Deus te Cuida

Cerca de 111553 frases e pensamentos: Deus te Cuida

Deus me preparou, Deus vem me preparando, e eu sempre o agradeço por tudo.

⁠Deus, a força maior, o poder maior.

⁠Enquanto pedia - Deus planejava e o Universo arquitetava.

Meu Deus! Por que ainda habitam as dúvidas em mim?

O professor não é um Deus, mas Deus é um professor, pois nos ensina todos os dias da nossa vida!

Muitos podem disfarçar suas intenções diante dos outros, mas diante de Deus nada permanece oculto, pois Ele não se impressiona com aparências nem com palavras, e sim com a verdade que habita em cada coração.

Deus levou a eternidade para erguer um copo d'água; nós fomos criados para que o ato de beber, enfim, terminasse.

Deus não é responsável pela maldade, egoísmo, ambição e engano dos homens. Suas mentiras transformaram-se em “verdades” que lhes são convenientes.
Atila Negri

Um dia, Deus, cansado da solidão, dormiu. Sonhou com miríades de coisas, de seres e de nebulosidades. O sonho, às vezes, ficava azul, amarelo, preto. E os seres também variavam: alguns fincavam os pés na terra para fugir da corrente, outros eram levados alegremente. Deus virou-se de lado no seu sono e, abrindo o peito, retirou o coração. Depois morreu. Todos aqueles famintos e miseráveis se alimentaram do coração, se tornaram divinos e o Universo fez sentido.

A religião é uma forma de procurar a Deus, quando ele nunca saiu daqui.

Deus criou um mecanismo para que não nos destruamos com os nossos pensamentos negativos: é a visão da beleza.

E se Deus fosse mulher, ele gostaria do Adão?

Deus é misterioso, ele fala baixinho.

Podemos encontrar a Deus, se o ouvimos sussurrar.

Deus é benevolente: sempre nos dá outra chance.

Deus é a perfeição não revelada.

Cego


Deus chegou a um ponto em que percebeu que era Deus. Acordou-se de fazer tudo automaticamente, de criar mundos sem saber. No fundo, nunca admitiu ser estúpido, pois acreditava que era onipotente, onisciente, não um idiota. Nem o universo triste e sem sentido que inventou o convencia da sua fraqueza. Gostava da sua onipotência e fingia acreditar que era um pequenino. O mundo era um teatro que criava sonhando e não era responsável pela maldade e pela dor. Imerso no seu poder imenso, era presa desse mesmo poder. Bêbado de vaidade, o seu medo era o medo de realizar as suas aspirações, medo do terror que desejava. Então se manteve inconsciente, anulando a racionalidade, até que chegou o momento em que teve de admitir as suas limitações e perguntar o que, acordado, faria em seguida. Deus sabia que esta história não poderia ser apreciada por ninguém mais, fora ele próprio. Não havia quem lhe dissesse o que era certo e o que era errado, ou o caminho a seguir. Era a própria imagem da solidão. Quando descia ao mundo dos homens e abandonava o seu mundo das ideias, ficava confuso porque o mundo inferior o adoecia com o nada. Grande era o medo da concussão que viria pelo desejo de abandono, pelo desejo da morte. Na verdade, era a preguiça de tudo recriar, como das outras vezes, e também pelo apego aos seres, que não sabia reconstruir fielmente: Ah, nunca seriam como antes! Ele gostaria de falar e chorar, mas as criaturas nunca poderiam entendê-lo, jamais conseguiriam se colocar na sua posição. Assim, era o responsável por se fazer apreciado. Tudo o que inventava, ele achava aquém de si próprio, justamente porque era o máximo. Ao se ver, podia perceber as suas falhas: o tempo, o movimento, a repetição, a vontade, que o impulsionavam para o abismo, pois, embora não houvesse o futuro, ele não tinha completa consciência da ordem de tudo.

Obrigado, Deus, pela luz.

Deus serve aos servos.

Uno


Deus nos espanta com o passado,
doce e cruel a mim foi arremessado.
A vida guia a minha pena vibrante
para aqui ficar,
sem ir adiante.
Como mil centopéias,
tenho braços que te abraçam,
e tu, minha velha,
meu coração trespassa.
O ouro me tenta.
A carne me suberge.
A vida que é lenta,
da corrida me perde.
Ao não dizer, não digo.
Minh’alma fere quem pouco entende.
Para falar, um perigo,
ao proferir mudo, à toda gente.