Deus Deu a Natureza a Capacidade de Desabrochar

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Menina ou mulher?
🤔
Me parece uma menina
Com esse jeito muleka de ser

Mas me parece mulher com toda essa malemolência que à em você

Volta a parecer menina quando fala da natureza
E da alegria que sente por poder ser você mesma

Uma voz encantadora
Um olhar que esconde um mundo
Hora explode de tanta alegria
Hora esconde algo profundo

Uma pedra preciosa
Lapidada pela mãe natureza
Olho para você menina mulher
E me pergunto de onde veem tanta beleza?

Adoro o seu "sotaque" ou jeito de falar
Tudo em você começa e me impressionar🤩

Sua essência e sensibilidade
Se transformaram em misticismo

Achei linda a sua ligação com o nosso enorme ninho🌎

Quando sente que os galhos e as folhas que caem
Tem algo para te dizer
Mostra quanto amor à em você😍

Uma menina...
Que acredita na influência que uma pedra pode causar
Será que não percebe quanta energia você tem para espalhar?

Quando você sorri😁
A todos contagia
De onde será que vem toda essa magia?

Se a magia existe ou não
Eu ainda não descobri
Mas se ela existir
Com certeza tem algo dentro de ti

Sinto muito, não consegui impedir, vocês me deixavam feliz, foram minha terapia, viram minhas lágrimas, viram meus momentos de devaneio, meus sorrisos olhando o céu... e eu... não consegui impedir... vocês foram mortas na minha frente, foram arrancadas e quebradas, meus sentimentos vão com vocês, pensei que poderia defendê-las, mas estava errada. Eu não consegui.

Viagem (Walmir Palma)


Já não me estresso com o ruído de um motor
Se aumentam o volume do televisor
Se enquanto eu canto você conta
Se deito e você se levanta
Já não me espanta qualquer filme de terror

Enquanto leio pensamentos de Foucault
Você enterra os olhos no computador
Essa canção se espalha pelas ruas
Entre os que buscam no clarão das luas
Outra maneira de curar tamanha dor

Eu plantei meus fícus
Escrevi meu livro
Eu já tenho um filho, meu amor

Tudo é passagem
Fiz minha viagem
Eu vindo e na volta eu vou

Já não me irrita uma canção que é só tambor
Se em vez de abajur preferem refletor
Ou vendem ilusões de luz neon
Se poucos leem o Drummond
Se a tolice insiste liga o reator

Nem o silêncio dos gurus adiantou
A natureza está mostrando o seu tumor
Quando ela grita eclodem seus vulcões
Seu choro inunda civilizações
Não tem senhor, não há remédio seu doutor

Vejo cataclismos
Rescindirem sismos
Quanta indiferença meu amor

Sobra incompetência
Tanta imprudência
O poder não tem nenhum pudor

Inverno (Walmir Rocha Palma)

Música clara, clara
As gotas d´água
Batem na louça
Ouça
Esse delírio sou eu

A casa é velha, velha
Pingos de chuva
Soam nas telhas
Veja
Chamas de velas e breu

Música tanto e tanta
A casa espanta
O mais é tinta
Sinta
Hoje a manhã não nasceu!

Obs.:Este poema foi musicado por Rosa Passos.

Vida que brota de energias verdejantes
Cheiro de mato que entorpece o meu ser
Em meio à natureza, minha fonte, me fortaleço
Lá, no coração arredio da mata
Meu espírito selvagem, enfim, encontra o seu berço

Consciência Consciente!

Tem gente que acha que sou chato
Tem gente que acha que não sou
O mais importante de tudo
Eu cuido dos lugares onde eu vou
Não deixo meu lixo por lá
Não cavo em qualquer lugar
Levo uma vida bem simples
Sem consumo exagerado,
Reaproveito tudo que posso
Para o Planeta e o homem respirar
Fico triste quando vejo
Gente que só sabe degradar
Uns o fazem pelo dinheiro
Outros, porque não aprenderam preservar
Com estes que não aprenderam
É bem mais fácil lidar
Porque quem degrada por dinheiro
Tem a consciência do seu erro
E não aceita mudar.

Castanheira Bertholletia excelsa

Há mais de quatrocentos anos germinei este chão
Crescia lentamente de galho em galho,
folha em folha de inverno a verão


No outono usava estratégia derrubando
minhas folhas para suportar manhãs e noites frias
Assim reduzia ao máximo o gasto
da minha energia


Aos poucos fui ganhando espaço e
fortalecendo as minhas raízes com muita dedicação
Enfrentei sol, enfrentei chuva, também
raio e trovão


À medida que ia me desenvolvendo
ia ganhando espaço nas alturas
Já produzia frutos com tamanha
fartura


Ali, alimentava os roedores, os micos e
até mesmo o homem
Com tantos frutos de qualidade
ninguém ficava com fome


Fui condenada à morte sem
ter nenhuma culpa
Na estatística da extinção isso
muito me preocupa

Ao meu redor foram construídas habitações
sem analisar a minha presença
hoje sou uma castanheira idosa
que só me restou uma sentença

Há centenas de anos estive por aqui
mas nunca era notada
Hoje até em forma de poema estou
sendo citada

Nos meu últimos dias de vida
fiquei famosa com tamanha repercussão
Entrei até pra redes sociais que causou emoção



Sei que viveria ainda cem anos a mais
porque é a idade da minha espécie prevista
No entanto a vinha existência será ceifada
de maneira egoísta

Hoje estou sendo arrancada da minha terra e triste deixo um recado ao homem

Aproveite o que tem de mais belo da natureza
ao seu redor de forma abundante
Não espere o fim das plantas, dos animais e das
pessoas para perceber o quanto somos importantes.


Autor: Jilmar Santos

Veja as manhãs despontarem
com o sol tecendo bordados nas paisagens
onde árvores e plantas dançam calmas
agasalhando pássaros nas ramagens

Sinta em teu rosto a brisa serena
a tocar- te em carícias bem sutis
é a natureza ofertando presentes
para que teu dia seja mais feliz!

Levaram o asno para a festa de casamento:
ele começou a zurrar e pedir que o carregassem com os fardos de sempre.

Nenhum caminho é mais errado para a felicidade do que a vida no grande mundo, às fartas e em festanças (high life), pois, quando tentamos transformar a nossa miserável existência numa sucessão de alegrias, gozos e prazeres, não conseguimos evitar a desilusão; muito menos o seu acompanhamento obrigatório, que são as mentiras recíprocas.

Assim como o nosso corpo está envolto em vestes, o nosso espírito está revestido de mentiras. Os nossos dizeres, as nossas ações, todo o nosso ser é mentiroso, e só por meio desse invólucro pode-se, por vezes, adivinhar a nossa verdadeira mentalidade, assim como pelas vestes se adivinha a figura do corpo.

Antes de mais nada, toda a sociedade exige necessariamente uma acomodação mútua e uma temperatura; por conseguinte, quanto mais numerosa, tanto mais enfadonha será. Cada um só pode ser ele mesmo, inteiramente, apenas pelo tempo em que estiver sozinho. Quem, portanto, não ama a solidão, também não ama a liberdade: apenas quando se está só é que se está livre.
A coerção é a companheira inseparável de toda a sociedade, que ainda exige sacrifícios tão mais difíceis quanto mais significativa for a própria individualidade. Dessa forma, cada um fugirá, suportará ou amará a solidão na proporção exata do valor da sua personalidade. Pois, na solidão, o indivíduo mesquinho sente toda a sua mesquinhez, o grande espírito, toda a sua grandeza; numa palavra: cada um sente o que é.

Ademais, quanto mais elevada for a posição de uma pessoa na escala hierárquica da natureza, tanto mais solitária será, essencial e inevitavelmente. Assim, é um benefício para ela se à solidão física corresponder a intelectual. Caso contrário, a vizinhança frequente de seres heterogêneos causa um efeito incômodo e até mesmo adverso sobre ela, ao roubar-lhe seu ‘eu’ sem nada lhe oferecer em troca. Além disso, enquanto a natureza estabeleceu entre os homens a mais ampla diversidade nos domínios moral e intelectual, a sociedade, não tomando conhecimento disso, iguala todos os seres ou, antes, coloca no lugar da diversidade as diferenças e degraus artificiais de classe e posição, com frequência diametralmente opostos à escala hierárquica da natureza.
Nesse arranjo, aqueles que a natureza situou em baixo encontram-se em ótima situação; os poucos, entretanto, que ela colocou em cima, saem em desvantagem. Como consequência, estes costumam esquivar-se da sociedade, na qual, ao tornar-se numerosa, a vulgaridade domina.

Arthur Schopenhauer
SCHOPENHAEUR, A., Aforismos sobre a Sabedoria da Vida

Um homem pode viver uma vida saudável sem ter que matar animais para comer; portanto, se ele come carne, participa do ato de tirar a vida de uma criatura meramente para saciar seu apetite. E agir dessa maneira é imoral.

Posso ser uma leve brisa ou uma forte ventania, mas vento sempre serei...

⁠Fomos, durante muito tempo, embalados com a história de que somos a humanidade. Enquanto isso – enquanto seu lobo não vem – fomos nos alienando desse organismo de que somos parte, a Terra, e passamos a pensar que ele é uma coisa e nós, outra: a Terra e a humanidade. Eu não percebo onde tem alguma coisa que não seja natureza. Tudo é natureza. O cosmos é natureza. Tudo que eu consigo pensar é natureza.

Veganismo. Mais que a escolha do que comer, a escolha de como e por quem viver!

Nunca é tarde demais para abandonar nossos preconceitos. Não se pode confiar às cegas em nenhuma maneira de pensar ou de agir, por mais antiga que seja. O que hoje todo mundo repete ou aceita em silêncio como verdade amanhã pode se revelar falso, mera bruma de opinião que alguns tomam como uma nuvem de chuva que fertilizaria seus campos

Primavera, Verão,Outono e Inverno.
Cada estação traz uma sensação.
As cores,o calor, a renovação que vem antes de tudo se transformar .Todos esses elementos que se transformam,evoluem é uma referência do que pode acontecer com tudo. Tem momentos que vemos tudo colorido e extremamente encantador, em que o calor de um abraço amigo,nos entorpece e renova nossas energias para continuarmos a arrancar toda as camadas superficiais ,que tenta sufocar o nosso recomeço!

Árvores, pedras, montes, bailam parados dentro de mim...

Dependemos das plantas, portanto, a conservação das plantas é necessária para a conservação do ser humano.

Tudo que sei sobre o Diabo, eu aprendi comigo mesmo.

A mesma importância que teve Jack London na vida de Kerouac, teve Chris McCandless para mim. Foi quando decidi-me tornar também um viajante solitário. Um homem selvagem e livre cujo o lar era somente estrada e a natureza.