Desconfiar das Pessoas
Eu acho que estamos passando por um período em que muitas pessoas têm entendido que se elas estão com um problema é dever do governo lidar com ele. ‘Eu tenho um problema, eu conseguirei um auxílio. ’ ‘Eu estou sem casa, o governo tem que me dar moradia’. Eles estão colocando o problema na sociedade. E, você sabe, não existe essa coisa de sociedade. Há homens e mulheres individuais e há famílias. Nenhum governo pode fazer nada a não ser através de cada pessoa, e as pessoas precisam olhar para si mesmas em primeiro lugar. É nosso dever olhar para nós mesmos, em seguida, para o nosso próximo. As pessoas tendem a ser muito conscientes dos seus direitos, mas não de seus deveres, pois não há algo como direito ao menos que alguém tenha primeiro encontrado um dever.
Todas as pessoas passam por dificuldades e sofrimento. Às vezes, você pode até desejar fugir desta solidão. Mesmo assim é preciso resistir e viver.
Há uma distância enorme entre eu e as pessoas. Estou chegando de experiências que elas não tiveram - e eu não estou sabendo o que elas viveram nesse tempo que fiquei fora. E difícil, difícil. Como começar tudo de novo. Até reencontrar os pontos de contato, leva tempo. Entre eu e as pessoas. Entre eu e a terra. Entre mim e eu.
Não é verdade que as pessoas param de perseguir os sonhos porque envelhecem, elas envelhecem porque pararam de perseguir os sonhos.
As pessoas educam para a competição e esse é o princípio de qualquer guerra. Quando educarmos para cooperarmos e sermos solidários uns com os outros, nesse dia estaremos a educar para a paz.
É estranho descobrir o quanto você é importante para pessoas que não sabia que se importavam tanto. Ou descobrir que a sua lenta desintegração pode se refletir em outras pessoas numa escala menos.
Falsas lágrimas são capazes de machucar outras pessoas. Falsos sorrisos são capazes de machucar a sí mesmo.
A dor que todas as pessoas experimentam na vida e a leveza que faz com elas vençam tudo isso, suas vidas e suas histórias e seu amor são o que me mantêm viva, o que me move a escrever.
Na casa defronte de mim e dos meus sonhos,
Que felicidade há sempre!
Moram ali pessoas que desconheço, que já vi mas não vi.
São felizes, porque não são eu.
As crianças, que brincam às sacadas altas,
Vivem entre vasos de flores,
Sem dúvida, eternamente.
As vozes, que sobem do interior do doméstico,
Cantam sempre, sem dúvida.
Sim, devem cantar.
Quando há festa cá fora, há festa lá dentro.
Assim tem que ser onde tudo se ajusta —
O homem à Natureza, porque a cidade é Natureza.
Que grande felicidade não ser eu!
Mas os outros não sentirão assim também?
Quais outros? Não há outros.
O que os outros sentem é uma casa com a janela fechada,
Ou, quando se abre,
É para as crianças brincarem na varanda de grades,
Entre os vasos de flores que nunca vi quais eram.
Os outros nunca sentem.
Quem sente somos nós,
Sim, todos nós,
Até eu, que neste momento já não estou sentindo nada.
Nada? Não sei...
Um nada que dói...
Ei loura, hoje não é o pior dia da sua vida, hoje, amanhã, passa rápido, as pessoas vão estar com você o tempo todo, com medo de deixá-la sozinha. O pior dia? Vem na semana que vem, quando só restar o silêncio.
Saudade da minha infância, quando não me preocupava com despesas, brigas, pessoas interesseiras e de quando meu maior problema era não ter minha vontade feita pelos meus pais.
Saudade de quando tive certeza que certos amores seriam eternos e que eu jamais me decepcionaria.
Saudade de quando não existiam brigas na família, decepções com amizades e nem injustiças no trabalho.
Saudade de quando a vida era muito mais simples e eu achava que tinha algum problema.
Algumas pessoas só perceberão teu valor e o quanto você é especial e importante na vida delas
depois que elas perderem você. A vida é assim. Algumas pessoas são inteligentes, outras não.
Vocês,dentre todas as pessoas deveriam saber não existe esperança ter esperança é o mesmo que desistir e é a maior mentira de todas
