Depois
Que a felicidade, ainda que breve, possa ser bem desfrutada. E que as perguntas fiquem pra depois e não tenham tanta importância. Que o motivo para se estar feliz tenha o direito de ser banal. Tenha o direito de fazer chorar de rir e quando parar, começar de novo sem qualquer porquê. Que possamos fazer da gentileza uma característica mundial. Que seja nobre ser simples. Que possamos continuar errando e descobrindo como acertar na próxima. Que nossos desejos sejam livres. Que o choro ocupe menos tempo da nossa vida, molhe bem menos os nossos olhos, sufoque bem menos a nossa alma. Que o dia seguinte seja sempre um presente bonitinho embrulhado num papel convidativo. E que aqueles que não conseguem participar destas esperanças, aprendam.
As circunstâncias nos definem. Elas nos forçam a ir por uma estrada ou por outra, e depois nos punem por isso.
(...) até que um dia, por astúcia ou acaso, depois de quase todos os enganos, ela descobriu a porta do labirinto. (...) nada de ir tateando os muros como um cego. Nada de muros. Seus passos tinham - enfim! – a liberdade de traçar seus próprios labirintos.
Enquanto saia do estádio, depois do GreNal. Vi dois caras caminhando, lado a lado, pacificamente, cada um com a camisa de um time. Pensei nisso por que esta paz me surpreendeu. Seria melhor se não surpreendesse: esta paz deveria ser normal!
Depois querem chamar homem cafajeste de "cachorro"!
Só que não contaram que os cães são gentis, fiéis, e fazem sempre a maior festa quando te vêem depois de uma tarde afastados. Balançam o rabinho e chegam a esboçar um sorriso muito sincero. Ahhh, por favor, né! Tem muito cachorro mais fofo que muito homem por aí...
A sabedoria popular nos ensina que há sempre um aprendizado a ser recolhido depois da dor. É verdade. As alegrias costumam ser preparadas no silêncio das duras esperas. Não é justo que o ser humano passe pelas experiências de calvários sem que delas nasçam experiências de ressurreições.
Por isso, depois do cativeiro, o aprendizado. Ao ser resgatado, o sequestrado reencontra-se com seu mundo particular de modo diferente. A experiência da distância nos ajuda a mensurar o valor; e o sequestrado, depois de livre, mergulha nesta verdade.
Antes da necessidade do pagamento do resgate, da vida livre, sem cativeiro, corria-se o risco da sensibilidade velada. A vida propicia a experiência do costume. O ser humano acostuma-se com o que tem, com o que ama, e somente a ruptura com o que se tem e com o que se ama abre-lhe os olhos para o real valor de tudo o que estava ao seu redor. As prisões podem nos fazer descobrir o valor da liberdade.
As restrições são prenhes de ensinamentos. Basta saber parturiar, fazer vir à luz o que nelas está escondido.
A ausência ainda é uma forma interessante de mensurar o que amamos e o que queremos bem. Passar pela experiência do cativeiro, local da negação absoluta de tudo o que para nós tem significado, conduz-nos ao cerne dos valores que nos constituem.
O resgate, o pagamento que nos dá o direito de voltar ao que é nosso, condensa um significado interessante. Ele é devolução. É como se fôssemos afastados de nossa propriedade, e de longe alguém nos mostrasse a beleza do nosso lugar, dizendo: “Já foi seu; mas não é mais. Se quiser voltar, terá que comprar de novo!” Compramos de novo o que sempre foi nosso. Estranho, mas esse é o significado do resgate.
Distantes do que antes era tão próximo, recobramos de um jeito novo. Redescobrimos os detalhes, as belezas silenciosas que, com o tempo, desaprendemos a perceber. A visão ao longe é reveladora. Vemos mais perto, mesmo estando tão longe. Olhamos e não conseguimos entender como não éramos capazes de reconhecer a beleza que sempre esteve ali, e que nem sempre fomos capazes de perceber.
No momento da ameaça de perder tudo isso, o que mais desejamos é a nova oportunidade de refazer a nossa vida, nosso desejo é voltar, reencontrar o que havíamos esquecido reintegrar o que antes perdido ignorado, abandonado. O que desejamos é a possibilidade de um retorno que nos possibilite ver as mesmas coisas de antes, mas de um jeito novo, aperfeiçoado pela ausência e pela e pela restrição.
Depois do resgate, o desejo de deitar a toalha branca sobre a mesa, colocar os talheres de ocasião sobre mesa farta. Fartura de sabores e pessoas que nos fazem ser o que somos!
Refeição é devolução! Da mesma forma como o alimento devolve ao corpo os nutrientes perdidos, a presença dos que amamos nos devolve a nós mesmos. Sentar à mesa é isso. Nós nos servimos de alimentos e de olhares. Comungamos uns aos outros, assim como o corpo se incorpora da vida que o alimento lhe devolve. A mesa é o lugar onde as fomes se manifestam e são curadas. Fome de pão, fome de amor!
Depois do cativeiro, a festa de retorno, assim como na parábola bíblica que conta a história do filho que retornou depois de longo tempo de exílio. Distante dos nossos significados, não há possibilidade de felicidade. Quem já foi sequestrado sabe disso. Por isso, depois do sequestro, a vida nunca mais poderá ser a mesma.
Eu sou tristeza, alegria, sou fome, desejo, carinho, amor, decepção, companheirismo depois disso tudo ainda tenho tempo para ser chata !
Leibniz, o homem mais inteligente da Europa depois de Aristóteles, ensinava que a melhor maneira de desenvolver a inteligência não era estudar ciência, filosofia ou matemática: era ver muitas figuras e ouvir (ou ler) muitas histórias. O homem cuja imaginação está presa à realidade imediata e não voa entre os possíveis é um escravo da mesmidade – um idiota no pleno sentido da palavra.
Não deixe para amanhã o que você pode fazer depois de amanhã!
Depois que eu te conheci, a minha vida mudou, eu ando com um sorriso no rosto, eu sou mais feliz, você é a única pessoa que me faz tão bem, a única pessoa que está me fazendo feliz, e peço todo dia, todas as noites, pra que Deus abençoe nosso namoro e que a gente fique juntos pra sempre.
Falha como pai quando mente desemprego na audiência de pensão depois de 3 anos sem dar um centavo para ajudar a sustentar o filho e oferece R$ 60,00 de pensão para suprir as necessidades.
Falha como pai quando não cumpre o acordo de visita quinzenal para não gastar R$ 10,00 com passagem e mais R$ 20,00 com a alimentação da criança durante o final de semana.
Falha como pai quando mente para todo mundo que a mãe não deixa você ver a criança, para justificar sua ausência, mas pega ela uma vez por ano para tirar fotos e postar nas redes sociais durante o ano seguinte.
Falha como pai quando maltrata o filho porque a mãe dele não quis mais nada com você.
Falha como pai e como homem quando é um fracassado que não consegue nem assumir para o mundo que não está nem aí para o filho, que o abandonou e que é uma mulher que sustenta sozinha a sua responsabilidade, porque você não teve um pai e nem uma mãe para te ensinarem que a obrigação de um pai é sagrada.
Sabe quem não falhou como pai?
A mãe do seu filho, a avó dele, a tia dele e todos que sabem que você como pai nunca existiu, não passa de material biológico da pior qualidade, pois como ser humano é uma peça descartável, que jamais teve ou será um pai.
"Eu deveria pedir pra você ficar hoje,
Só por hoje,ou talvez amanhã também,
e depois,
Por que eu gosto da tua companhia,
Gosto do seu sorriso,
Da sua fala estressada,
Do seu abraço
...
Eu gosto de você
Mais você?
Não
Você não gosta de mim
Ou não mais..."
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