Deus fez o Choro Pro Homem não Explodir

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Orações escritas




Deus, seja bálsamo para as minhas dores,
alívio para a minha angústia,
sustento para a minha alma.


Socorra-me de mim mesma quando eu não perceber mais os sinais,
quando tudo dentro de mim parecer ruído,
quando minhas escolhas começarem a me afastar do que o Senhor sonhou para mim.
Me ajude a fortalecer o meu espírito,
a reencontrar a coragem que um dia habitei
e que hoje parece adormecida dentro de mim.


Me faça voltar a sonhar.
Me ajude a realizar.
Porque eu sei — o Senhor não planta sonhos para que sequem,
não entrega sementes para que apodreçam,
não desperta desejos para que eu os assista morrer.


Se o Senhor colocou algo em mim,
é porque também colocou tudo o que preciso para fazê-lo florescer.
Eu não sei como, eu não sei quando,
mas eu sei que o Senhor me capacita,
mesmo quando minhas forças não dão conta,
mesmo quando meus olhos não conseguem ver saída alguma.


E enquanto eu lavo essa louça,
tentando organizar o que está fora
e o que está dentro,
eu deixo escapar essa oração entre meus dedos trêmulos.
Porque às vezes, Deus,
a gente ora assim mesmo:
de pé, cansada, exausta, com a mente pesada e o corpo pedindo descanso,
mas com o coração ainda segurando um fio —
um fio de fé que insiste em não romper.


Então, cuide de mim.
Recolha o que está sobrando,
suture o que está ferido,
acenda o que está apagando.
Me devolva a mim mesma.
Me devolva à vida.
E que, quando esse ciclo passar — porque sei que vai passar —
eu olhe para trás e veja que não sobrevivi sozinha…
que foi o Senhor me carregando, passo a passo,
gota a gota,
oração por oração.


Amém.

se o mundo real é o que vejo,
prefiro o mundo mítico dos gregos.
onde cada deus tinha um dom, um talento
e juntos colocavam o mundo em movimento.

se faz sol, graças a Apolo
logo, banho no mar de Poseidon.
e lá vem Zeus estragar tudo...
mandando chuva e trovão.

quero silêncio, preciso aprender
desse mundo mágico algo levar,
e com a sabedoria de Athena,
poder algo nesse mundo mudar.

Nós ateus não fazemos o bem para bajular um Deus para quando morrermos irmos diretamente para o céu, mas para nossa própria consciência e possível benefício alheio.

Muitas vezes Deus se cala... Mas o silêncio de Deus não significa que Ele desistiu de você... Todo dia Deus pensa em você. A cada minuto Deus se importa com você. Queria que você soubesse, que essa aflição, angústia e sofrimento já tem dia e hora para acabar, deserto e lugar de passagem não de moradia. Na alegria ou na tristeza, jamais desista de continuar a jornada. Faça uso da perseverança. Encontre a coragem dentro de você.
Tenha fé e siga em frente...

Não sejais como o homem que morria de sede no deserto,
que ao deparar-se com uma rosa e com um cacto,
preferiu o perfume da rosa
e desprezou o cacto
que poderia salvar-lhe a vida ao saciar a sua sede.

Uma mulher de perdição
faz o homem tudo desejar
sem nada prometer...

O mundo é de quem não sente. A condição essencial para se ser um homem prático é a ausência de sensibilidade. A qualidade principal na prática da vida é aquela qualidade que conduz à acção, isto é, a vontade. Ora há duas coisas que estorvam a acção - a sensibilidade e o pensamento analítico, que não é, afinal, mais que o pensamento com sensibilidade. Toda a acção é, por sua natureza, a projecção da personalidade sobre o mundo externo, e como o mundo externo é em grande e principal parte composto por entes humanos, segue que essa projecção da personalidade é essencialmente o atravessarmo-nos no caminho alhieo, o estorvar, ferir e esmagar os outros, conforme o nosso modo de agir.

Para agir é, pois, preciso que nos não figuremos com facilidade as personalidades alheias, as suas dores e alegrias. Quem simpatiza pára. O homem de acção considera o mundo externo como composto exclusivamente de matéria inerte - ou inerte em si mesma, como uma pedra sobre que passa ou que afasta do caminho; ou inerte como um ente humano que, porque não lhe pôde resistir, tanto faz que fosse homem como pedra, pois, como à pedra, ou se afastou ou se passou por cima.

sim, sim, sim, eu quero zerar tudo de antes e de depois e amar esse homem agora, como antes, como nunca. Por que não?

Ele é um super-homem quando a gente precisa e uma criancinha fofa quando a gente também precisa.

Quem foi Pilatos ?

Pôncio Pilatos, homem de origem plebéia, provem da família Pontii, com raízes no Sul da Itália. Pilatos pode significar homem armado com dardo-pilum; ou sem cabelos-pillus - calvo. Devia ser um oficial do exército. O cargo de procurador (governador) da Judéia, para o qual Pilatos foi nomeado, em 26 a.C não era de dar inveja. A colônia a ser governada no Sul da Palestina, com cerca de 200 quilômetros de comprimento e 90 km de largura, era uma notória área de conflitos. Os habitantes, herdeiros dos reis Salomão e Davi, eram conhecidos como povo rebelde. Adoravam a um único Deus e se recusavam a adorar o Imperador - Deus de Roma.
Pilatos e sua mulher Procla moravam em Cesaréia, a noroeste de Jerusalém, onde foi instalada a capital administrativa e se constituiu em um reduto romano. Era uma pátria longe da pátria.
Pialatos comandava um batalhão de cerca de 4 mil soldados e tinha poderes absolutos, exceto dos cidadãos romanos. Ele já batera de frente com o povo, provocando manifestações públicas, quando mandou que se afixassem estandartes com bustos dourados do Imperador romano. Foi desmoralizado e voltou atrás.
Mais adiante, Pilatos fez um projeto de levar água para Jerusalém, a uma distância de 37 quilômetros, e para isso meteu a mão no tesouro do templo. Porém se “esqueceu” de consultar os altos sacerdotes e porque os judeus já andavam de olho nele... uma multidão de mais de 10 mil pessoas foi para as ruas de Jerusalém, gritando insultos e ameaças. Soldados de Pilatos (a paisano) mataram muitos judeus. Nesse clima de revolta, Pilatos chegou a Jerusalém para as celebrações da Páscoa e encontrou o ambiente tumultuado. Nem poderia imaginar que nesse dia estava prestes a enfrentar o maior desafio de sua vida política.
Na manhã da sexta-feira, levantou-se e o primeiro encargo foi ler o processo contra um cidadão chamado Jesus que já estava preso, desde a noite anterior e levado a julgamento no sinédrio - Conselho Supremo dos Judeus, composto de 71 sacerdotes, homens ilustres, especialistas em leis. Eles rasgaram as vestes, ao ouvir o depoimento do presidiário, afirmando ser “o Cristo, o filho do Deus bendito”.
Os sacerdotes, seguidos de grande multidão, conduziram Jesus ao pretório, perante Pilatos, em busca de sanção para executar a pena de morte. O governador olhou para aquele homem amarrado, com pouco mais de trinta anos e se admirou. Dirigindo-se a Jesus perguntou: ”És tu o rei dos judeus?”.
Após o interrogatório, concluiu: ”Não vejo nele crime algum”. A multidão revoltada pelos atos políticos anteriores não arredava o pé dali, os sacerdotes também aborrecidos, porque foram atropelados em sua autoridade. continuaram acusando a Jesus, e finalmente Pilatos escutou: “Ele estava na Galiléia ensinado a rebelião política, contrariando as leis romanas”.
O governador da Galiléia, Herodes Antipas, rei-títere de Roma, nesse período da páscoa estava em Jerusalém, hospedado a poucos passos dali, no palácio velho. Então, para ele o levaram, era sua a jurisdição do acusado. O Rei Herodes ficou alegre, ao conhecer Jesus, mesmo em tais circunstâncias, porque já ouvira falar dos seus milagres, mas diante do silêncio do preso, perdeu a calma, se irritou e para o humilhar, devolveu-o a Pilatos, envolto em um manto real.
E agora, o que fazer? Pilatos declarou novamente aos sacerdotes que não via culpa, dando outra opção de castigo: açoitar o prisioneiro e soltá-lo. Falou ainda bem alto que na páscoa era costume perdoar um preso. “Há um ladrão preso chamado Barrabás. A quem devo perdoar a Jesus ou a Barrabás?” E o clamor muito forte bradava Barrabás. O que faço de Jesus? E a multidão gritava: “Que seja crucificado! Se soltas este homem, não és amigo de César”. Todos perceberam a posição política de Pilatos de soltar o preso e se posicionaram a favor do contra para aborrecê-lo, ou seja fazer-lhe oposição.
Pilatos, com medo das ameaças de ser denunciado como traidor de César, “lavou as mãos”, porque conhecia a lei das escrituras sagradas, cumprindo assim o ritual descrito em Deuteronômio 21:6-7: “Todos os anciãos desta cidade, mais próximos do morto, lavarão as mãos sobre a novilha desnucada no vale. E dirão: As nossas mãos não derramaram este sangue, e os nossos olhos o não viram derramar-se”.
A história registra que Jesus foi entregue nas mãos dos soldados romanos que o amarraram a uma coluna, no pátio, e o açoitaram sem piedade. Escarneceram dele durante todo o tempo. Envolveram-no com um manto escarlate e puseram sobre a sua cabeça uma coroa de espinhos: “Salve o Rei dos Judeus”. Sobre a cruz, Pilatos mandou que escrevessem: “Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus”.
O homem que sentenciou a Cristo, político, viciado no poder, querendo promoção e mais prestígio, mandou matar a Jesus, todavia, não conseguiu mais nada, porque não passou daquilo. Pelo contrário, seu mandato foi reduzido em 10 anos por causa de outras decisões infelizes que tomou, o que levou o povo de Samaria a fazer uma representação contra ele.
No ano 36 d.C. Pilatos foi chamado a Roma para explicar suas arbitrariedades, porém, ao chegar, soube, com imenso alívio, que Tibério acabara de morrer.
O escritor e cronista cristão, Euzébio - de Cesaréia, escrevendo no século IV, narra que Pilatos, depois de outros infortúnios, foi finalmente levado ao suicídio.

Falo menos do que escrevo,
e escrevo menos do que faço.
Convém ao homem sempre fazer mais do que falar.

"Era uma vez
uma mulher que
via um futuro grandioso
para cada homem
que a tocava.

Um dia
ela se tocou."

…) aquilo que é próprio de cada criatura lhe é naturalmente melhor e mais agradável; para o homem, a vida conforme o intelecto (a razão) é melhor e mais agradável, já que o intelecto, mais que qualquer outra parte do homem, é o homem. Esta vida, portanto, é também a mais feliz.

“A Graça não nos segura como se fôssemos aviões ou foguetes guiados por controle remoto.”
O Homem Novo, Thomas Merto

A história não é mais do que a narração dos esforços empregados pelo homem para edificar um ideal e destrui-lo em seguida, quando, tendo-o atingido, descobre a sua fragilidade.

Homem que faz

Amando tudo que faz
Lutando por seus ideais
Valoriza seus companheiros
Acreditando em seu caráter
Rompendo barreiras partidárias
Olhando para o futuro do município.

Priorizando a criança e a educação
Resgatando o direito do cidadão
Irá cumprir mais um mandato
Zelando pelo bem público
Atravessando a crise e a eleição
Objetivando sempre a administração.

Jamais será desacreditado
Alguém que aqui é tão amado
Nunca esquece o necessitado
Utiliza seus conhecimentos para servir
Administra com capacidade e liderança
Representa a todos com integridade
Investe no ser humano de verdade
O seu coração está em sua cidade

O homem não é velho enquanto está buscando alguma coisa.

E sem o seu trabalho. Um homem não tem honra. E sem a sua honra. Se morre, se mata.

Muito custa ao homem revelar-se mau, até aos seus próprios olhos; e não se atrevendo, faz-se hipócrita.

O verdadeiro valor de um homem não está no que ele faz quando é observado, mas no que ele faz quando está sozinho.