam danos a nos, seres humanos. Fascina-me esse globo que gira me instiga gratidão. Não deixe o mundo com sintomas de loucuras! Creio que seja um bom conselho.
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