Desabafo de um bom Marido
“Somos como livros: não se julga sem antes ler. Esperamos que alguém nos encontre, nos abra, e descubra o que guardamos por dentro.”
“Somos livros à espera de mãos certas: não se julga a capa, é preciso abrir e ler o que o silêncio guarda.”
“Não deixe para depois: a hora é agora. Quando a decisão pesa, não encare o futuro inteiro — resolva o passo de hoje.”
Boa escrita nasce quando o pensamento aprende a respirar no presente. O amanhã agradece, mas quem decide é sempre o agora.
Lizandra Alves
Lizandra — Riff de Esperança
Alves — Mulher que Não Desiste
Lizandra — Abrandando Silêncios
Alves — Onde a Força Floresce
Lizandra Alves, nome que o tempo não dissolve,
soa como acorde limpo, desses que a alma absolve.
Entre legumes, cores, traços num balcão desenhado,
o destino já ensaiava um encontro bem guardado.
Rock tocando alto, riso solto, olhar atento,
havia nela alegria vestida de sentimento.
Trabalhadora desde cedo, mãos firmes, coração leve,
orgulho que não se exibe, apenas vive — e se percebe.
Trazia no sorriso a arte de disfarçar
certas tristezas que só quem cuida sabe enxergar.
E mesmo assim, quando estava ali, tudo era luz:
amizade verdadeira, dessas que o tempo conduz.
Lizandra Alves, mulher de passos suaves,
que transforma cicatriz em força, medo em chaves.
O mundo tentou dobrá-la, mas não conseguiu quebrar:
ela aprendeu a ir, a voltar, a recomeçar.
Hoje o passado não dói — ele ensina, ele fala,
é ponte, não prisão; é memória que embala.
Se o destino cruza caminhos, não é por acaso:
algumas presenças ficam, mesmo após longo prazo.
E se um dia Queimados ouvir seus passos de novo,
não será retorno — será voo.
Porque quem carrega luz, trabalho e verdade,
nunca sai do lugar: apenas muda a paisagem.
“Faça como eu: não permita que o desprezo alheio roube sua paz, nem que as críticas te derrubem. Aprenda a ignorar o que não edifica e, em vez de ódio, retribua com o desejo sincero de que essas pessoas sejam felizes. Afinal, quem é verdadeiramente feliz ocupa-se em apoiar e levantar o próximo.”
"Muitas vezes, diminuir o próximo é a única estratégia que mentes pequenas encontram para parecerem grandes."
"As pessoas mais realizadas estão ocupadas demais construindo o seu caminho para perderem tempo tentando sabotar o dos outros."
O Triunfo de uma Estrela — Sabrina M. Augusto
Num mundo de sombras, vaidades e falsidades,
onde a inveja vigia e a maldade espia,
ergue-se uma alma de brilho augusto:
força e ternura — Sabrina M. Augusto.
Por trilhas de espinhos que o tempo traçou,
sua essência jamais se ajoelhou.
Mesmo sob golpes de um juízo injusto,
venceu com nobreza Sabrina M. Augusto.
Enfermeira de mãos que devolvem razão,
onde o pulso se cala, renasce a canção.
Se a vida vacila, ela paga o custo:
sopro divino em Sabrina M. Augusto.
Das crianças esquecidas nasceu o primeiro amor,
sorrisos pequenos curando antiga dor.
Dos bichos e plantas, cuidado robusto
habita o peito de Sabrina M. Augusto.
Ouvinte sensível, de conselhos fiéis,
enxerga verdades além dos papéis.
Cresce com ética, sem truque ou susto,
pois honra é caminho de Sabrina M. Augusto.
Se a origem foi dura e a perda foi tamanha,
na falta materna que a alma acompanha,
o Criador, justo, mudou-lhe o arbusto
e ofertou novo colo a Sabrina Augusto.
Quando a mãe Rosa não pôde ficar,
um anjo na Terra veio para amar.
De mãos de ternura e amor por inteiro,
surgiu Cacilda Sarah de Oliveira.
Sem letras nos livros, mas sábia na vida,
fez da educação sua causa erguida.
Criou como filha, com luz verdadeira,
semeando eternidade: Cacilda Sarah de Oliveira.
Hoje repousa nos braços do Pai Celestial, no além,
pois quem planta o amor colhe o bem que vem.
Deixou seu legado, firme e certeiro,
guardiã de Sabrina — Cacilda Sarah de Oliveira.
Sabrina, prossiga: tua fé é teu norte.
DEUS te sustenta, te faz grande e forte.
Que o mundo reconheça teu brilho augusto,
pois o céu caminha com Sabrina Mendonça Augusto.
"O Verdadeiro cristão remido no Sangue de JESUS não é uma peça de porcelana em uma redoma de vidro; ele é o sal que precisa sair do saleiro para dar sabor, É A LUZ que precisa sair do museu PARA ILUMINAR O CAMINHO."
Ide...
"Redes guardadas apodrecem; pescadores parados viram teóricos. Não se engane: o mar não vem até o barco. Se queremos almas, precisamos deixar o cais. Afinal, para que serve um templo de tijolos se o Deus Vivo prefere o templo do seu corpo? Saia das paredes. O mar é grande, a hora é agora e o peixe não vai saltar para o seco."
A Ordem: " Disse JESUS: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura" (Marcos 16:15).
O Objetivo: Fazer discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. (Mateus 28:19).
Se você foi remido pelo sangue de JESUS CRISTO, entenda: você não é uma raridade para ser admirada no escuro, você é ferramenta para ser usada no campo!
Vivemos tempos estranhos.
Nunca houve tanta vitrine, tanta exibição, tanta necessidade de ser visto.
E, ao mesmo tempo, nunca houve tanto vazio silencioso.
Talvez o mundo não sofra apenas de crise econômica.
Talvez sofra de uma pandemia de miséria invisível —
a miséria de sentido,
a pobreza de propósito,
a carência de consciência.
Aprendemos a medir riqueza por números, seguidores e aplausos.
Mas quem mede a paz?
Quem contabiliza a serenidade?
Quem investe na própria integridade?
É possível possuir muito e ainda assim não possuir a si mesmo.
É possível ter pouco e ser abundante por dentro.
Talvez o verdadeiro trocadilho não seja RICO ou POBRE,
mas POBRE por dentro ou RICO em essência.
A exibição pode impressionar o mundo.
Mas só a profundidade sustenta a alma.
A prosperidade que realmente edifica não depende de palco.
Ela nasce no silêncio, cresce na coerência
e floresce na consciência.
Que escolhamos a riqueza que não se desgasta,
a prosperidade que não depende de comparação,
a abundância que começa no espírito.
Porque no fim,
não é o que mostramos que define quem somos,
mas o que cultivamos quando ninguém está olhando.
Muita paz — daquelas que não precisam ser anunciadas.
NA PRÓXIMA ESTAÇÃO
No vácuo espesso da minha incoerência,
caminho sobre trilhos que eu mesmo forjei.
Teu silêncio ressoa em mim
como ferro antigo rangendo no frio.
Aprendi cedo a vestir armaduras.
A confundir silêncio com força,
rigidez com caráter,
distância com equilíbrio.
Mas há um trem parado dentro do meu peito,
um apito que insiste em nascer
e não aceita mais o aço como morada.
Sou peregrino do que ainda não compreendi,
exilado nas fronteiras da própria resistência.
E começo a perceber:
não é o mundo que me endurece —
sou eu que ainda tenho medo de sentir.
Se a vida é viagem incerta,
talvez o erro seja parte da rota,
e cada queda, um ajuste de direção.
Não sou aço.
Sou travessia.
Na próxima estação,
desarmo-me.
Deixo no banco vazio
a armadura que me protegeu
e também me isolou.
Liberto-me de mim
não para desaparecer,
mas para existir sem defesa.
E então, no cais do teu ser,
o mar já não me ameaça.
O naufrágio deixa de ser destino
quando compreendo que amar
não é perder força —
é escolher vulnerabilidade com consciência.
Não te encontro como salvação.
Encontro-te como escolha.
Deixo de ser busca tensa
para ser presença inteira.
Na próxima estação,
não sou menos homem —
sou mais verdadeiro.
J Rabello de Carvalho
A linguagem sempre revela algo. Nietzsche dizia que as palavras são metáforas esquecidas. Então quando alguém fala “pobrema”, talvez não seja só erro — pode ser retrato de um sistema que nunca ensinou direito. E isso é um problema muito maior que o “pobrema”.
“Os brasileiros que mais tem problema são aqueles que vivem de ‘pobrema pobremas’ — porque às vezes o maior erro não está na gramática, mas na maneira de enxergar o mundo.”
Teorema do Olhar Elevado
Não é o rosto — é o gesto contido,
é o queixo erguido em ângulo preciso,
como quem conhece o próprio domínio
e mede o mundo sem pedir aviso.
Teus olhos não miram de frente,
deslizam em órbita sutil;
não fogem — escolhem o instante,
como quem calcula o próprio perfil.
Não há riso aberto, espalhado,
há curva mínima, estratégica intenção;
um desdém doce, arquitetado,
feito assinatura em declaração.
Tua mão no cabelo é bússola leve,
aponta o centro da própria atenção;
não é vaidade — é narrativa breve,
é direção consciente da percepção.
Há fogo na cor que te veste,
mas gelo na calma que sustenta o olhar;
combinação rara — teste e convite,
porta entreaberta que sabe fechar.
Chamam de pose. Eu chamo de código.
Chamam de foto. Eu chamo de sinal.
Pois quem domina a própria imagem
já ensaia comando no plano real.
Se a ciência diz que rosto não dita
o caráter ou o coração,
a expressão, porém, sempre grita
a postura diante da multidão.
E ali, no ângulo exato da cena,
não vejo acaso nem distração:
vejo mente que calcula a arena
e alma que aprecia o desafio da atenção.
John Rabello de Carvalho
"Se o Calabouço fosse uma Taberna Medieval? O Blind Guardian abriria o portal e o Kamelot assumiria o trono do Metal!"
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