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Desejando Felicidade

Cerca de 40754 frases e pensamentos: Desejando Felicidade

Quando falamos "shabat shalom", estamos desejando ao outro que termine a semana sem pendencias, em estado de paz e alegria. 'E importante ficar atento aos ciclos do tempo, lembrando que nada que tem forma resiste ao tempo, e so o que 'e plantado com amor resistira ao mesmo.

Tudo o que sabia era que estava nos braços do homem que amava, desejando que ele pudesse mantê-la em seus braços daquela maneira para sempre.

Nicholas Sparks
Noites de Tormenta

Nota: Autoria não confirmada

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"Alguns detalhes são invisíveis aos nossos olhos. Olhamos para o céu desejando a Lua, amassando belas flores deitados no campo.

Não espere as nuvens negras passarem, ficando aí, parado, desejando que a vida sorria para você. Permita que a luz habite em seu ser. Espalhe sol e risos por onde for, semeie amor, aguarde a colheita, saiba viver.

A vida é para ser vivida, não para ser observada de longe, desejando apenas vivê-la.

Quem vive do passado continuará infeliz, desejando um tempo derrotado por sua própria história. O passado pode estar escrito, mas ninguém aprende com ele quando a história não convence nem quem a viveu.

Enquanto vc olha e deseja outras⁠ mulheres, tem outros olhando e desejando a sua, eu acho melhor vc cuidar bem dela viu! 😉

Eu tbm queria um amor ❤️
me querendo, 😼 me desejando, 😏
me amando muito todos os dias 😍💘

O ser humano se ergue como um sol imaginário, desejando irradiar sua presença e ser contemplado por todos.
Busca incessantemente o olhar alheio, como se a própria existência dependesse da aprovação que recebe.
Não satisfeito em brilhar, transforma-se em espelho: reflete aparências, imita gestos, veste máscaras.
Na ânsia de ser visto, confunde brilho com reflexo, essência com superfície.
E, paradoxalmente, mesmo vivendo cercado pela luz, não encontra tempo para ser luz.
Prefere o espetáculo da aparência à profundidade da verdade.
Prefere o clarão efêmero ao fogo silencioso que ilumina de dentro.
Assim, o ser humano se perde na ilusão de ser estrela, quando poderia ser chama.
Se perde em querer ser visto, quando poderia simplesmente ser.

O novo ano reside em nosso interior, por vezes inativo, desejando despertar para uma existência mais plena.

Entre minha metáfora óbvia há um tanto de verdades desejando ser dita;
Sendo ou não as minhas que forem seguidas;
Nessa tarde ofereço positividade e Paz por entre palavras harmoniosa que nos traz a bondade por toda vida;

Vivo sem saída de te encontrar, mas te desejando no meu silêncio preferindo te olhar nas minhas intensidades;
Tô querendo sua vida e seus passos para te dá um caminho de felicidade e sem demora para vivermos nossa inspiração;
Me perco e me acho para você se satisfazer para que eu ligue em meias verdades;

⁠Hoje acordei inspirado
Pois estou desejando um bom dia para a mulher que estou apaixonado

Para a mulher que mexeu com o meu coração
Mulher que é fogo, tempestade e paixão

Desejo que o seu dia seja de muita alegria
Pensando em mim para que você tenha um bom dia!

Difícil mesmo é lidar com a sua ausência desejando, ardentemente, a sua presença.

Ando desejando um mundo de coisas boas... Pra mim, pra você, pra nós.

Ando desejando somente
leveza na alma!

Flávia Abib.

O ser humano passa a vida desejando que os outros mudem, que a realidade mude. Até que um dia ele muda. Só então percebe que não há nada que precisa ser mudado

O instante exato em que uma consciência percebe que é finita e, ainda assim, continua desejando o infinito não acontece como um choque, mas como uma convivência silenciosa. Os seres humanos vivem a ilusão do infinito porque só é possível viver o presente considerando que a vida é eterna. Se pararmos continuamente para pensar que a vida é finita e que tudo passará, tudo perde o sentido. Para construir sentidos no mundo, precisamos da ideia de infinito, embora saibamos racionalmente que a vida é finita. A regra torna-se então saber que a vida é finita, mas viver como se fosse infinita, pois isso gera projetos de longo prazo e sensação de continuidade. A vida é finita, mas os desejos são infinitos. E enquanto os desejos são infinitos, somos também infinitos.
Se a memória tivesse um corpo físico, o tipo de matéria que ela poderia ser talvez não fosse mineral nem orgânica isoladamente, mas a própria forma humana. A memória poderia ter o corpo de um homem ou de uma mulher, porque um ser humano é feito de memória. Seu tronco, seus braços, seus lábios e seus olhos seriam apenas a matéria em que a memória se manifesta. A memória é um acontecimento que se expande por todo o corpo por meio de células interligadas. Assim, a memória seria um corpo que caminha carregando em si o tempo passado, o tempo presente e a expectativa do tempo futuro, um corpo que age ao existir, porque existir já é lembrar.
Explicar o amor sem recorrer a palavras associadas a afeto, corpo ou emoção é reconhecer que ele se instala quando as necessidades básicas de sobrevivência encontram estabilidade. Primeiro vêm alimentação, moradia, segurança e pertencimento. Quando o básico se estabelece, surge a equação que coloca o amor como o ponto mais alto da estrutura humana, pois ele representa a necessidade de vinculação e de partilha de mundo. Sozinhos, estamos em um território pouco compreendido; com o outro, criamos um campo de significados compartilhados. O amor torna-se então o encontro de dois mundos que se influenciam mutuamente, a forma mais elevada de integração à realidade e de atribuição de sentido à própria ação.
Quando o tempo decide parar de obedecer aos humanos, o primeiro dia dessa rebelião silenciosa acontece sem alarde. Ninguém precisa acordar pela manhã, porque não há manhã. Qualquer horário serve para acordar, porque não há mais horário. O trabalho não tem início definido, nem término previsto. Tudo fica suspenso e tudo pode começar a qualquer momento. O tempo, que organizava a mente humana, dissolve-se. Sem ele, a vida deixa de ser fragmentada e passa a fluir de forma intuitiva. A existência deixa de ser uma sequência e se torna um campo contínuo, onde as ações já não obedecem a uma régua invisível.
A inteligência que cresce em ambientes hostis pode ser compreendida como uma pequena chama que insiste em permanecer acesa na escuridão. O ambiente é amplo e adverso, mas essa chama, embora pequena, ilumina o suficiente para reorganizar o espaço ao redor. Ela não é um incêndio, apenas um ponto persistente que transforma o ambiente ao revelar camadas que antes não eram percebidas. Assim, a inteligência em ambiente hostil não domina pela força, mas pela capacidade de mobilizar e reorganizar o que parecia imóvel.
Quando alguém descobre que viveu metade da vida sendo uma versão traduzida de si mesmo, ocorre um deslocamento interno profundo. A pessoa percebe que nunca teve controle total sobre a própria trajetória e que a vida é atravessada por ilusões e projeções difíceis de identificar. Surge a pergunta sobre autenticidade em um mundo cheio de nuances imperceptíveis. Esse reconhecimento não destrói a identidade, mas inaugura um despertar ontológico, uma tentativa de viver o restante da existência com maior integridade e consciência, ainda que nunca haja certeza absoluta de autenticidade.
Se a linguagem pudesse adoecer, seus sintomas mais perigosos seriam a revelação involuntária das estruturas ocultas da sociedade. Ela deixaria de ser domesticada e passaria a expor o que antes permanecia velado. O poder perceberia primeiro essa doença, porque seria o mais ameaçado por uma linguagem que já não obedece. O poeta reconheceria a mudança como parte de seu próprio território de experimentação. O louco, imerso em seu universo particular, seria afetado de modo indireto, como quem vive em uma margem onde a linguagem já se encontra em estado instável.
O encontro entre duas ideias que se odeiam, mas dependem uma da outra para existir, seria breve e inevitável. Haveria um cumprimento mínimo e o reconhecimento mútuo de necessidade. Cada uma afirmaria silenciosamente ao outro que a existência própria só se sustenta pela presença daquilo que rejeita. Assim, a convivência não seria harmônica, mas estrutural. Permaneceriam juntas não por escolha, mas por impossibilidade de separação.
Perguntar o que é mais pesado — aquilo que nunca aconteceu ou aquilo que aconteceu e não pode mais ser alterado — conduz a uma conclusão direta: ambos carregam peso. O que não aconteceu pesa como possibilidade perdida; o que aconteceu e não pode ser alterado pesa como permanência irreversível. Cada um ocupa um tipo diferente de densidade dentro da experiência humana, mas nenhum deles é leve.

Mais uma vez me peguei chorando, desejando, no silêncio do meu quarto, que a morte me levasse de uma vez, porque a dor e a solidão já me consomem por inteiro, é um cansaço que não é do corpo, é da alma, um peso que aperta o peito, sufoca os pensamentos e transforma cada dia em uma batalha que eu já começo derrotado. Estou cercado de pessoas que dizem gostar de mim, mas as palavras soam vazias, como ecos sem verdade. Sinto que falam por educação, por costume, não por sentimento e eu continuo ali, no meio da multidão, me sentindo invisível, deslocado, julgado em silêncio, diminuído em cada olhar, é uma solidão que não depende de estar sozinho, é estar rodeado e, ainda assim, não pertencer a lugar nenhum, é carregar por dentro um grito que nunca sai, uma dor que ninguém vê, uma ferida que não fecha. Às vezes, tudo o que eu faço é esperar e esperar que o tempo passe, esperar que algo mude, esperar que essa dor finalmente se cale. Mas o que mais machuca é sentir que estou apenas sobrevivendo, contando os dias, como se aguardasse o momento em que tudo isso termine e o sofrimento, enfim acabe.

“Bom dia!”, disse Bilbo (...).
“O que quer dizer?”, perguntou. “Está me desejando um bom dia, ou quer dizer que é um bom dia quer eu queira ou não; ou que você se sente bem neste dia; ou que é um bom dia para ser bom?”

J.R.R. Tolkien
O Hobbit. Rio de Janeiro: Harper Collins, 2019.