Desconfiar das Pessoas
Acho errado jornalistas dizerem que pessoas que são menos instruídas, que não tem nível superior, pobres, não terem a capacidade de pensar e votar corretamente. Conheço pessoas que não tem nível superior e são mais inteligentes do que pessoas estúpidas que tem Graduação
A internet deixou as pessoas iludidas no desnecessário: mulheres são influenciadas em viagens, status, carreira, corpo definido, e perdem o essencial para vida que é focar em casar, ter filhos, manter uma Família; homens estão focando no corpo, carros e motos, status, o Mamom. A Sociedade pensa em bens materiais e carreira ao invés de focar em manter uma Família como prioridade número um.
As pessoas do Brasil precisam aprender que a Imprensa e Mídia não são donos da verdade, você não pode construir tua opinião e escolha política baseada na imposição de opinião de jornalistas, a informação que eles passam qualquer pessoa pode checar através de pesquisas, ainda... enquanto, o Governo não controla a Informação.
Brasil Política. Se as pessoas já estão sendo manipuladas para saírem às ruas sem ser por algo que interesse à elas e o País, imagina com o Governo controlando a Imprensa e a Mídia. Deus nos livre.
As pessoas estão colocando dinheiro e carreira acima do amor. Trabalhar, não trabalhar, ganhar mais ou menos deveria ser segundo plano, a prioridade deve ser casar por amar, por gostar da pessoa, por querer dividir a vida com ela, sem interesse de dinheiro ou status.
QUEM DECIDE POR VOCÊ QUANDO VOCÊ NÃO DECIDE?
Há pessoas que passam a vida inteira fazendo escolhas que nunca foram verdadeiramente suas. Reproduzem expectativas, obedecem aos próprios medos e confundem adaptação com liberdade.
O maior perigo não é alguém controlar sua vida. É você acreditar que está no controle enquanto apenas executa decisões que outros escreveram.
Consciência sem autoria é perceber a vida e permitir que outros a escrevam.
É sobre essa diferença entre existir, escolher e assumir a própria trajetória que desenvolvi minha pesquisa científica sobre o Método PROTAGONISTA.
Pensar por si mesmo não é pensar em si mesmo.
Carlos Eduardo Garcia Moreno Balcarse
Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Escritor e Pesquisador
19 de outubro de 2026
POR QUE AS PESSOAS ACREDITAM EM FAKE NEWS, MESMO DIANTE DAS EVIDÊNCIAS?
Porque nem sempre procuram a verdade. Muitas vezes, procuram informações que autorizem aquilo em que já decidiram acreditar.
A mentira mais perigosa não é aquela que engana os olhos, mas aquela que encontra abrigo nas convicções.
O senso comum comumente mente.
Em minhas pesquisas sobre Alfabetização do Discernimento Consciente e METADISCERN, examino precisamente esse problema: a incapacidade de distinguir a força de uma crença da qualidade das evidências que a sustentam.
Quem acredita sem examinar pode acabar defendendo a própria manipulação.
Carlos Eduardo Garcia Moreno Balcarse
Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Escritor e Pesquisador
19 de outubro de 2026
POR QUE PESSOAS INTELIGENTES ACREDITAM EM MENTIRAS, DEFENDEM QUEM AS MANIPULA E NÃO PERCEBEM QUE ESTÃO SENDO CONTROLADAS?
Porque inteligência não garante discernimento.
Conhecimento não garante consciência. E pensar não significa, necessariamente, pensar por si mesmo.
Uma pessoa pode possuir formação acadêmica, acesso à informação e capacidade de argumentação e, ainda assim, reproduzir fake news, defender interesses contrários aos seus, obedecer a pensamentos automáticos e confundir manipulação com liberdade.
“O senso comum comumente mente.”
A desinformação não começa apenas quando alguém produz uma mentira. Ela também prospera quando alguém perde a capacidade de questionar aquilo que deseja acreditar.
É nesse território que se estabelece uma verdadeira guerra mental: entre o que pensamos, o que sentimos, o que acreditamos e aquilo que decidimos transformar em verdade.
Mas como desenvolver pensamento crítico, ampliar a consciência, superar a alienação e conquistar autonomia intelectual?
A resposta não está simplesmente em pensar mais, estudar mais ou consumir mais informações. Está em aprender a examinar os critérios que autorizam nossas crenças, interpretações e decisões.
Em minhas pesquisas científicas, desenvolvo essa discussão por diferentes caminhos.
No METADISCERN, examino o discernimento como uma operação de segunda ordem: não apenas pensar, mas avaliar os critérios pelos quais um pensamento recebe autoridade.
Na Pedagogia do Discernimento, investigo uma educação que ultrapasse a memorização de respostas e favoreça a formação de sujeitos capazes de questionar, interpretar e revisar aquilo que aprenderam.
Na Alfabetização do Discernimento Consciente (EADC), abordo a necessidade de desenvolver competências para reconhecer desinformação, distinguir evidências de opiniões e resistir à manipulação informacional.
Na pesquisa sobre evocação e desautorização, examino por que lembrar não significa compreender e por que conhecimentos recuperados da memória precisam, em determinadas circunstâncias, perder a autoridade que anteriormente receberam.
No estudo sobre discernimento na regulação da relação entre emoção e ação, investigo a diferença entre sentir intensamente e autorizar que uma emoção determine nossas escolhas.
E no Método PROTAGONISTA, desenvolvo uma abordagem voltada à consciência, à responsabilidade pelas escolhas e à autoria da própria trajetória.
Essas questões se tornam ainda mais urgentes diante da inteligência artificial.
Uma máquina pode produzir respostas brilhantes para alguém que não compreende sequer a pergunta. Pode ampliar o desempenho sem necessariamente desenvolver competência independente. Pode facilitar o acesso ao conhecimento enquanto o indivíduo terceiriza sua capacidade de julgar.
A tecnologia pode ajudar a pensar. Não deve receber automaticamente a autoridade de pensar por nós.
“A mente mente e o discernimento desmente.”
A libertação mental não consiste em eliminar pensamentos negativos, silenciar a mente ou abandonar todas as influências. Consiste em reconhecer que nem tudo o que pensamos merece continuar sendo acreditado, nem tudo o que sentimos precisa ser obedecido e nem tudo o que aprendemos merece permanecer autorizado.
Discernimento é criar distância entre o que pensamos e o que decidimos continuar pensando.
A maior ameaça à autonomia humana talvez não seja a falta de informação, mas a incapacidade de reconhecer quando uma informação, uma emoção, uma lembrança ou uma convicção está assumindo uma autoridade que não merece.
Porque quem não examina aquilo que governa seus pensamentos dificilmente perceberá quando deixou de governar a própria vida.
“Pensar por si mesmo não é pensar em si mesmo.”
Carlos Eduardo Garcia Moreno Balcarse
Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Escritor e Pesquisador
19 de outubro de 2026
Pessoas como eu, que escolhem a solidão e o silêncio carregam uma força que poucos conseguem perceber. Elas não são antissociais; pelo contrário, são profundamente leais e autênticas, mais do que aquelas que buscam companhia constante. Essas almas apreciam a própria presença, vivendo em paz e sem interferir na vida alheia, porque sabem que, assim, sua própria vida permanece intacta.
O silêncio delas não é sinal de fraqueza, mas de poder. São seletivas, observam com atenção quem cruza seu caminho e sabem distinguir quem transmite confiança e valor daqueles que só trazem desgaste. Buscam qualidade, não quantidade; profundidade, não superficialidade.
Quando você consegue conquistar seu espaço nesse círculo restrito, descobre pessoas intensamente fiéis e verdadeiras. Por trás de sua tranquilidade, existe um mundo interior vasto, repleto de reflexão, autenticidade e lealdade. Elas preferem a solidão não por desprezo pelos outros, mas por valorizarem demais a própria paz interior, aquele refúgio silencioso onde encontram equilíbrio e sentido.
Você se identifica com esse tipo de pessoa?
Cheguei a um momento da minha vida em que não quero conviver com pessoas que não são autoconscientes. Gente que se coloca em situações ruins, faz péssimas escolhas e foge da responsabilidade. A verdade é uma só: você não é vítima, e sim o vilão da sua própria história; o seu caos é resultado das suas próprias escolhas.
Eu reparo muito em como as pessoas tratam aquelas de quem não dependem de nada. Uma boa pessoa trata todo mundo bem; já aquela pessoa que se acha superior aos outros trata muito bem quem pode lhe dar favores ou coisas, mas não trata bem quem não tem nada a oferecer. As pessoas ficam focadas em coisas como 'ah, ele me tratou tão bem' ou 'ele disse isso'. Quando você pergunta 'mas como ele tratou o mais humilde?', a resposta costuma ser 'não sei', como se isso fosse irrelevante. Mas isso é extremamente relevante, porque o caráter de uma pessoa não se mede pelo que ela tem na carteira, mas pela forma como ela escolhe tratar os outros.
O grande problema das pessoas hoje é que elas simplesmente distorcem as coisas. Por exemplo, o "Super-Homem" de Nietzsche acabou se tornando um símbolo nazista, sendo que de nazismo não tinha nada.
A mensagem de amor e tolerância de Jesus virou, nas mãos da igreja, uma mensagem de manipulação e intolerância.
Ou então a ideia é deturpada porque quem não entende a matéria acaba explicando tudo errado.
É como dizer "eu peso tanto"... Na verdade, você não pesa nada, você mede a sua massa, peso é uma força!
Ou falar em força centrífuga... Ela não existe, o que existe é a inércia!
E por aí vai.
*Não existe milagre tipo transformar água em vinho, existem sorrisos, pessoas gentis, crianças correndo pelas praças, amantes se entregando na madrugada, amores nascendo de um encontro, mães chorando de alegria no parto e pais entendendo a partida do filho.*
(Saul Beleza)
Antes de querer mudar as pessoas, transforme suas próprias atitudes. Antes de exigir justiça, seja justo. Antes de cobrar respeito, aprenda a respeitar. Antes de apontar os erros do mundo, tenha a coragem de reconhecer os seus.
Vivemos esperando que alguém mude, que a sociedade desperte, que o mundo se torne mais justo. Mas, muitas vezes, esquecemos que toda grande transformação começa em um lugar pequeno, silencioso e poderoso: dentro de nós.
Não podemos controlar todos os acontecimentos, nem corrigir todas as injustiças, mas podemos escolher não reproduzir aquilo que condenamos.
Não espere que o mundo mude para começar a fazer a diferença. Mude você — e faça da sua própria vida a prova de que um mundo melhor é possível.
As pessoas tendem a se lembrar de você apenas nos momentos de tempestades, mas nunca se lembram nos dias em que está sol, então não aceite mais servir só com guarda chuvas.
