Desabafo de um bom Marido

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O amor deve considerar-se como um grande poema, cujo primeiro canto é o casamento.

A arte não é outra coisa senão a força de sugestão de um detalhe.

Muitas vezes a utopia de um século torna-se a ideia vulgar do século seguinte.

O amor não é o lamento moribundo de um violino longínquo - é o rangido triunfante das molas da cama.

Suportamos tudo: a guerra, o sofrimento, o exílio, etc. A passagem de um estado para o outro é que é terrível. O tempo de nos instalarmos.

Quem busca o conhecimento e o acha, obterá dois prémios: um por procurá-lo, e outro por achá-lo. Se não o encontrar, ainda restará o primeiro prémio.

Um homem que tenha rido com gosto ao menos uma vez na vida não pode ser de todo irremediavelmente ruim.

O homem pode adquirir conhecimento ou se tornar um animal, como ele quiser. Deus faz os animais, o homem faz a si próprio.

O poema deve ser como a estrela que é um mundo e parece um diamante.

Tão-somente o infortúnio pode converter um coração de pedra num coração humano.

A vida de uma nação, como a de um indivíduo, é uma ruína perpétua, uma sequência de desabamentos, uma interminável expansão de misérias e crimes.

Um tolo aos quarenta anos é realmente um tolo.

A sorte é um acaso, a felicidade uma vocação.

Um criminoso é uma pessoa com instintos predatórios sem capital suficiente para formar uma empresa.

Todo homem é um abismo, e alguém é capaz de ter vertigens se olhar para baixo.

Para se ser completamente Homem, indispensável se torna ser um pouco mais e um pouco menos do que homem.

Escreve claro quem concebe ou imagina claro; com vigor, quem com vigor pensa, por ser a língua um vestido transparente do pensamento.

Nunca vi ainda um homem que analise tão profundamente os seus erros que se acuse a si mesmo.

Ninguém sabe o bastante para ser um pessimista.

O crime é, antes de tudo, um fato, entendendo-se por tal não só a expressão da vontade mediante ação (voluntário movimento corpóreo) ou omissão (voluntária abstenção de movimento corpóreo), como também o resultado (effectus sceleris), isto é, a consequente lesão ou periclitação de um bem ou interesse jurídico penalmente tutelado.