Deus me Perdoe
A mulher de Deus nunca abaixa a guarda, ela sempre é vigilante.
A mulher de Deus nunca deixa sua lâmpada apagar: ela brilha.
A mulher de Deus sempre inclina o saleiro. Ela é o sal da terra.
A mulher de Deus, de Deus!
Procure somente duas....duas mulheres de DEUS :
Prontas para te ouvir
Sensatas para te falar.
Juntas em oração as três, o senhor responderá!
Somos horríveis quando nos distanciamos de Deus.
nos aproximar Dele é o único jeito para nos tornarmos pessoas melhores.
O tolo sempre vira a cara para bons conselhos, até que Deus o puxe pelo queixo afim de que ele entenda de uma vez por todas o que tanto resistiu a aprender.
Por mais que eu ore para obter uma resposta de Deus se ele silencia é porque ele não quer se revelar mesmo quando queremos conhecê-lo. Ele se manifestará caso queira revelar-se no tempo e na hora dele.
Não é sempre que Deus se revela mesmo quando a presença dele nos parece está em todos os lugares lindos!
Se ele não quiser se revelar nada nos fará o encontrá-lo.
Deus refaz uma mulher despedaçada!
As vezes ele permite que você seja quebrada em mil pedaços para que você seja uma mulher grande e inteira!
Se deus não pode violar o livre-arbítrio, então a ideia de que ele cura por médicos é apenas um mito bem contado.
"Mas há quem diga que, Deus é infinito, só que ninguém explica se é infinito como o mar. Outros dizem que é amor. Mas o amor que eu conheço, machuca, abandona, mente e até pode matar."
A homilia das oito dizia que a fé salva.
Às nove, o bairro todo ardeu e ninguém ligou. Deus ouviu, riu e depois foi-se embora de boleia num jato da ONU.
"Que eu entenda Deus que o Teu silêncio não é abandono, mas um momento de fortalecer a minha fé, ter confiança e amadurecimento espiritual em Ti. Traga sempre a minha memória que estáis ao meu lado segurando minha mão e não permitindo que eu caía. Como diz em Tua palavra: 'Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus' (Salmos 46:10). Que esse versículo se aplique cada dia no meu espírito me trazendo paz porque eu sei que este silêncio é o Teu convite para entrar na sala do Trono; confiar e orar, pois o silêncio do Senhor é cuidado, jamais negligência. Amém!"
—By Coelhinha
Com tanta má-fé se valendo do nome de Deus — invocá-Lo publicamente, em breve, causará mais Dúvida que Devoção.
É tanta má-fé se valendo do nome d'Ele, que corre-se o risco de que a Sua invocação pública passe a soar como estratégia — e não mais como reverência.
Quando o Sagrado é usado para validar interesses, justificar abusos ou maquiar vaidades, ele deixa de apontar para o Alto e passa a servir ao ego humano.
A repetição vazia transforma a fé em ruídos.
Palavras que deveriam nascer do silêncio da consciência passam a ser gritadas em palanques, timelines e disputas morais.
E onde há excesso de exposição, quase sempre falta intimidade.
Deus, então, deixa de ser encontro e se torna argumento.
Não é Deus quem se ausenta — somos nós que O afastamos quando O reduzimos a slogan.
A dúvida não nasce da fé sincera, mas da incoerência visível entre o que se proclama e o que se vive.
Quando o discurso é piedoso, mas as atitudes são cruéis, a devoção se desgasta e a confiança se rompe.
Talvez o tempo esteja pedindo menos invocação e mais testemunho…
Menos menção pública e mais coerência privada.
Porque Deus nunca precisou ser defendido por quem não está disposto a ser transformado por Ele.
E a Fé verdadeira, quando existe, dispensa propaganda: ela se reconhece no Cuidado, na Justiça e no Amor que não precisa fazer alarde.
Uma das inúmeras provas da Misericórdia de Deus é os asseclas apaixonados não perderem a voz
em meio a tanta Polarização.
Há uma misericórdia muito silenciosa que passa despercebida em meio ao ruído do mundo.
Talvez uma de suas provas mais evidentes seja o fato de que os asseclas apaixonados não perdem a voz, mesmo quando a polarização grita mais alto que a razão.
Em tempos em que a convicção vira trincheira e a opinião empunha arma, manter a voz é mais que um privilégio: é um ato de clemência.
Não porque tudo o que se diz mereça ser dito, mas porque a possibilidade de falar preserva, ao menos, a chance de um dia escutar.
Deus, em Sua paciência infinita, permite que falem — talvez esperando que, no cansaço do próprio eco, descubram o silêncio necessário para a reflexão.
A polarização rouba nuances, simplifica o complexo e transforma pessoas em rótulos.
Ainda assim, ninguém é privado da voz.
Não como punição, não como castigo…
A misericórdia está justamente aí: na permanência da oportunidade.
Enquanto há voz, há possibilidade de revisão, de arrependimento, de amadurecimento.
O silêncio imposto encerraria caminhos; a voz preservada mantém portas entreabertas.
Talvez o verdadeiro milagre não seja que falem tanto, mas que, apesar de tudo, ainda possam falar.
Porque a mesma voz que hoje defende cegamente, amanhã pode pedir perdão.
A mesma garganta que hoje grita slogans, um dia pode sussurrar dúvidas.
E onde há dúvida, ainda há humanidade.
No fim, a misericórdia divina não está em nos calar diante do erro, mas em nos permitir continuar falando até aprendermos, enfim, a dizer algo que realmente valha a pena.
Os que usam o nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover, fatalmente atiram para todos os lados.
Assim abraçam as almas carentes — Católicas e Evangélicas — numa braçada só.
Os que usam o nome de Deus como escudo e vitrine ao mesmo tempo, muito raramente, suportam o silêncio da própria consciência.
Escondem-se atrás do sagrado para não serem questionados, e se promovem com o que deveria ser íntimo, reverente e transformador.
Atiram para todos os lados, porque o alvo nunca é a verdade — é a visibilidade.
E, nessa chuva de palavras “ungidas”, acabam abraçando numa única braçada as almas carentes, sejam católicas ou evangélicas, não para acolhê-las, mas para capitalizar suas dores, medos e esperanças.
A fé, que deveria ser caminho de libertação, vira instrumento de influência.
O púlpito se confunde com palanque.
O testemunho vira marketing.
E o nome de Deus, que deveria ser pronunciado com temor e responsabilidade, passa a ser usado como selo de autoridade incontestável.
Almas carentes não precisam de donos espirituais; precisam de cuidado verdadeiro.
Não precisam de quem grite mais alto em nome do céu, mas de quem viva o que prega na terra.
Porque Deus não precisa de assessores de imprensa, nem de promotores apaixonados — precisa de corações íntegros.
Quando o sagrado vira estratégia, perde-se a essência.
E quem transforma fé em ferramenta de autopromoção talvez conquiste seguidores apaixonados, mas dificilmente constrói discípulos.
Apesar do livre-arbítrio, Deus nos permitiu viver rodeados de anjos e demônios só para facilitar a nossa escolha.
Talvez não como seres alados ou criaturas sombrias que habitam cantos invisíveis, mas como presenças sutis que se manifestam nas pequenas decisões do cotidiano.
Eles não sussurram necessariamente em nossos ouvidos — muitas vezes falam através das nossas próprias justificativas, dos impulsos que acolhemos sem questionar, das escolhas que fazemos quando ninguém está olhando.
Os “anjos” aparecem quando sentimos o incômodo da consciência, quando hesitamos antes de ferir alguém, quando escolhemos o caminho mais difícil por saber que é o mais justo.
Já os “demônios” se revelam nas racionalizações convenientes, na pressa em culpar o outro, na facilidade com que cedemos ao ego, ao orgulho, à indiferença.
O livre-arbítrio, então, talvez não seja apenas a liberdade de escolher, mas o peso inevitável de conviver com essas duas forças em permanente disputa em nós.
Não somos necessariamente vítimas delas — somos o campo onde elas se encontram.
E, no silêncio de cada decisão, somos também o juiz.
O curioso é que raramente percebemos o que escolhemos.
Preferimos acreditar que fomos levados pelas circunstâncias, pelo momento, pelo cansaço ou pela emoção.
Mas a verdade é mais desconfortável: quase sempre sabemos.
Sabemos quando poderíamos ter sido melhores…
Sabemos quando optamos pelo mais fácil em vez do mais certo.
Se Deus nos cercou de “anjos e demônios”, talvez não tenha sido para facilitar a escolha no sentido de torná-la óbvia, mas para torná-la inevitável.
Para que, em cada gesto, por menor que seja, sejamos obrigados a nos revelar.
No fim, não é sobre quem está ao nosso redor — é sobre quem permitimos que fale mais alto dentro de nós.
- Relacionados
- 57 frases de perdão a Deus para se desculpar pelas falhas
- Fiz Tudo Errado
- Desculpa, Errei
- Reconhecer o Erro
- Frases de Deus: versículos da Bíblia que inspiram fé
- Frases de casal abençoado que celebram um amor protegido por Deus 🙏❤️
- Tudo é possível com fé em Deus: frases para não perder a motivação
