Desperta

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Chove lá fora, mas dentro de mim chove mais,
O aroma da terra desperta o que ninguém mais faz.
É teu corpo, teu cheiro, teu calor escondido,
Que vem junto da chuva, silencioso, contido

O aroma do café desperta mais que manhãs,
Desperta lembranças de teus olhos ainda sonolentos,
E cada gota que cai parece sussurrar teu nome
Entre risos tímidos e mãos que se procuram.

Cafeteira


O aroma do café desperta a manhã,
Mas é teu olhar que realmente me acorda,
Entre goles e suspiros,
encontro teu sorriso
E a rotina se torna poesia
em teus gestos.


Cada xícara guarda
um segredo nosso,
O calor que aquece os dedos também aquece o peito,
E enquanto a fumaça
se espalha pelo ar,
Sinto que somos dois corações
em um só compasso.


Mesmo que o mundo
se apresse lá fora,
Aqui dentro,
entre café e silêncio,
Aprendo que o amor
se serve aos poucos,
E que teu abraço é a
bebida mais doce que existe.

Com deus, o ser humano vive em delírio; sem ele, desperta para a lucidez da própria liberdade.

“Não é o relógio que te desperta todas as manhãs… é a misericórdia de Deus te dando mais uma chance de vencer, de recomeçar e de viver o propósito dEle.”

“O relógio desperta o corpo, mas é a misericórdia de Deus que desperta a vida.”

O normal passa despercebido… mas o diferente é atacado. Quem carrega propósito sempre desperta guerra em quem vive sem visão.

Por mais inteligente e racional que você seja, é muito difícil entender o que desperta a inveja nos outros.

* A Poesia do Viver *


Por onde eu vou, sempre há algo
que desperta um sorriso no meu olhar
e uma espécie de gratidão-felicidade
no meu ser...


uma flor,
um pássaro,
uma planta,
uma paisagem,
uma criança,
um casal (de adolescentes ou idosos)
entre tantas outras coisas...


tudo me inspira
a pureza
e a beleza
da poesia de viver...


por onde eu passo,
a vida me toca;
um lampejo, um gesto,
um respiro de beleza
se infiltra no instante,
como se o universo me sussurrasse:
- “Vê? Ainda há poesia no caos.”


uma flor rasgando o asfalto,
um pássaro que canta
apesar do ruído do mundo,
uma criança que corre sem medo,
um casal que se ama
com o tempo nas mãos...


tudo me atravessa,
me sacode,
me lembra que existir
é um dom indomável...


A poesia de viver
não se lê e não se escreve,
ela pulsa em mim! ...


Por onde sigo,
o mundo me sorri,
há sempre um brilho,
uma cor,
um pequeno milagre
a despertar ternura em meu olhar...


uma flor se abre para mim,
um pássaro me oferece canção,
uma criança me devolve inocência,
e um casal idoso, de mãos dadas,
me ensina o amor paciente....


Tudo é prece suave,
um murmúrio de gratidão
que se aninha no meu peito...


Ah!!! Viver
é ser tocada pela poesia
que habita o simples...
✍©️@MiriamDaCosta

A vida desperta quando atravessamos o medo, não quando ele desaparece.

Sua mansuetude desperta


meus demônios e meus anjos,


e eu dou milhares de asas


para sua imaginação e seu coração,


Meu esporte favorito é fazer


todo tipo de provocação


para testar seus limites masculinos,


para por em ferveção


e da cabeça aos pés


brindar-te com flutuação.

A noite pertence aos intensos, porque nela o silêncio fala e a alma desperta.

Há dias em que algo dentro da gente desperta como quem encosta a mão numa ferida antiga e, pela primeira vez, não recua. Vem uma lucidez quieta, dessas que não fazem barulho, mas deslocam tudo por dentro. Uma compreensão branda de que a vida é feita de tentativas — algumas inteiras, outras tortas — e que não há vergonha alguma nesse descompasso.

Fiquei pensando no quanto a gente insiste em sustentar a pose de quem acerta sempre, quando, na verdade, o amor se constrói é na hesitação. No passo em falso. No gesto que sai pela metade, mas ainda assim diz tudo. Amar é caminhar sabendo que o chão cede, que o corpo treme, que o coração desobedece. E, mesmo assim, continuar.

Há algo de profundamente humano em admitir que não damos conta de tudo. Que tropeçamos nos próprios medos, que às vezes derrubamos o que queríamos proteger. Essa honestidade silenciosa — a de reconhecer nossas bordas — abre um espaço onde o outro pode respirar sem performance, sem armadura, sem exigência de perfeição.

No fundo, acho que a beleza está nesse acordo invisível entre dois inacabados: a permissão de ser falho sem ser abandonado. A coragem de mostrar a rachadura e confiar que ela não será usada como arma. O abrigo construído não pelo acerto, mas pela delicadeza de tentar de novo — e de novo — mesmo sabendo que não existe garantia alguma.

E talvez seja isso que mais me atravessa: a percepção de que falhar não nos faz menores. Às vezes, é justamente o que nos torna verdadeiros. Porque só quem aceita o próprio desalinho consegue amar com profundidade — e permanecer, apesar das quedas, com uma força que não se aprende, apenas se vive.

“Vulgaridade provoca desejo com prazo de validade. Elegância desperta respeito,admiração — e aquele mistério que ninguém explica.”

"A mente desperta é solitária. Poucos suportam o peso de pensar por si mesmos."

“Muita gente tem o corpo que desperta desejo, mas poucas têm a cabeça que sustenta um relacionamento.”

Você tem que ter certeza o que você fala, a firmeza desperta curiosidade, isso transmitirá sentimento.

Prazer de viajar...
Como num sonho, viagem faz amigos, gera saúde, desperta alegria e dá prazer.

⁠⁠⁠A Cultura do
Ruído Estrutural retroalimenta a única Economia
que desperta
a preocupação
dos Políticos-influencers: a Economia da Atenção.


Ela não é apenas um efeito colateral do nosso tempo — ela é método.


É estratégia.


É um cenário cuidadosamente mantido para nada ser profundamente ouvido, apenas rapidamente consumido.


No meio de tantas vozes, opiniões, escândalos instantâneos e indignações programadas, o silêncio se torna subversivo.


O ruído constante embaralha prioridades.


Tudo parece tão urgente quanto grave.


Tudo parece definitivo — até que o próximo assunto surja e apague o anterior.


Nesse ambiente saturado, a verdade não precisa ser negada; basta ser abafada.


É nesse palco que prospera a única economia capaz de mobilizar certos Políticos-influencers: a Economia da Atenção.


Não importa tanto resolver problemas quanto performar preocupação.


Nem importa tanto governar quanto engajar.


O termômetro deixa de ser o impacto real e passa a ser o alcance.


A métrica substitui a ética.


A Cultura do Ruído Estrutural retroalimenta esse ciclo porque transforma cidadãos em plateia, problemas e soluções em conteúdos.


A cada nova polêmica, a cada novo corte editado estrategicamente, a atenção é capturada — e, uma vez capturada, monetizada politicamente.


A superficialidade não é acidente; é produto.


Enquanto discutimos manchetes, raramente discutimos estruturas.


Enquanto reagimos a frases, esquecemos de questionar sistemas.


O ruído nos cansa, e o cansaço nos torna menos exigentes.


E quando a exaustão vira regra, qualquer gesto performático parece ação concreta.


Talvez a maior resistência, hoje, seja reaprender a escutar com profundidade.


Reduzir o consumo compulsivo de indignação.


Escolher menos reações automáticas e mais reflexão deliberada.


Porque onde há silêncio suficiente para pensar, há menos espaço para manipulação.


No fim, a Cultura do Ruído só prospera enquanto nossa atenção for distraída.


Quando a atenção volta a ser consciente, ela deixa de ser moeda de troca barata — e volta a ser instrumento de transformação.

Corpo nutrido, mente desperta e rotina blindada: o básico bem feito é o que constrói o extraordinário.⁠

A atração mental é muito mais forte que a física, porque o corpo cansa, mas a mente desperta, desafia e fascina sem cessar.