Desejo

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Eu sei que amor é um grito no vazio e o esquecimento é inevitável.

Desapego. Frieza. Solidão. Melancolia. Vez ou outra saudade, mas entenda, nunca amor.

AMOR... Que palavra bonita não é? Que sentimento forte, não é mesmo? Mas, quem realmente sabe amar? Amar é desapego. Amar é desinteresse por futilidades. Amar é anular-se em benefício do próximo. Amar é sentir-se feliz com a felicidade alheia. Amar não é acreditar em Deus, mas sim, ter certeza Dele, dentro de você. Portanto, meus amigos, mantenham a chama do amor em vocês e ele os fará criaturas felizes e bastante fortes para enfrentar os problemas do dia-a-dia.

Ninguém conseguiria manter a ordem sem a justiça, mas ninguém constrói a paz sem amor.

Não quero alguém que morra de amor por mim. Só preciso de alguém que demonstre em pequenos gestos que gosta de estar do meu lado.

Adriana Britto

Nota: Trecho adaptado de um poema muitas vezes atribuído, de forma errônea, a Mario Quintana.

Pensei numa declaração de amor.
Pensei escrever uma declaração de amor.
Lembrei viver uma declaração de amor.

Perder alguém por morte é melhor que pela deslealdade... a morte leva o corpo e deixa amor, admiração e saudade. A deslealdade deixa mágoa, tristeza e decepção.

Ser feliz e mais nada
A tranquilidade é a tua praia
O amor, o teu banho diário
A esperança, o teu sol
E o resto é passageiro

Assim como o céu
o nosso amor nunca terá um fim!
E por mais que a distância
insista em nos separar,
ela jamais prevalecerá!

E o amor sempre prevalece, vence todos os obstáculos e aumenta a cada nova dificuldade encontrada pelo caminho.

A nossa história de amor vai ter final feliz.

Mc Daleste

Nota: Trecho da música "Em Teu Olhar".

Que Amor Fez sem Remédio, o Tempo, os Fados?

Depois de tantos dias mal gastados,
Depois de tantas noites mal dormidas,
Depois de tantas lágrimas vertidas,
Tantos suspiros vãos vãmente dados,

Como não sois vós já desenganados,
Desejos, que de cousas esquecidas
Quereis remediar mortais feridas,
Que amor fez sem remédio, o tempo, os Fados?

Se não tivéreis já longa exp'riência
Das sem-razões de Amor a quem servistes,
Fraqueza fora em vós a resistência.

Mas pois por vosso mal seus males vistes,
Que o tempo não curou, nem larga ausência,
Qual bem dele esperais, desejos tristes?

O amor que tu me deste
Era falso e se borrou,
A farsa que tu eras
Aos poucos se acabou.

A educação é um ato de amor e, por isso, um ato de coragem. Não pode temer o debate. A análise da realidade. Não pode fugir à discussão criadora, sob pena de ser uma farsa.

Paulo Freire
Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2015.

Muitos homens odeiam a verdade por amor daquilo que tomaram por verdadeiro.

Leve amor, não pesa.

O que eu posso te dizer? O amor é uma merda.

Borboletas são livres.
Minha alma também.
Anseio liberdade, beleza e amor
De ir, vir e sentir.
Paixão, ar, calor.

Preciso criar...
Voar.
Sentir o vento nos cabelos.
Mas os pés no chão.
Quero abraço.
Mas quero espaço.

Mulher borboleta.
Pequenina e voraz.
Tem um vôo que seduz.
Uma beleza que satisfaz.

Possuidora de uma leveza que conduz.
Sua fragilidade lhe faz, uma mulher que reluz!
Precisa de arte.
Precisa que invada.
Que o coração dispare.
Que a saudade mate.

Não a prenda.
Traga flores para que venha.
Ela não é para qualquer um.
Ela é da natureza.
Ela é dela.

Tranque-a e ela morre.
Sopre-a no vento...
Que ela vai.
Mas espere.
Pois ela volta.

Querido Deus... Cuida de mim. Enche a minha vida do seu, amor, do seu perdão, da sua paz. Que eu possa reconhecer o seu toque, sentir o seu abraço e ouvir a sua voz me dizendo "não temas, Eu sou contigo".

Escritório de boêmio é o bar.
Boa noite, amor!
Estou indo trabalhar.