Desabafo de um bom Marido

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O bom de ter a carteira de trabalho digital brasielira é que você vê todos os seus chefes quue você teve na vida, inclusve os mais chatos. Dia da piada.

⁠O erro fatal não está em ser bom, mas sim em depender da bondade alheia.

Bom dia!


O resultado das urnas é sagrado; o povo é soberano, mas só será verdadeiramente livre quando não depender das esmolas de nenhum governo.


Benê Morais.
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Homônimos religiosos mas as crenças são divididas em lado bom e lado ruim. Sincretismo que substitui uma cultura, onde o tempo hipnotiza vossas mentes. E assim percebemos as sobreposições culturais, onde a Antroposofia revela os detalhes das vidas.

⁠O bom dessas semanas recheadas de sexta-feira, é o Maravilhoso risco que corremos em Aprender e Gostar de ser Feliz todo dia.

⁠Nunca há despedidas fáceis, sobretudo daqueles que não tem o nosso sangue, mas tem aquele que o bombeia.

⁠Bom era quando clamávamos para chover só para dançar na chuva, não para chorar escondido.

Num mundo onde quase tudo pode ser dito, mas quase nada escutado — talvez o bom ou mau-humor seja nocivo aos Donos da Verdade que não conseguem se despir da Toga do Moralismo.


Onde se fala muito e ouve-se muito pouco — o ruído é constante, e o humor se torna muito perigoso.


Talvez o bom ou o mau-humor sejam nocivos apenas aos donos da verdade, esses que vestem a toga do moralismo como se fosse um escudo contra qualquer desconforto.


Não suportam o riso porque o riso desarma, não suportam a ironia porque ela revela, e não suportam o espelho que o humor, em sua essência, quase sempre oferece.


Enquanto o mundo se divide entre os que falam e os que reagem, o ouvir continua sendo o ato mais revolucionário — e o rir de si mesmo, o mais Libertador.


Pois, para os que não conseguem rir de si próprio, as palavras perdem o dom de tocar para alimentar o vício de ferir.

Que a paz alicerçada no ódio dos que espalham o caos jamais alcance os espíritos de bom caráter! Amém!

Que a paz alicerçada no ódio dos que espalham o caos jamais alcance os espíritos de bom caráter!
Amém!


Há uma paz descaradamente oferecida que não nasce do amor, mas da dominação e da chantagem.


Uma paz forjada no silêncio imposto, na intimidação disfarçada de ordem, e no medo travestido de harmonia.


É a paz dos que espalham o caos, mas se dizem pacificadores — dos que confundem obediência com virtude e opressão com estabilidade.


O verdadeiro espírito de bom caráter não se acomoda diante dessa farsa.


Ele sabe que a paz construída sobre as amarras invisíveis do ódio é apenas uma pausa entre violências, um disfarce temporário do desequilíbrio moral.


Que essa falsa paz jamais encontre morada nos corações íntegros, nos Espíritos de bom caráter, pois onde habita o amor pela justiça, o ódio não se cria.


Que jamais sejamos seduzidos pela calmaria ardilosa dos covardes, e que nossa serenidade continue sendo fruto da consciência da Liberdade de Pensar por conta própria, não da submissão e da chantagem.


Amém!

⁠Bom mesmo é quando a sorte vem e nos abraça tão apertado que até os pecados se quebram.

Às vezes,
é bom nos permitir temer os que temem desbravar a nossa Casca de Proteção.


Porque há algo muito inquietante em quem recua diante da simples suspeição da profundidade alheia.


Não pelo medo em si — afinal, temer é humano — mas pela escolha de permanecer na superfície, onde nada exige entrega, onde tudo é seguro demais para ser verdadeiro.


Quem teme atravessar a casca do outro, muitas vezes também evita confrontar a própria.


Nossa proteção não nasce por acaso…


Ela é feita de silêncios acumulados, de experiências que nos ensinaram a medir palavras, de afetos que não vieram quando deveriam.


Não é apenas defesa: é memória estruturada.


E desbravá-la exige muito mais do que curiosidade — exige coragem, cuidado e, sobretudo, disposição para lidar com o que pode não ser tão simples.


Por isso, há um certo risco em quem não ousa ir além.


Não porque sejam perigosos em essência, mas porque podem tentar transformar o outro em algo raso, reduzido, confortável demais para caber na própria limitação.


E ser reduzido é, de certa forma, uma violência muito sutil: é ter sua complexidade ignorada em nome da conveniência.


Temer essas pessoas, então, não é fraqueza.


É um instinto que nos lembra do valor daquilo que guardamos.


É reconhecer que nem todos estão prontos para acessar o que há de mais sensível — e que isso não diminui o que somos, apenas revela onde não devemos insistir.


No fim, permitir-se esse temor é também um gesto de respeito consigo mesmo.


Porque nem toda presença merece travessia, e nem todo olhar está preparado para enxergar além da superfície.


E tudo bem.


Há profundidades que não foram feitas para qualquer um alcançar.⁠

⁠Todo bom Político-influencer já sabe que a moeda de troca mais forte na Economia da Atenção é o ruído,
só faltam os apaixonados pela Política do Espetáculo assimilarem isso.


O ruído não precisa ser verdadeiro, nem consistente — basta ser alto, constante e emocionalmente carregado.


Ele ocupa espaço, desloca debates mais complexos e cria a sensação de urgência permanente.


Nesse ambiente, a reflexão perde terreno para a reação, e o pensamento crítico cede lugar ao impulso.


O que se consome não são exatamente informações, mas estímulos.


Há uma lógica quase industrial por trás disso: quanto mais simples a mensagem, maior sua capacidade de circulação; quanto mais polarizadora, maior seu alcance; quanto mais indignação provoca, mais engajamento gera.


O resultado é um ciclo perverso que se retroalimenta — o público reage, o algoritmo amplifica, o emissor intensifica…


E assim, pouco a pouco, o conteúdo vai sendo moldado não pelo que é relevante, mas pelo que reverbera.


O problema não está apenas em quem produz esse ruído, mas também em quem o consome.


Existe um conforto deveras estranho nas certezas rápidas e inquestionáveis, nas respostas prontas e bem empacotadas, nas narrativas que dispensam nuances.


A complexidade exige muito esforço; o ruído, nenhum.


Ele oferece pertencimento imediato, ainda que superficial, e transforma a discordância em espetáculo.


Nesse cenário, a política deixa de ser um espaço de construção coletiva e passa a operar como palco.


Personagens substituem propostas, frases de efeito ocupam o lugar de argumentos, e a performance se torna mais importante que o conteúdo.


A atenção, disputada a cada segundo, já não premia a consistência, mas a capacidade de capturar olhares — ainda que por meio da distorção e encenação.


Talvez o desafio maior esteja em reaprender a escutar o silêncio entre os ruídos.


Em desacelerar o consumo, questionar a forma antes de aceitar o conteúdo — e resistir à tentação de reagir imediatamente a tudo.


Porque, no fim, o ruído só se sustenta enquanto encontra eco dos asseclas ou rivais igualmente apaixonados.

⁠Apesar das Agruras que oportunizou o Nosso Encontro,
foi muito bom
prosear com você.


Há encontros que não nascem da alegria, mas da necessidade.


A vida, por vezes, nos apresenta uns aos outros justamente quando o chão parece menos firme, quando as certezas vacilam e as circunstâncias nos obrigam a dividir silêncios, esperanças e até inquietações.


É muito curioso perceber que as dificuldades, embora nunca sejam bem-vindas, também carregam a estranha mania de poder aproximar pessoas que talvez jamais cruzassem nossos caminhos.


E, quando isso acontece, descobrimos que uma boa conversa pode aliviar pesos que nem imaginávamos estar carregando.


Prosear é muito mais do que trocar palavras…


É repartir experiências, acolher perspectivas, reconhecer no outro até um pouco de nós mesmos.


Uma conversa sincera não resolve todos os problemas, mas quase sempre nos devolve algo precioso: a sensação de que não caminhamos sozinhos.


Que as agruras sejam passageiras.


Que os aprendizados permaneçam.


E que, quando a tempestade passar, fique a lembrança de que, mesmo em tempos difíceis, a vida ainda é capaz de nos presentear com encontros maravilhosos e conversas que aquecem até a nossa alma.


Gratidão pela boa prosa!?!


Que ela seja uma daquelas lembranças que sobrevivem às dificuldades e continuam fazendo sentido muito depois de elas terem ido embora.


Apesar das Agruras da vida, amei estar com você!

⁠O bom caráter vale mais do que mil talentos.

✅ A consistência diária no que é certo e bom vale muito mais, incomparavelmente, do que curtidas, comentários e seguidores nas redes sociais. 🛜

"Apesar de qualquer coisa, seja extremamente bom em não parar."


— Autor desconhecido

É preciso ser ruim em algo por tempo suficiente até começar a ser bom.

"É bom (e ruim) navegar na Internet. Eles nunca sabem se somos humanos ou robôs; homens ou mulheres; bonitos ou feios. Eles não sabem. Nós, também não! Por isso é bom (e ruim) navegar na Internet!"


Frase Minha 0004
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"O Bom Velhinho disse que só trouxe presente pra Mim porque também neste Ano eu obedeci Minhas Noivas, eu comi todos os legumes e eu NÃO usei Mentira, Eufemismo ou Desfaçatez contra ninguém! 'Como sempre faço', lembrei a ele!"


TextoMeu 1209
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