Depoimentos para Namorada

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A sua pior versão não foi capaz de impedir o amor de Jesus por você.

A sua pior versão não foi capaz de impedir o amor de Jesus por você.
Um engano comum e triste é pensar que Jesus não nos amaria por causa de nossa versão ruim, por causa de erros cometidos ou pecados que fizeram ou fazem parte de nossa vida.
Na verdade, é o oposto: é na versão ruim do ser humano que o amor de Jesus se manifesta de forma mais intensa, através de Sua graça, não oferecendo apenas acolhimento, mas perdão e transformação. Jesus nunca rejeitaria um coração quebrantado que deseja ser redimido.
Um capítulo ruim de nossa jornada não define o nosso final quando depositamos nossa fé e esperança no próprio autor da vida.

O amor que fica, não é o que vivemos. É o que permanece em nós.

Nem todo amor é morada. Alguns são passagem.

Existe o amor da sua vida e o amor para a sua vida.
O amor da sua vida é aquele que deixa marcas profundas. Mesmo quando não dá certo, permanece em algum canto da memória e do coração, como um ponto fraco que o tempo pode até amenizar, mas dificilmente apaga.
Já o amor para a sua vida é aquele que se constrói no cotidiano: com respeito, diálogo, maturidade, parceria e a escolha constante de permanecer. Não vive apenas da intensidade do sentimento, mas da segurança de saber que existe reciprocidade, cuidado e vontade de fazer dar certo.
Vivemos muitos amores, mas só dois deixam marcas: o que dá certo e o que gostaríamos que desse certo.
Talvez seja esse o maior dilema da vida: ficar com alguém pelo qual você daria o mundo ou permitir-se construir um novo mundo com alguém que te ama e conquista todos os dias.
Vive a felicidade plena quem encontra esses dois amores na mesma pessoa.

Ser pai de vocês é um desafio que aceito todos os dias com muita honra, amor e gratidão.
É também um dos maiores presentes que a vida me deu.
Nem sempre sei se estou fazendo tudo certo, mas em cada escolha existe o desejo sincero de ser um pai melhor para vocês.
Espero que, um dia, vocês olhem para o homem que fui e encontrem nele a referência do amor, do respeito, da cumplicidade e do caráter que desejam encontrar em seus companheiros de vida.
Obrigado por me ensinarem, todos os dias, que ser pai é muito mais do que cuidar: é amar, aprender, crescer e descobrir que o coração pode, sim, morar fora do peito.

Nenhum amor vale o preço da sua dignidade.
Melhor enfrentar a dor de um fim do que permanecer onde o desrespeito se tornou rotina.
Saudade passa, coração cicatriza, mas se perder tentando não perder alguém é uma dor que custa caro demais.

Nem todo amor é um lugar seguro para ficar. Há amores que, por mais intensos e verdadeiros que sejam, machucam mais do que acolhem, confundem mais do que trazem paz e exigem de nós mais renúncias do que deveriam.
Às vezes, amar alguém não é motivo suficiente para permanecer. Porque amor sem respeito, diálogo, reciprocidade e segurança emocional pode até ser amor, mas não é lar.
Às vezes, a maior prova de amor-próprio é aceitar que o sentimento existe, mas que aquele lugar já não nos faz bem, e ter coragem de partir, mesmo ainda amando.

No meio de todos os sentimentos que desenvolvemos para sobreviver o amor é o único sentimento que nos ajuda a viver.

⁠ O amor é o sentimento que a gente quer do outro

Sabe aquela conexão de alma?
Uma dualidade de razão e emoção?
Isso é o amor!
Amar é um sentimento sem começo,
Há a sensação que ele sempre existiu e foi longo, mesmo que seja uma história curta, é de uma profundidade e intensidade que confunde o tempo.

Manter a casa limpa e organizada é um ato de amor e uma lição de dignidade para os nossos filhos. ✨👶

Poesia do Amor divino Emanuel Bruno Andrade

⁠Amor, eu sei que espera mais de mim.

Seu olhar me incendeia, meu coração dispara em um ritmo frenético.

Nesta noite, meus sonhos serão nossos.

Nossos espíritos se entrelaçarão em um voo celestial.

A melodia angelical dos serafins nos guiará,

Enquanto a proteção dos arcanjos nos envolve em seu manto.

Flechas de amor serão disparadas contra os desejos obscuros,

Libertando nossos corações para que possam se unir.

Sobrevoaremos prados verdejantes,

Jardins floridos e árvores de todas as cores.

Transcendendo os limites do humano,

Habitando o cume do desejo em nossa cúpula particular.

Apesar de alegre sofro perdido.

No enigma desmedido no navega

Por uma felecidade rompida

Pelo cupido

O peso é medido

Pela escuta atenta

De um destino inverso que se revela
No silêncio da madrugada,

Despertando-nos para a sublime verdade do nosso amor.

Eternamente entrelaçados...

Inseparáveis...

Em um amor que desafiador.

Para a respeitar nas complicidade memoraveis

Unos em toda parte

Para receber o calor

Da suavidade

Da senda da corrente

Corrida dos tempos

A favor e contra

Os ventos

Pairam desejos de sermos

Carne com carne

Para sair dos sofrimentos

Da magua e amargura da vida.

Emanuel Andrade

⁠Amor resplandecedor

Revelação na inspiração
Na turbulencia dos desafios
Sinto uma palpitação
Uma ligação
Entre as palavras escritas
Que me fazem proclamar
Versos em pinceladas
Que são para ecoar
Emanando em forças
De energias positivas
A favor das crises dos tempos
Para vencer tempestades e ventos
A seneridade de nossas almas
Apela por um momento de calma
Um segundo de pausa
Para sair da lama
Para a lâmpada do farol
Voltar acender em nosso prol
Guiando-nos no caminho
Para o aprimoramento
Saindo do sofrimento
Acabando com turmento
Acreditar na graticante e magnificiente
Consciência do universo
Que nos dá o valor merecido
Provindo do divino
Misterios desconhecidos
Questões a merce
Duvidas, incertezas
A procura de realiddades e verdades absulotas
Existências intemporais e temporais
Sentenças em justiças, injustas e justas
De quem é a culpa? Quem é culpado?
De tanta dor, tanta magoa, tanta macula imaculada revestida de vestes brancas e pretas. Reverendissimo e altissimo tu que esquadrinhas nossos corações. Apazigua nosso padecer e da-nos paz, amor e liberdade para na luz encontrar felecidade eterna para nossa salvação.

Emanuel Bruno Mota Veiga Andrade
Lisboa Cultura 2024

⁠Amor delicado

Eu espero que minhas palavras lhe tragam felicidade
Sua simpatia e beldade
Na sua transcedencia
São uma harmonia que apelam companhia
Sua presença em minha vida
Dá-me sentido e um sentimento se alegria
Amo ao meu gesto
proclamo num acto
De entreligar
A esse seu outro lado
Um lado humano
Simples, modesto
Suave e belo
Ainda num pensamento
permaturo
Faça este amor este desejo
Em crescermos em conhecermos
Os nossos Universos
ser eterno
Para perdurar
No caminho do fluir da vida
Entre altos e baixos
Tristezas e alegrias
Para brindarmos com o que mais gostamos.
O AMOR entre os fluidos
dos nossos ciclos
que se ligam nos bioritmos dos vivos.
Ainda sentimos e amamos

Amor de amigo


O meu peito arde num fogo que não consome — ilumina.
É um ardor antigo, anterior às palavras, mas reconhecível nos gestos simples da vida.
Não se vê, mas respira-se.
É emoção que caminha descalça pelos sentidos, deixando marcas invisíveis no tempo.
Há uma harmonia boa que me sustém, como a presença silenciosa de uma amiga justa e fiel.
Aceito-me nos dias que passam, e os dias, por instantes raros, aceitam-me também.
Pairam tempos em que és mel no meu sangue, doçura que dá sentido ao acto de viver,
e nesses instantes reclamo ao universo:
— não deixes que o caos me devore.
Venho de um ponto infinito, de um sopro cósmico sem nome,
atravessei constelações para chegar a este eu profundo,
onde o teu balanço oscila na balança da justiça cega,
essa que diz igualdade mas pesa com dois pesos e duas medidas.
Mesmo assim, permaneço.
Olho o todo.
Beijo o céu.
E no azul distante reconheço Vénus, Deusa-mãe,
ventre da razão de existir, espelho do desejo e da consciência.
Nela me deleito, não por vaidade, mas para compreender a origem,
para perscrutar o rasto antigo dos Neflins,
essas criaturas entre a luz e a queda,
sinais de que somos mistura, travessia, contradição viva.
Procuro a razão de sermos unos,
ligados por uma corrente que pulsa entre o vivo e o morto,
entre o amor que arde e o silêncio que ensina.
E nesse fio invisível descubro:
existir é arder sem se apagar,
é amar mesmo quando o cosmos treme,
é continuar —
com o peito em chama e a alma em vigília.

Senda de Seda
Amor não se sente pelo prazer só de dar, mas também de estar e escutar o sentido de cada pulsar, Ser refúgio na turbulência e na bonança.

Podemos ser adulto e crianças para percorrer os nossos pensamentos em momentos perdidos como setas lançadas que não tem voltas direcionadas num sentido comum, forçada pela força ativa da vida sopro de vida que inspira e canaliza a uma parceria de elevar a alma a um patamar de excelência encontramos a razão de ser, sentimos emoção do prazer de querer e crer um no outro, eu e tu num senda de seda, no último sono a despertar para tudo começar sem premeditar deixa rolar, deixa tocar na tua senda de seda e morrer com espada de dois gumes para poder ressuscitar com o teu balançar.

Agora estou a sonhar mas quando acordar será que vais suportar?

Deixar-se levar pelas seduções e distrações passageiras afasta você do propósito e do amor do Criador.

Me poupe um pouco de amor, Fidelis—
O jeito que um mendigo poupa uma moeda
da mão de um santo,
ou a chuva poupa um telhado
enquanto afogava a vila.
Me dê o que ainda tem
Depois de alimentar os lobos,
depois que seu coração pagou seus impostos
para todo estranho
que chamava aquilo de lar.
Eu não peço a lua.
Isso já me decepcionou o suficiente—
sempre pendurado acima das ruínas
como uma testemunha bonita demais
para testemunhar.
Me dê um copo do seu silêncio.
Aprendi a beber de coisas vazias.
Beijei a beira da ausência
até meus lábios esquecerem
o que calor deveria significar.
Me poupe um pouco de amor, Fidelis—
Nem tudo.
Só o que resta
Quando a casa está silenciosa,
e a última porta se fecha.

Quando a paixão silencia, o amor se recolhe, a saudade dói e a esperança parece distante, resta a resiliência: essa teimosia do coração em continuar acreditando que o amor ainda pode renascer.