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Desculpa Pai

Cerca de 11642 frases e pensamentos: Desculpa Pai

⁠⁠Meu Deus é Meu Tudo:Meu Pai, Amigo,Professor, Psicólogo,Médico...

Por que?


Oh pai, por quê? Por que, entre tantas almas,
submeter a minha pobre carne a isto?
Talvez eu não seja um bom soldado
para a guerra que o senhor planeja, não aqui, não assim


Eu não entendo, temo o mais tremendo, mas
ainda assim não entendo. Por quê?
Este monte de carne imundo já não se sustenta,
desgasta-se em silêncio


Da calda de ferro em vermelho vinho
que mina sob a fina camada
de gordura que encobre o rádio,
aos silenciosos pingos de pH 7,0


E o fim? Quando chega?
Virá pelas mãos mansas do tempo,
ou serei eu a fechar as cortinas?

Ser pai de verdade é ter responsabilidade e amor pela vida que ajudou a gerar.

O orgulho de ser pai de filhos adultos plenos ameniza a saudade das crianças que eles foram um dia .

O homem que um dia foi muralha, hoje treme.


Meu pai, que já foi tempestade, agora é sombra do trovão.
Antes, sua voz era lei, sua presença, temor.
Erguia-se como torre inabalável, inquestionável.
Confrontava os frágeis, dominava os que dele dependiam.
Era força bruta, autoridade sem pausa,
um império de si mesmo.


Mas o tempo, esse escultor silencioso,
foi desgastando as pedras da sua rigidez.
Hoje o vejo com medo.
Não mais o medo que impunha,
mas o medo que sente.
Medo do fim, do esquecimento, da fragilidade que ele tanto desprezou.


E mesmo assim, a arrogância permanece.


Como armadura velha que ele se recusa a tirar,
como se admitir fraqueza fosse morrer antes da hora.
A prepotência não o deixou ou talvez ele nunca quis deixá-la.


Porque abrir mão do orgulho seria admitir que o tempo venceu.
E ele, que nunca soube perder,
prefere se agarrar ao que resta da sua antiga coroa.


Mas eu vejo.
Vejo o homem por trás do mito.
E, apesar de tudo, ainda é meu pai.
Mesmo que hoje ele não seja mais o gigante que um dia foi.


By Evans Araújo

Até um palhaço pode ser grande pai,
Quando ele protege o sorriso do filho a qualquer custo.

"O filho pródigo optou pela periferia da vida.
Mas, um dia ele voltou à casa do pai...!"


☆ Haredita Angel

Hare! Hare!
Salve ! Salve!
Salve, O Grande Pai...
Salve , O Criador da beleza da fé...
Salve, seu filho, Jesus Cristo, que nos saúda, nos protege, nos guia, nos ilumina os caminhos, nos orienta a seguir rumo Norte, nos fortalece os instintos e nunca nos abandona...

☆Haredita Angel

Feliz família.

"O tempo passou...
E, agora procuro...
Cadê meu pai? - partiu!
Cadê minha mãe? - partiu!
Cadê meus irmãos? não sei!
Cadê os gozos de família?
- se foram...
-Oportunidades tidas e agora as percebo perdidas...
Fui! - cuidado você, prá não ser...
-Feliz família à todos!"
☆Haredita Angel

— Minha mãe me ensinou a ter paciência.
— Ela dizia: "espera só teu pai chegar, bichinha..."

Esse treco aí de paciência, eu não aprendi, não. Mas aprendi a rezar que foi uma beleza...

"O Senhor, que é pai, mãe, filho e espírito santo,
dai-me poder escolher os meus sonhos antes de dormir..."
Amém!
☆Haredita Angel

"Tem gente que acha mais fácil rezar a Ave Maria do que o Pai Nosso.
- Mas é rezando o Pai Nosso
que se descobre que Amor ao Próximo
não é beijar-lhe na boca; é ter compaixão e
beijar-lhe o coração."
☆Haredita Angel

⁠"Senhor, foi esse mais um dia de benção, de alegria e de luz em sua companhia.
Obrigado Pai, por estar sempre comigo, me conduzindo a cada passo e me abrigando em seu abraço.
Obrigada pela água, pelo pão, pela paz que me dás e pela festa que fazes em meu coração!"
Amém!
Haredita Angel
04.11.22
Boa noite!

"Que o pai do céu nos proteja,
afastando tudo aquilo que possa
entristecer os nossos corações."
Haredita Angel
25.09.16

"Pai, cada filho é um altar!"
Haredita Angel
16.03.14

“O adulto não se percebe buscando um pai, ele acredita estar em busca de amor, reconhecimento, segurança, sentido ou direção. Por trás dessas buscas legítimas, porém, opera a tentativa silenciosa de preencher uma função estrutural não integrada na infância. Relações e experiências passam a ser avaliadas a partir dessa referência ausente.”

- Trecho do livro Quando o pai falta: a ferida da ausência paterna e o caminho de maturidade da alma

O solo da terra é o útero que recebe as sementes, o agricultor o pai que semeia a vida pra nos dar a vida!

⁠O que esperar dessas Almas Sebosas que arregimentaram as almas “inocentes” para salvar o país e, desde então, nunca mais pararam de tentar vendê-lo para se salvarem?


Talvez nada além do que já entregam: a velha arte de travestir interesses pessoais em projetos de nação, a habilidade de manipular esperanças alheias enquanto negociam, sob o apagão das luzes, o próprio futuro.




Porque quem sempre se salvou à custa dos outros — da boa-fé, da ingenuidade, da fome por esperança — não aprende a sustentar o peso da verdade.


Passa a vida em mercados de ocasião, onde cada crise vira moeda, cada medo vira mercadoria, cada voto vira barganha.


E é justamente nesse teatro de sombras medonhas que se revela a nossa parte: perceber que país nenhum é salvo por quem está disposto a vendê-lo.


Talvez a verdadeira inocência não esteja em quem foi enganado, mas em quem ainda insiste em acreditar que o destino de uma nação pode caber no bolso de uns poucos iluminados por suas próprias ambições.


O resto, no fim, é só ruído — só guerra palavrosa — de almas sebosas riscando fósforos perto demais do futuro que prometem proteger.

Que o Pai dos pais acolha nossas orações pelos rejeitados e nos Liberte do Peso dos Julgamentos aos que Rejeitam!
Amém!

⁠Enquanto uns precisam de um tropeção para cair nos braços do Pai, outros para tentar quitar o aluguel das cabeças dos asseclas.


Há os que só descobrem a própria fragilidade quando o chão falta sob os pés.


O tropeço, para esses, não é punição: é convite.


Na queda, cessam as ilusões de autossuficiência, e o abraço do Pai deixa de ser discurso para se tornar refúgio.


A adversidade, então, cumpre seu papel mais nobre — revelar limites, ensinar silêncios e reordenar as prioridades.


Mas há os que fazem do tropeço um espetáculo, arrastando para o centro do palco um dos mais nojentos dos comportamentos — o vitimismo.


Não caem para aprender, caem para acusar e se vitimizar.


Transformam a adversidade em vitrine e o sofrimento em moeda, tentando pagar o aluguel das cabeças dos asseclas com versões convenientes da própria dor.


O vitimismo vira estratégia, não confissão; ruído e não arrependimento.


Em vez de atravessar a noite, preferem manter acesa a fogueira da queixa.


A diferença não está na queda, mas no destino dado a ela.


Uns permitem que a dor os humanize; outros a instrumentalizam.


Uns se levantam esvaziados de si e cheios de fé; outros se erguem inflados de razão e pobres de verdade.


No fim, a adversidade sempre cobra seu preço: ou nos reconcilia com o essencial, ou nos aprisiona na necessidade de plateia.


E talvez aí resida o discernimento que nos falta: nem toda lágrima nos cobra empatia, nem toda queda é lição.


Há tropeços que salvam, e há tropeços que apenas alugam consciências.