Diabo

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Quem destrói o pastor não é o diabo, é o peso silencioso da depressão que nasce da ingratidão e da sobrecarga.


Pastores não morrem por falta de fé, morrem por falta de ombros que os amem de volta.

O diabo teme crente cheio da Palavra, não apenas cheio de frases bonitas.


Está escrito. foi assim que Jesus venceu.


miriamleal

Áspide


Deus mora nos detalhes; o diabo, porém, nas distrações...


Do alto sublime em queda, ou fuga da irídia?
a quem sabe em outono semblante,
agora, fulgente capataz.
Caíste...
em terra vultosa,
destronada, quedante em dor,
tal homem, fulcror impingente,
ou serpente, sedante, a ruína?

O diabo não é o oposto de Deus. É apenas um anjo comum e caído. Foi derrotado pelo arcanjo Miguel e será preso por um único anjo que tem a chave do abismo. 👿


📖 Ap 12:7–9; 20:1–3

Não nascemos pra ser um novo diabo seguindo seus maus desejos, más pra sermos semelhante a Cristo negando sonhos, desejos e vontades, declarando guerra contra se mesmo.

Pessoas rasas criam um atalho entre Deus e o Diabo para explicar tudo!
Porque ao tolo, é mais fácil não raciocinar!

Ao ser humano com preguiça de raciocinar, tudo seria ou Deus ou o Diabo, já ao parasita tudo seria ganhar na mega sena!

Talvez não haja golpe mais cruel que confiar a alma ao diabo para “salvar” o país e vê-lo tentando vendê-lo para se salvar.

Não há liberdade possível aos que entregaram suas almas ao diabo para salvar o país e ainda aplaudem o diabo tentando entregar o país para se salvar.

Malandro é o diabo que pegou as almas dos Idiotas para salvar o país, agora está tentando vendê-lo para se salvar.

⁠O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.


E o mais curioso é que, enquanto muitos se oferecem como voluntários nessa medonha barganha espiritual, poucos percebem que toda e qualquer promessa de salvação germinada nas sombras termina cobrando pedágio na luz.


Há discursos tão cheios de “boas intenções” que parecem ouro, mas tilintam como ferro-velho quando batem na realidade.


E assim o país vai sendo posto em prateleiras invisíveis, negociado em nome de causas que nunca foram nossas, enquanto os que juram defendê-lo, esquecem que quem vende a própria consciência não costuma devolver o troco da história.


No fim, talvez o que mais deveria nos assustar não seja esse “diabo” — mas a quantidade de gente disposta a aprender com ele o ofício da negociação.


Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com a nação!

⁠O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.


Há algo de profundamente sedutor na convicção de que se está lutando por uma causa maior.


Quando alguém se vê como parte de uma cruzada moral, as dúvidas passam a parecer fraqueza e a prudência vira quase uma traição.


É nesse instante que as consciências mais tranquilas se tornam também as mais perigosas — não porque desejem o mal, mas porque se convencem de que qualquer meio é aceitável quando o discurso promete redenção coletiva.


Assim, em nome do país, muitos aprendem a negociar exatamente aquilo que dizem defender.


Vendem princípios como quem troca moedas, adaptam verdades ao sabor da conveniência e passam a confundir patriotismo com autopreservação.


O discurso permanece heroico, mas o gesto cotidiano revela algo bem mais mundano: o esforço constante de salvar a própria reputação, a própria posição, o próprio poder.


Curiosamente, os que se apresentam como salvadores quase sempre encontram um inimigo útil para justificar cada contradição.


Afinal, enquanto houver um culpado conveniente, não será preciso explicar por que o país prometido nunca chega — apenas por que a guerra precisa continuar.


E é nesse teatro interminável de bravatas e virtudes proclamadas que a nação vai sendo lentamente negociada, pedaço por pedaço, enquanto as consciências seguem confortavelmente convencidas de sua própria pureza.


Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com o futuro da nação!

⁠⁠O Diabo é um Gênio: provoca o incêndio e se fantasia de bombeiro só para manter o aluguel dos Asseclas Apaixonados.


Talvez uma das mais antigas e descaradas estratégias de manipulação seja criar problema para vender solução.


O artifício é simples, mas extremamente eficaz: primeiro semeia-se o medo, a divisão, a insegurança ou o caos; depois, apresenta-se como alguém disposto a “resolver” tudo.


E, nesse ínterim, muitos já não conseguem distinguir quem acendeu o fósforo de quem finge carregar o extintor.


O mais curioso é que essa dinâmica muito raramente se sustenta pela força.


Ela depende de algo muito mais valioso e silencioso: a renúncia voluntária ao pensamento crítico.


Quando uma pessoa entrega suas convicções, sua capacidade de questionar e seu discernimento a terceiros, passa a habitar uma realidade construída só por narrativas alheias.


É como se — literalmente — alugasse a própria cabeça.


Nessa condição, os fatos tornam-se secundários.


O importante deixa de ser a verdade e passa a ser a fidelidade ao personagem que vende o papel de herói.


Se ele criar a crise, a culpa será atribuída a outro.


Se ele falhar, a responsabilidade será transferida.


E se ele se contradiz, a contradição será reinterpretada como virtude.


Afinal, quem depende emocionalmente de um salvador dificilmente consegue admitir que ele possa ser o vilão.


A história está repleta de exemplos dessa lógica.


Líderes, grupos e instituições descobriram, ao longo dos séculos, que controlar percepções é frequente e absurdamente mais poderoso do que controlar territórios.


Quem domina a narrativa consegue transformar vítimas em culpados, culpados em vítimas e oportunistas em benfeitores.


Por isso, a liberdade não se resume à ausência de correntes visíveis.


Ela exige vigilância permanente sobre aquilo que aceitamos como verdade.


Exige a coragem de fazer perguntas incômodas, especialmente quando todos ao redor parecem satisfeitos com as respostas à pronta entrega.


Talvez o maior triunfo dos que provocam incêndios não seja o fogo que espalham, mas a capacidade de convencer multidões de que as chamas vieram de outro lugar.


E talvez o primeiro passo para romper esse ciclo vicioso seja recuperar aquilo que jamais poderia ou deveria ser alugado: a Própria Consciência.

Paralelo entre DEUS e o Diabo na criação do mundo.

Deus fez a esposa, e o diabo a sogra,
Deus fez a filha, e o diabo o genro,
Deus fez a irmã, e o diabo o cunhado,
Deus fez a cachaça, e o diabo a ressaca,
Deus fez o calo, e o diabo o sapato apertado,
Deus fez o sorvete, e o diabo a carie no dente,
Deus fez a Ferrari, e o diabo o Fusca,
Deus fez o Corinthians, e o diabo o Palmeiras,

Enfim Deus abriu a porta do céu, e o diabo fugiu...(Saul Belezza e Aline Marangon).

Sem o Diabo, Jesus é nada; por isso, a Igreja dá tanta importância ao Capeta, pois todo "herói" precisa de um vilão.

A única maneira de aproximar-se de Deus é se afastando do diabo.

Nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição.




- Dilma Rousseff

“Finjo concordar com o diabo para ter paz no inferno.”

“A vida é uma escada rolante com Deus e o Diabo no controle, com Deus posso subir sem nenhum esforço, mas com o diabo no controle, mesmo correndo não vou conseguir subir, e vou descer se Eu parar.”

⁠"As pessoas acham que Jesus vai voltar, Jesus nunca foi, o diabo diz isso para você não recorrer a ele e passar a vida esperando algo que já está aqui."