Depoimentos sobre Lições da Vida

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Deixe de lado o seu passado e foco na vida a cada dia como vem.
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Tc.12052025/074

As melhores coisas que vêm de Deus são as coisas mais simples da vida, porque a verdadeira riqueza e essência estão presentes nessas coisas.

"Quanto mais eu olho para a vida dos espertos, mais me orgulho de ser um idiota".⁠

A vida é um tecido maleável, onde as memórias do passado, as decisões do presente e os sonhos do futuro se entrelaçam numa dança eterna, desafiando a linearidade do tempo e revelando a infinitude do ser.

Existem momentos na vida em que tomar decisões não é algo tão simples, porque, se escolher errado, as consequências são eternas.

A vida é um emaranhado de acasos cifrados pelo eterno.

A espera: o triste fim da solidão

Esperei no tempo que não tem fim, Na espera que a vida me deu, A eternidade de um dia só pra mim, Um mundo inteiro onde o Sol se escondeu.

Esperei, em cada lágrima, um mar, E, em cada batida do meu coração, O sopro de uma esperança no ar, A certeza de uma única oração.

Eu esperaria por toda a minha vida, Se a sua demora não fosse em vão, Se a saudade não fosse uma ferida, Se a eternidade não fosse solidão.

⁠O bem é a base, a razão e o sentido da vida - é Jesus Cristo!

Ciclos que Não Cabem no Relógio


Não é no calendário que a vida se escreve,


É no impacto daquilo que a alma recebe.


Há anos que duram segundos, sutis,


E segundos que abrem abismos sem fim.


Nem todo ciclo começa em janeiro,


Alguns se iniciam num olhar verdadeiro.


Outros nascem quando tudo desaba,


E a alma despida só sente e não fala.


Há despedidas que marcam começos,


E encontros que duram só por excesso.


Há primaveras que brotam no luto,


E invernos que chegam sem aviso e sem escuto.


O tempo real não vive nos ponteiros,


Mas nos suspiros contidos, nos travesseiros.


É no corpo que chora sem saber por quê,


É na alma que insiste em permanecer.


Os ciclos da vida não seguem o relógio,


Eles vêm com amor ou partem com ódio.


São ondas internas, marés do sentir,


Nos puxam ao fundo, pra depois emergir.


Tem dor que é mestra, tem medo que guia,


Tem perda que limpa a alma vazia.


E quando parece que tudo é ruína,


A alma, em silêncio, germina.


Assim, seguimos — sem saber quando ou por quê,


Mas sentindo que algo em nós quer nascer.


Não somos linha reta, somos espiral,


Vivendo o eterno num tempo sem igual.


CONCEIÇÃO PEARCE

O jogo da vida: dia ganhamos, dia perdemos, é assim para todos.

Porém, o indivíduo que tiver entusiasmo, envolvimento, curiosidade e objetivos provavelmente terá melhores resultados, pois pode mudar o placar mesmo não tendo as melhores cartas.

"Nossa vida é como uma roda-gigante: entre altos e baixos, cada volta traz um novo horizonte."

A vida realmente é uma caixinha de surpresas, colocando pessoas extraordinárias em nossa trajetória.
a família, um amor, um amigo… e é incrível que da mesma forma em que ela põem, simplesmente ela tira.
Deixando apenas as lembranças e a saudade do que um dia foi vivido.




então não deixe de dizer seus sentimentos, se você gosta ou até mesmo se ama. Pois a vida tem dessas de nos surpreendermos, as vezes da melhor forma e as vezes da PIOR..

Às vezes a vida nos dá

pessoas boas

quando a alma está destruída.




Karma, talvez.

Quando sorrimos,

chega aquele que nos ferem.




Quando tentamos reconstruir

as cicatrizes antigas,

aparece quem acha poder consertar

algo que nunca quebrou.




E sabemos que:

quem tenta arrumar algo que não é seu

sai mais quebrado do que quem estava

com a vida em pedaços.

Quando vc se vê sobre o mar da vida...


Há dias em que não é o mundo que me engole — sou eu que me afundo em mim.
A superfície parece perto, mas é como vidro: vejo o sol lá em cima, sinto o calor à distância, e ainda assim não consigo atravessar.


Seria simples nadar, se o peso não estivesse costurado nos meus ossos.
Seria fácil pedir socorro, se a voz não se dissolvesse antes de chegar à boca.
E assim fico, boiando no sal da minha própria tristeza,
enquanto os outros, da praia, acenam como se fosse só mais um mergulho.


Dizem para nadar até a areia, mas não sabem que a areia já não existe para mim.
Que a ideia de “voltar” é tão distante quanto um porto que nunca conheci.
O mar é fundo, frio, e tem o mesmo nome que eu.


E no silêncio submerso, percebo:
às vezes não é que a gente queira se perder.
É que o cansaço de tentar se salvar
parece mais letal do que simplesmente deixar-se afundar.

Todos nós temos um pouco de dor; a vida sem dor é uma ilusão compulsória.

⁠Às vezes me pego pensando em como seria minha vida se eu tivesse tomado outra decisão oito anos atrás. Tem muitas coisas que acontecem na nossa vida que não conseguimos entender e o que nos basta é o questionamento. E começa o verdadeiro dilema do que poderia ter sido evitado, de qual forma eu deveria ter agido e assim segue por anos na minha cabeça. São tantas perguntas sem respostas, tantos sonhos deixados para trás. Passaram-se oito anos e ainda sigo com isto na mente, seria um arrependimento? Acho que não. Enfim, minha vida é uma loucura

"A vida começa somente uma vez, mas recomeça todos os dias."

A vida é uma roda que não cessa o giro. Hoje, o aplauso; amanhã, o silêncio. Hoje, o altar; amanhã, o esquecimento. No circo contemporâneo das redes sociais, o indivíduo é personagem de um espetáculo que ele não controla.

Às vezes vejo a vida com maus olhos.

Onde o viver é para servir e ser roubado, até o morrer.

O Cálice Transbordante




Por que me olhas, ó Vida, com olhos de espanto?

Acaso não vês que trago nas mãos um cálice tão cheio,

Que o amor nele contido, como um rio inquieto

Derrama-se sobre a terra árida dos dias comuns.

Buscando raízes que o aceitem?




Sim, carrego dentro de mim sóis internos,

Jardins noturnos de afeto não nomeado,

E um sentido mais vasto que o horizonte do mar.

É um vinho antigo, fermentado em silêncios,

Destinado a saciar a sede das estrelas...

Mas as estrelas são mudas, e seguem distantes.




Dizem que o amor é ponte para os objetivos,

A chama que ilumina o caminho da alma.

Eu o sei, ó Sabedoria Eterna!

Por isso insisto em erguer altares com as mãos vazias,

Em semear afeto no vento que passa,

Em oferecer meu peito como abrigo a pombas sem rumo.




Ah, se minhas asas pudessem carregar tanta dádiva!

Mas o tempo é lento, e os corações, quando se abrem,

Muitas vezes tremem como folhas de outono.

E eu fico aqui, na esquina do eterno,

Com os braços cheios de sementes douradas...

À espera de uma terra que as queira germinar.




Não me chames de iludido, emocionado em demaseio, chamem-me de, fiel.

Fiel ao rio que canta dentro do meu peito, pagodes, poemas..

Fiel ao sentido que nasce do próprio dar,

Fiel ao mistério de amar, mesmo sem destino.

Pois o amor que não encontra porto

Transforma-se em raiz.

E da raiz invisível nasce a árvore da resiliência,

Cujos frutos são a própria existência plena.




Assim sigo:

Com meu cálice transbordante,

Minha alma como oferenda,

E a certeza quieta de que o amor...

Mesmo não visto, mesmo não partilhado...

É o primeiro alicerce de todo sentido.

Porque antes de ser resposta, ele é pergunta sagrada.

Antes de ser encontro, ele é a coragem de permanecer aberto.

A busca de sentido no ato humano de amar,

quando

reciprocado... é o compreensível amar.
O Cálice Transbordante

Por que me olhas, ó Vida, com olhos de espanto?
Acaso não vês que trago nas mãos um cálice tão cheio,
Que o amor nele contido, como um rio inquieto
Derrama-se sobre a terra árida dos dias comuns.
Buscando raízes que o aceitem?

Sim, carrego dentro de mim sóis internos,
Jardins noturnos de afeto não nomeado,
E um sentido mais vasto que o horizonte do mar.
É um vinho antigo, fermentado em silêncios,
Destinado a saciar a sede das estrelas...
Mas as estrelas são mudas, e seguem distantes.

Dizem que o amor é ponte para os objetivos,
A chama que ilumina o caminho da alma.
Eu o sei, ó Sabedoria Eterna!
Por isso insisto em erguer altares com as mãos vazias,
Em semear afeto no vento que passa,
Em oferecer meu peito como abrigo a pombas sem rumo.

Ah, se minhas asas pudessem carregar tanta dádiva!
Mas o tempo é lento, e os corações, quando se abrem,
Muitas vezes tremem como folhas de outono.
E eu fico aqui, na esquina do eterno,
Com os braços cheios de sementes douradas...
À espera de uma terra que as queira germinar.

Não me chames de iludido, emocionado em demaseio, chamem-me de, fiel.
Fiel ao rio que canta dentro do meu peito, pagodes, poemas..
Fiel ao sentido que nasce do próprio dar,
Fiel ao mistério de amar, mesmo sem destino.
Pois o amor que não encontra porto
Transforma-se em raiz.
E da raiz invisível nasce a árvore da resiliência,
Cujos frutos são a própria existência plena.

Assim sigo:
Com meu cálice transbordante,
Minha alma como oferenda,
E a certeza quieta de que o amor...
Mesmo não visto, mesmo não partilhado...
É o primeiro alicerce de todo sentido.
Porque antes de ser resposta, ele é pergunta sagrada.
Antes de ser encontro, ele é a coragem de permanecer aberto.
A busca de sentido no ato humano de amar, quando
reciprocado... é o compreensível amar.

André Vicente Carvalho de Toledo