Desgosto
Quando gosto, gosto tanto que esqueço até de mim. Mas quando desgosto, nada nem ninguém consegue me fazer mudar de idéia...Poxa, fico ao lado da pessoa o tempo todo e não sou vista por ela...Então, paro e penso: Chega, acabou, olhe-se pra dentro de você e siga em frente...Alguém em algum lugar está tentando ti encontrar!
Quero não quero
Gosto desgosto
Sinto não sinto
Amo desamo
Mas o melhor é quando ignoro
Não noto
Não sinto
Não vejo
Trabalho, tormento, desgosto e miséria, tal é sem dúvida durante a vida inteira o quinhão de quase todos os homens. Mas se todos os desejos, apenas formados, fossem imediatamente realizados, com que se preencheria a vida humana, em que se empregaria o tempo?
Que poderei do mundo já querer,
que, naquilo em que pus tamanho amor,
não vi senão desgosto e desamor,
e morte, enfim; que mais não pude ver!
Pois vida me não farto de viver,
pois já sei que não mata grande dor,
se cousa há que mágoa dê maior,
eu a verei; que tudo posso ver,
A morte, a meu pesar, me assegurou
de quanto mal me vinha; já perdi
o que perder o medo me ensinou.
Na vida desamor somente vi,
na morte a grande dor que me ficou;
parece que para isto só nasci.
Nem eu sei quem sou
O que sou se não eu?
Gosto e desgosto de muitas coisas
Mas será que esses gostos são de outra pessoa?
Nem eu sei quem sou
Se não sou o que sou
O que vocês vêem?
Vêem beleza ou tristeza?
De novo digo
Nem eu sei quem sou
Se não sou o que digo
sou o que reflito?
Isso me traz um desgosto pela vida, como se tudo de bom que poderia acontecer simplesmente desaparecesse, e as coisas boas que permanecem ficam menores ou perdem seu valor.
MANIFESTO CONTRA A HIPOCRISIA.
Eu vim esclarecer o ódio, desgosto e principalmente nojo que sinto por festas "modernas". Não sou alguém muito sociável, apenas quero seguir uma linha reta que nunca mostrou perigos, mas as poucas vezes que fui a "festas" ou algo que infelizmente é parecido, sentir uma ancia de desgosto pelo oque estava a me cercar, nunca tinha visto algo tão.....imundo, escroto, repugnante, estupido e completamente sem lógica alguma pelo o por que aquilo significa "comemoração", eu vi tanto em poucas vezes que já estive presente fisicamente e não mentalmente, pois eu me mataria se dedicasse um neurônio ou resquício de minha alma para um evento tão depravante, vi pessoas andarem sem lógica alguma sem se importarem por onde pisavam ou quem perturbassem por simplesmente seguir não uma correnteza, mas sim, um redemoinho que matava seus corpos e carregava suas almas até o mais profundo oceano de águas mortas que enferruja o mais brilhante dos diamantes no mais inflamável carvão. O excesso de informações era tão ilógico quanto uma engrenagem sem dentes. Ali não existia comemoração além do caos, não existia música, apenas barulho incessante como gritos verdadeiros de sofrência vindos do pior dos assassinos. Pessoas dançavam sem sentido ou motivo, como se pisassem em chamas do próprio inferno, sabendo que nunca apagaram. Tentei, mas eu juro que tentei aproveitar algo de lá, não me juntando a eles, mas sim tentando aproveitar o peso da realidade. Tentei respirar para me lembrar que estava vivo, mas só consegui sentir o odor de fumaça e o fedor de burrice no ar. Tentei me movimentar, mas estava preso como um peixe em uma rede feita de pessoas se encostando por simplesmente não olharem o quanto espaço existia à sua frente, e, como um padrão, todas carregavam copos, com o único diferencial ser o nome da bebida, mas todas serem o mesmo veneno asqueroso. Aqui eu digo: se o próprio demônio vier me entrevistar, eu irei avisá-lo se eu cair. Espero que meu inferno seja semelhante a isso, pois não acho nada mais sofredor do que viver a eternidade em uma porcaria dessas.
Incredulidade é igual ao sal no cafezinho: nem Deus engole e ainda sente desgosto pelo autor de tal infâmia.
Gosto de uns
desgostos de outros
meu paladar é eclético
Gosto de alguns
desgosto de outros
meu tempero é poético
O desgosto pode obscurecer a visão, mas não define o valor da alma. O desgosto pode ser um véu, mas a luz de Deus pode restaurá-lo e trazer esperança ao coração.
Tem gosto pra tudo
e desgosto pra todos..
O problema começa
quando o gosto se acha lei
e o desgosto, virtude...
✍©️@MiriamDaCosta
A máscara pesa mais que o próprio rosto,
Engulo o choro, o medo e o desgosto,
Sou o pilar que todos vêm buscar,
Mas no silêncio, minha a estrutura range.
Sou o oceano que não pode transbordar,
A dor contida que a ninguém consegue enxergar.
Tristeza e cansaço escondido no rosto
Com sorriso disfarço, o meu triste esforço.
Meu grito ecoa o vazio no peito.
Que ainda acredita em um mundo perfeito.
Agosto — entre o desgosto e a promessa
Dizem que agosto é o mês do desgosto...
Talvez.
Ou talvez seja o mês da prova,
do joelho que dobra,
da alma que grita,
e da fé que resiste em silêncio.
Foi em agosto que quase o perdi...
Meu Pequeno Príncipe,
meu mundo em forma de gente,
suspenso entre o céu e a terra.
Mas também foi em agosto que o recebi de volta,
nos braços de Deus,
sob Sua vontade,
na sombra da Sua proteção.
Nem uma folha cai sem a permissão do Alto —
e assim foi feito.
Como Jó, calei minha dor:
“Se recebemos o bem de Deus,
por que não aceitar também o que nos fere?”
A raiva veio, é verdade,
mas passou — como nuvem breve —
e ficou a certeza:
Deus nunca me deixou só.
Tudo o que foi tirado,
retornará.
Tudo o que se perdeu,
o tempo divino trará de volta ao lar.
Por ora,
espero.
Confio.
E creio:
Agosto não é o mês do fim —
é o mês em que Deus escreve recomeços.
"Wait for Divine time"
(Espere o tempo Divino.)
Quando o coração fala com fé,
as palavras se tornam oração
— e Deus responde, mesmo em silêncio.
Gratidão!
Imaginando o desgosto em viver a vida dos outros, pode-se imaginar o desgosto em viverem a nossa vida.
Dicas e palpites por vezes não tem validades, pois são codificadas especificamente para cada história.
Está tudo certo.
O desgosto é um silêncio pesado dentro da alma. Não grita, mas corrói devagar. É o choque entre o que esperávamos e o que a vida entregou, uma ferida que não sangra por fora, mas exige do coração uma força que ele nem sempre estava pronto para dar. O desgosto não é apenas um sentimento — é um peso que o corpo inteiro aprende a carregar.
O desgosto é o instante em que a alma descobre a fragilidade das expectativas.
Ele não nasce do mundo, mas da distância entre o que imaginamos e o que acontece. É um convite abrupto para olhar a vida sem as cores que pintamos nela.
O desgosto é um mestre duro:
mostra que nada é permanente, nem mesmo a alegria;
revela que o outro não pertence às nossas certezas;
recorda que o coração, por mais forte que seja, ainda é casa de delicadezas.
Ele desmonta ilusões, mas ao mesmo tempo amplia a visão.
No desconforto do desgosto, percebemos que a existência não é feita apenas de plenitude —
é feita de contrastes.
Sem o gosto amargo, não haveria clareza suficiente para distinguir o doce.
Paradoxalmente, o desgosto é também uma forma de despertar.
Ele corta, mas abre espaço.
Ele pesa, mas educa.
Ele derruba, mas deixa o terreno limpo para algo novo crescer.
Por isso, filosoficamente, o desgosto não é inimigo, mas um visitante incômodo que nos obriga a reorganizar a própria alma —
e a reconhecer que viver é aprender a renascer mesmo quando aquilo que amávamos desaba dentro de nós.
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