Depoimentos para Pessoa que Conheci e me Apaixonei
Eu gosto de muros, protegem e dão sombra. Convido o grafiteiro para escrever em cores Alberto Caeiro: "Sou alheio ao espetáculo que vejo..."
Gosto de mulher de verdade,
pouco importa a sua idade.
Daquela decidida,
que não se dá por vencida.
Tem coragem e atitude,
apesar da juventude.
Que não tem medo de amar,
mesmo que precise lutar.
Faz da vida um sorriso
e ajuda, se preciso.
Com um sorriso e esperança,
cabelos soltos ou de trança.
Corajosa e feminina,
que traz no rosto o sorriso de menina.
Gosto de mulher de verdade,
dessas que te amam até a eternidade!
o adultério é a semente
do prazer que tem como
gosto o desejo da carne,
a destruição do lar,
e a condenação do espirito.
Eu realmente gosto muito de ti, mas prefiro não levar isso à diante, você não merece ser usado como curativo para feridas antigas
Gosto de perceber que cresci. Percebo actualmente, que os últimos dois anos mudaram a minha vida e, principalmente mudaram-me a mim enquanto ser individual. Talvez tenha sido o trabalho, a família, os acontecimentos ou simplesmente as pessoas que se cruzaram no meu caminho e que, irremediavelmente, foram deixando cunhos impossíveis de apagar. Umas pela positiva e tantas outras pela negativa.
Todas essas figuras tiveram uma função fundamental no aspecto como afronto o mundo, na maneira como olho os meus semelhantes ou as situações próprias.
Os amigos, esses são os de sempre, os imprescindíveis. A família em nada muda, nas horas boas e nas más acompanham-me e nunca me deixam cair. Os acontecimentos, esses fizeram-me crescer, amadurecer, encarar a vida como um trilho com obstáculos que cada um ultrapassa ao seu melhor género, no ritmo que deseja e com a força que possui.
Agora as pessoas… essas sim, difíceis de perceber, talvez o maior óbice de ultrapassar. Tantas mentiras, falsificações de boas índoles e sentimentos autênticos, também felicidade e deleite de reconhecer o real sentido da amizade.
Nunca estamos inabaláveis quando conduzimos alguém para um universo que é próprio. Jamais podemos ter a convicção absoluta que elegemos um sujeito genuíno para declarar silêncio do espírito, para contar histórias da nossa existência, para repartir sentimentos. Por vezes, com buena-dicha e alguma reciprocidade, atingimos o ponto exacto e adquirimos aliados para a vida. Em outras descobrimo-nos frustrados, abatemo-nos num alvéolo sem desfecho e mortificamos o denodo por um ser benquisto, mas disperso para a eternidade.
Estes dois anos envelhecidos, mas não antigos, que com tanto grado rememoro, onde faço analogias absurdas entre o antes e o depois. Estes anos esplêndidos que inovaram a minha individualidade, que reformularam a minha alma e a minha retrospectiva do mundo. Estes foram anos de combate, flagelo, êxito, memórias inesquecíveis, pessoas que falsearam, que me amaram, que choraram comigo, que partilharam fábulas imaginárias e que me fizeram feliz e infeliz mas que… obrigada, fizeram-me engrandecer!
Agora, por fim, encontrei o fragmento da mestria, a chave que desfechou o meu carácter e que acalenta o meu ser. Sempre me senti com a sensibilidade de dever cumprido, mas ele faz-me ter a certeza e, próxima dele sou admiravelmente feliz. Actualmente não necessito de mais nada para ser afortunada. Sou eu, ele, os meus amigos e a minha família, o meu desporto e o meu trabalho. Juntos fazemos um só na idealização da minha existência exemplar.
Obrigada meu amor por me amares, por fazeres da nossa ligação uma função tão prazerosa e, ao mesmo tempo, tão enigmática.
Que muitos mais pares de anos se passem igualmente. No equilíbrio do bom e do mau que ainda tento descobrir em mim.
Eu sou um contador de histórias... Gosto de me aventurar no universo das palavras, gosto de vê-las clamando por minhas mãos, desejosas de saírem da condição de silêncio. Escrever é uma forma de desvendar o mundo.
Eu gosto de quando a felicidade não se anuncia. Ela vai invadindo, chegando sem pedir, tomando conta, deixando o ar leve e contaminando. Desse jeito, não há tempo para sentir medo ou frear. Quando vê, já se é feliz! Sente-se que é feliz. Não se corre o risco de estragá-la antes do momento ou fechar as portas para ela. Ninguém a vê. Ela é invisível demais para os nossos olhos descrentes. Por isso, gosto do jeitinho atrevido dela de chegar sem ser percebida. Gosto de um dia descobrir que aquele sorriso sem motivo, é só a felicidade.
O que eu não gosto é falsidade...e odeio um amigo que traio sua confiança...sabendo que ele era seu irmão.
eu não gosto de gostar das pessoas por vários motivos, um deles é que, cedo ou tarde ela vai embora, É INEVITÁVEL, de alguma forma ela tem que partir, vai partir, e quando a gente se apega demais, aquela dor da saudade que ainda não chegou é insuportável, mais ainda sim, INEVITÁVEL!
eu odeio despedidas, sabe.
Não gosto das coisas fáceis demais.
Sempre procuro o fruto que está no topo da árvore.
Sempre procuro as flores que estão no meio do jardim.
Sinto saudades de quem com certeza não vou poder ver.
Gosto dos sabores que quase ninguém tem pra oferecer.
Não faço viagens curtas.
Caço desafios, e se não acho, crio uns.
E no final de tudo, ainda por cima, me dou ao trabalho de amar quem não pode ser amado, quem não está para ser amado, quem não sabe que é amado...
Porque as coisas fáceis não têm a minima graça.
Não têm gosto.
Não têm cheiro.
Não têm beleza.
Não têm resistência.
Não me dão prazer...
Desistir. Não gosto dessa palavra e ela não se encaixa no meu perfi, mas terei que admitir que constantemente deixo as coisas pela metade. Histórias, explicações, trabalhos...Porém, Não é que eu seja apta a desistir de viver uma história, ou desista de me explicar, também não largo meus compromissos por cansaço. É tudo uma questão de liberdade, sou livre pra cumprir meus desejos, e não admito me escravizar por intenções passadas. Enquanto eu desejar, eu vou lutar. Mas se eu for embora, não é desistir, é apenas não querer mais. Até mesmo porque arduamente, ninguém desiste.
Gosto do sorriso que me sorrir e dos lábios que me beijam, gosto do cheiro fixo e do toque aveludado, gosto de te ver, de ouvir e de sentir, gosto da cor que dá à minha vida, do jardim florido e do cabelo roçando em meu rosto. Gosto de uma forma especial e única, fazendo com que o exterior seja apenas o exterior, não importando as situações e nem as pessoas, sem pressa, sem rancor...
Se eu tô com alguém, com certeza não é porque eu gosto mais ou menos dela. Então não me venha com nada incompleto também. Afinal, quando se trata de amor não existe meio termo, e menos que isso não me interessa.
Eu gosto de você do jeitinho que você,
sem tirar, nem por, mas se eu pudessse
tirar e por, tirar e por toda noite,
eu ia gostar muito mais.
Eu gosto dessa gente que vive sorrindo, que se preocupa com o próximo, que te ouve com empatia. Eu gosto dessa gente que ajuda o próximo sem esperar nada em troca, que troca balada por livros. Eu gosto dessa gente que tem sensibilidade a flor da pele, que da bom dia pra um desconhecido na rua, que admira o céu, as estrelas e a lua. Gosto dessa gente que vê a beleza de dentro pra fora, que tem o sentimento aflorado, que abraça, encanta e acalma. Eu gosto dessa gente que vive cada dia como se fosse o último, sem culpa ou medo de ser feliz.
É sobre alguém de quem eu gosto muito. Comecei achar que ela fez coisas ruins. Agora, outro amigo está pagando o preço.
Gosto de beijos que levam a safadeza, daqueles com pegadas, com direito a mão atrás da nuca, você deslizando sua mão no meu corpo, duelo de mordidinhas e a minha boca desbravando o seu melhor caminho: boca até ouvido, ouvido até umbigo. Também gosto quando você me empurra na parede e me causa arrepios.
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