Deus fez o Choro Pro Homem não Explodir
um sábio filósofo chamado Platão uma vez disse: "De todos os animais selvagens, o homem jovem é o mais difícil de domar". Mas, acredito eu, que ele esteja errado, o homem adulto é muito mais difícil de domar.
Será que o homem se importa? Não. Ninguém vai se importar com a dor causada por cada atitude! Ninguém vai se importar com sua dor. Nem mesmo irá pensar no que lhe faz chorar, tampouco com seu sofrimento. O homem tem a capacidade de não ser capaz de demonstrar sentimento ou finge que não o tem. O ego de ser machão nos leva ao erro, o erro de se achar melhor, de não se importar com ela que dedicou seu tempo e amor, que todos os dias demonstrou seu carinho. Sabe aquela mulher que juramos amar e cuidar? O que mais magoa uma mulher é o egoísmo e o fato de sermos insensíveis. Fazê-la chorar é o que fazemos de melhor. Se o homem soubesse que fazê-la sorrir e todos os dias provar que a ama é a única coisa que realmente importa. "Homem não é aquele que conquista várias mulheres, mas sim aquele que conquista várias vezes a mesma mulher." Pena que ainda faltam homens assim.
hoje sei que na sua vida, há um homem que conquistou seu coração, não há homem que se faça por completo na sua vida.
O mundo hoje perdeu um grande homem,um grande pai,um bom irmão,bom tio,um excelente marido. Nossa tristeza por essa perda é imensa,mas mesmo com meu coração partido,e a tristeza que tomou conta do meu ser. Ainda sim ficarei feliz,pois sei que o céu ganhou um anjo,um ser que Deus escolheu a dedo para fazer parte do seu reino celeste. Sentiremos saudades. Sabemos que faras falta no mundo dos homens. Mas o céu recebe hoje não mais um homem,mas sim uma alma grandiosa.
O homem aprenderá com o tempo,no ganhar do conhecimento! E Inteligência! E compreensão. Que verdade nunca será única de um ser apenas.
O homem na sua evolução sem permitir que seu emocial seja a fonte da verdade;mas sim o conhecimento? Que criticar? dar razão a sua maneira de ver? de pensar ?de entender as coisas do mundo! De que sua linha de pensamento é absoluta sobre os demais. Não!! Não seremos assim?. formador de opiniões sim. Mas nem mesmo permitir-se ser visto aos olhos daqueles que desejam apenas acreditar que a sua verdade seja única,pois ela não é absoluta. Apenas compreenda que ouvir ainda é a fonte do entender; da certeza que sua capacidade,da sua superioridade esta elevada ao conhecimento. Entenda que verdade tem dois lados; a minha e a sua!. Aqueles que inteligência,ou conhecimento os falta; há esses mostrai que o conhecimento é a fonte do entendimento. E que a verdade tem dois lados assim como uma moeda.
o mundo deixou-me perdido? o homem perdeu a compreensão, onde não sabem decifrar minhas palavras, e nem sabem compreender meus sentimentos. talvez eu consiga descrever a realidade deste mundo. ou deixo o mundo descrever quem sou.
O sonho de um menino vive na mente de um homem que não se importou com o tempo. Apenas acreditou em realizar.
O homem vive a questionar a quem tanto busca a felicidade, conquiste seus sonhos e objetivos. Existem dois tipos de ser humano, a quem vive para conquistar, e sonhar. O outro, a invejar, pois não tem coragem, e não sabe sonhar, e lutar por seus ideais.
Desde os tempos, esperamos encontrar a verdade pela nossa existência, onde o homem, nasce, cresce, morre; não vive sua vida. onde estamos, quem somos, o que buscamos, qual é a plano para nossa existência.
Não subestimar a incapacidade do homem e sua ignorância! Não fere minha percepção de enxergar, o mal em cada um. julgam pela boca dos outros, sem saber do caráter, sem conhecer a verdade, nunca olhou nos meus olhos, tão pouco conhecem o meu pensar; nem ouvistes minha voz, nem mesmo compreenderes minhas palavras; tão pouco sabes o quão valioso é o tempo.
Dificilmente o homem muda suas atitudes, até mesmo sua percepção da vida. Pensa que o casamento,o namoro, será eterno. O comodismo ainda é o principal motivo da perda da evolução. A mulher por sua vez dominadora, controladora da evolução, na percepção do melhor se expõe ao extraordinário provocando mudanças radicais, ainda não compreende que a transformação leva tempo, não se pode colher o fruto sem plantar a árvore. Mas uma árvore não frutifica se o solo não for fértil. A mulher é parte fundamental para o homem evoluir, uma mulher sábia, molda o homem no seu potencial de ser melhor. Fácil é aceitar o aceitável, e não lutar pelo que se espera. Quando aceitar que uma relação é feita de união, as mudanças acontecem, além do imaginável.
Toda mulher sabe, e usa a seu favor, o que o homem tem, e o cega. O homem por sua vez é controlado, pois esquece a razão e seu corpo e mente fica no controle do desejo, da busca insaciável pela posse do sentimento chamado desejo. A ciência descobriu através do tempo que o homem, bicho selvagem sem raciocínio, que a fêmea o controla e o manipula, com sua perspicaz de ser denominadora. Quando o homem não consegue alcançar aproximação suficiente de chegar ao ponto do êxtase, ele anda em círculos afugentando os outros que buscam incansavelmente o mesmo que ele, e por sua vez a fêmea usa e manipula os machos, por motivos óbvios, ela busca o macho perfeito, que tem força, destreza, controle, forte e dominador. Desperta o caos, para encontrar a paz. Ontem por sua vez você me permitiu sair por um momento de minha racionalidade despertando o lobo adormecido dento de mim, quando toquei em seu rosto, para ver sua temperatura, meu sangue ferveu, desejo de trazer sua boca tão próxima da minha, e beijar te, o mundo girou, minha racionalidade entrou em guerra, perdendo a noção do tempo, imaginação! loucura! Um animal e o homem num conflito. Não saber se é ou será possível, perturba a mente, e o equilíbrio natural da existência de ser. E no passar do tempo fica apenas a esperança, desejando que o sonho tornasse realidade.
“Quando o homem perde o critério do bem, ele passa a chamar de verdade aquilo que apenas confirma o seu desespero.”
Thomas Barnardo: O Homem que Não Trancava o Amor.
Thomas John Barnardo (Dublin, 4 de julho de 1845 — Surbiton, 19 de setembro de 1905) foi um filantropo irlandês.
Nas ruas frias de Whitechapel, onde a neblina parecia esconder a própria compaixão dos homens, caminhava um jovem médico com os olhos marejados de fé e um coração inquieto. Thomas John Barnardo não buscava glória nem fama. Buscava um sentido.
Chegara a Londres com o sonho de ser missionário na China queria curar corpos e salvar almas. Mas bastou-lhe uma noite nas vielas de miséria para entender que Deus o chamava de outro modo, em outro idioma, mais silencioso e urgente: o idioma das lágrimas infantis.
Foi ali, sob o fulgor pálido dos lampiões a gás, que encontrou Jim Jarvis um menino descalço, sujo de frio, esquecido do mundo.
Jim não lhe pediu nada. Apenas existia como uma pergunta muda à consciência de quem passava.
Barnardo ajoelhou-se diante dele e, num gesto que selaria o destino de milhares, ofereceu-lhe o que as ruas jamais dariam: uma mão estendida e um olhar que não desviava.
Daquele encontro nasceu uma obra de ternura revolucionária.
Ele abriu uma casa simples, com janelas pequenas e um letreiro singelo, mas onde nenhuma porta se trancava. A inscrição à entrada tornava-se lei moral:
“Aqui, nenhuma criança será recusada.”
Na Londres industrial, onde a caridade era privilégio e a pobreza, crime, Barnardo ousou contradizer o mundo. Alimentava quem tinha fome, ensinava quem ninguém queria educar, e amava os que o destino parecia ter esquecido.
Nas suas escolas, o alfabeto vinha acompanhado do pão; e cada palavra aprendida era uma escada erguida para o alto, um degrau rumo à dignidade.
Houve dias em que o desânimo o cercou. A indiferença das autoridades, o preconceito dos ricos, o peso da fome que não cessava — tudo o empurrava para o abatimento.
Mas Barnardo não se deteve. Dizia que “não há fechadura para o amor de Deus”, e caminhava outra vez pelas mesmas ruas, buscando novos rostos para acolher.
E, assim, foi multiplicando lares, como quem semeia abrigo no deserto.
Quando a morte o chamou, em 1905, mais de sessenta mil crianças haviam atravessado as portas que ele nunca trancou. Sessenta mil destinos que deixaram de ser sombras e voltaram a ser infância.
E quando a cidade dormiu naquela noite, talvez tenha sido o próprio céu que acendeu suas luzes para recebê-lo não como um missionário que partia, mas como um pai que voltava.
Hoje, a sua obra ainda vive, e o nome Barnardo ressoa nas escolas e abrigos do Reino Unido como um eco de misericórdia.
Mas a verdadeira herança que ele deixou não se mede em prédios, nem em números, nem em instituições.
Está gravada no invisível: no instante em que uma criança sente que alguém acredita nela.
" Alguns homens constroem monumentos de pedra. Outros, como Thomas Barnardo, edificam catedrais de ternura dentro da alma humana. "
Há quem diga que alguns seres se comprazem em cultivar a estima da pobreza, como se nela repousasse um símbolo de virtude ou redenção. Tais observações, lançadas com a frieza das conveniências humanas, soam muitas vezes como sentenças ditas sem alma e, quando atingem o ouvido de quem sente, doem profundamente.
A dor que nasce desse julgamento não é apenas pessoal: é o reflexo da incompreensão coletiva diante das almas que sofrem em silêncio. Enquanto uns observam de longe, outros carregam, nos ombros invisíveis, o peso de mundos interiores dores que não se exibem, mas que educam.
É então que se faz clara a urgência de criarmos núcleos de esclarecimento, não sobre a miséria material, mas sobre o amor ignorado. Esse amor que ainda não aprendeu a ver o outro sem medir-lhe o valor; que não sabe servir sem exigir aplausos; que ainda confunde compaixão com piedade.
Cultuar o amor ignorado é erguer templos de consciência onde antes havia indiferença. É ensinar o coração a compreender antes de julgar, a servir antes de censurar. É abrir, no deserto moral da humanidade, o oásis do entendimento.
Porque o verdadeiro amor aquele que transcende a forma e a posse não necessita de palmas, nem de discursos. Ele apenas é, e em sendo, ilumina.
E talvez seja essa a maior riqueza que possamos distribuir: a de transformar o sofrimento em escola, a crítica em semente, e o silêncio em voz do bem.
Se as mulheres tivessem permanecido somente onde o homem queria, certamente a esperança do mundo se libertar do machismo não existiria.
Do sonho ambicioso em humanizar as máquinas, o homem criou um dos seus mais irônicos pesadelos: ter que provar o tempo todo que não é uma delas.
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