Depoimentos p Pessoas q Nao Conhecemos
Se eu me perder de mim,
Que seja pra me achar em Ti.
Se eu cair, que seja de joelhos.
Se eu chorar, que seja aos Teus pés.
Joga com ginga ( Brasil )
Azul e amarelo riscam o céu,
Na rua o batuque escreve no papel,
No peito um país que aprende e insiste, Cai, levanta, apanha…
mas não desiste.
Tem fé na voz rouca da multidão,
No pé descalço virando canção,
Cada esquina guarda um sonho inteiro,
De um povo teimoso, bonito e guerreiro.
Brasil, Brasil,
coração na palma da mão,
Entre o suor e o sorriso,
é só emoção,
Brasil, Brasil, quando a bola vem,
Até o mundo aprende a sambar também.
Brasa, fogo no coração,
joga com ginga
— é arte em ação.
E quando a bola rolar,
É mais que jogar…
É rua, é raiz, é lembrar
De onde a gente vem.
Brasa, deixa o fogo levantar,
Joga com ginga, o mundo vai parar”
É nossa hora de conquistar,
Mais uma estrela pra eternizar.
Vejo os teus olhos tristes,
sem brilho,
como um céu sem estrela,
e mesmo assim encontro neles
um universo inteiro que ainda me chama.
Há um silêncio aí dentro que me dói,
como se o amor tivesse sussurrado e partido, mas eu fico…
Fiico porque acredito
que até a noite mais longa
aprende a amanhecer.
Se me deixar,
eu acendo luz em teus caminhos,
te empresto o calor do meu abraço cansado, e te lembro,
em cada batida do peito,
que teu coração ainda sabe amar
— só está ferido.
Então olha pra mim mais uma vez…
não como quem perdeu,
mas como quem recomeça,
porque se teus olhos voltarem a brilhar, eu juro…
faço deles o meu lar pra sempre.
No Domingo de Ramos,
a cidade canta,
Ramos nas mãos,
esperança que encanta,
Ele vem manso,
montado em simplicidade,
Rei de amor,
trazendo luz à humanidade.
“Hosana!”
ecoa no peito do povo,
Mas poucos entendem o plano novo,
Entre louvores e olhares distraídos,
O Salvador caminha…
já ferido.
Na Sexta-feira Santa,
o céu silencia,
A dor se derrama em forma de agonia, Madeiro pesado,
Coroa de espinho,
O Filho de Deus segue sozinho.
Cada passo,
um peso que não era Seu,
Cada golpe, o amor que não morreu,
E na cruz, entre o céu e o chão,
Ele entrega por nós…
o coração.
O véu se rasga, a terra estremece,
O mundo chora, mas algo acontece,
No aparente fim, nasce um começo,
No sacrifício, o maior endereço.
O silêncio do sábado parece vencer,
Mas Deus trabalha no invisível do ser,
Quando tudo diz “acabou”, sem voz,
O céu prepara o milagre por nós.
E então chega o domingo glorioso,
O túmulo vazio,
o impossível formoso,
A morte vencida,
a pedra rolada,
A vida eterna foi revelada.
Ele vive! Não está mais ali,
A esperança renasce dentro de ti,
E o que começou com ramos e dor,
Termina em vitória…
eterna, em amor.
E se o mundo um dia silenciar todas as palavras, ainda assim teu amor vai ecoar em mim, como um segredo que o tempo não ousa tocar.
Porque te amar não foi instante
— foi destino,
não foi passagem
— foi morada.
E no fim de tudo,
quando só restar o que é verdadeiro,
será teu nome que o meu coração ainda saberá dizer…
como quem nunca deixou de amar.
Ele vem na sombra do silêncio,
um sussurro que congela a alma.
Cada passo seu é uma promessa de dor
e um alívio que só ele pode trazer.
Seus olhos são tempestades contidas, suas mãos,
veneno e remédio ao mesmo tempo.
No toque, a vida se dobra e se curva,
como se obedecesse à lei do medo
e da entrega.
Mas há beleza na destruição
que oferece,
um equilíbrio cruel entre
ferida e cura.
Painkiller,
lenda urbana do próprio tormento,
aquele que dói para que possamos, enfim, respirar.
Ela carrega no olhar uma calmaria rara, como se o mundo diminuísse o passo só pra caber no ritmo do seu sorriso. Há algo de doce e misterioso na forma como ela existe — um silêncio que fala, um detalhe que prende. E no meio de tudo isso, nasce uma vontade simples: ficar mais um pouco, só pra entender o encanto que ela nem percebe que tem.
Seus traços são poesia viva, mas não daquelas que se explicam fácil — são versos que se sentem. O jeito leve, quase tímido, contrasta com a intensidade que ela desperta. É como noite bonita: escura, sim… mas cheia de estrelas escondidas pra quem souber olhar com atenção.
E talvez seja isso que mais fascina… ela não tenta ser nada além do que é. E mesmo assim, sem esforço, vira inspiração. Porque algumas pessoas não precisam de muito pra marcar — basta existir do jeitinho que ela existe, e já vira história no coração de quem cruza seu caminho.
Nós, cheios de falhas que o mundo insiste em apontar,
carregando histórias tortas, cicatrizes mal contadas,
mas quando teus olhos encontram os meus, tudo que era desordem aprende, em silêncio, a se alinhar.
Não somos feitos de perfeição, nem de promessas intactas,
somos feitos de tentativas, de quedas e recomeços,
e ainda assim, em meio ao caos que somos, teu abraço parece o único lugar onde nada precisa ser consertado.
Porque no fim, talvez o amor não seja sobre ser inteiro,
mas sobre encontrar alguém que ame até nossos pedaços quebrados,
e transforme dois imperfeitos, sem esforço algum, no mais bonito e improvável encontro perfeito.
O Universo no Teu Olhar
Te vi assim, entre luzes suaves
e reflexos dourados,
como se o mundo tivesse
Parado só pra te admirar.
Teu sorriso
— mesmo guardado no mistério
dos óculos
— revela um charme que não
pede licença… só acontece.
Há uma elegância no teu jeito, simples, quase sem esforço,
como quem não tenta ser inesquecível… mas é.
E nesse instante roubado no espelho, você parece carregar
um universo inteiro no olhar.
Se eu pudesse traduzir
o que sinto ao te ver,
seria em versos que nunca se encerram, porque existe beleza
em cada detalhe teu
— e em mim, um desejo sereno
de ficar…
só pra continuar te admirando.
Te vejo no silêncio de um instante roubado, e meus olhos
— antes comuns
— agora brilham como quem descobriu o infinito em
um reflexo teu.
Há algo em você que não se explica, só se sente… um encanto calmo,
desses que chegam devagar e ficam para sempre.
E quando você aparece,
um calafrio percorre meu ser,
como se o tempo hesitasse em continuar sem antes te admirar também.
Meu mundo, tão certo antes,
se perde bonito no teu olhar,
e eu me encontro exatamente onde nunca soube que queria estar:
em você.
Teus beijos…
ah, teus beijos são como a maré —
vêm e vão, mas sempre me levam junto, sem resistência, sem volta.
E eu, que pensei entender de sentimentos, me rendo ao teu jeito de amar, como quem aceita que o coração agora tem outro nome:
o teu.
A gente se apaixona.
Teu olhar chega manso, mas bagunça tudo aqui dentro,
como uma melodia que toca sem pedir licença, e de repente meu peito vira palco, vira verso, batendo no ritmo de um romance que nem começou, mas já é eterno.
Teus cachos dançam como se soubessem do encanto que carregam, cada curva contando um segredo que eu quero descobrir devagar, e nesse instante simples,
quase nada… quase tudo,
meu coração dispara, como trilha sonora de um amor prestes a nascer.
Se isso for só um momento,
já valeu como uma vida inteira,
porque tem beleza que não se explica, só se sente, e você…
tem esse jeito raro de ser poesia viva, dessas que a gente não lê
— a gente se apaixona.
Coração da Noiva
No silêncio leve antes do sim, teu coração dança em segredo,
como se cada batida fosse um verso que o amor escreveu primeiro.
Teus olhos carregam promessas que o tempo não ousa tocar,
e em teu sorriso mora o sonho mais bonito de se eternizar.
Vestida de esperança, caminhas como quem transforma o mundo,
e cada passo teu faz o destino parar por um segundo.
Teu coração pulsa como trilha de um romance sem fim, onde o amor te escolheu… e você disse sim.
E quando o altar testemunhar esse encontro de almas,
será teu coração quem guiará cada palavra e cada calma.
Pois ser noiva é mais que um momento — é sentir sem medida,
é levar no peito um amor que floresce por toda a vida.
Coração do Noivo
No silêncio que antecede teus passos, meu peito aprende a bater diferente,
como se cada pulsar soubesse teu nome antes mesmo de eu dizê-lo.
Te vejo chegando e o mundo inteiro se curva em calma,
porque tudo em mim encontra sentido no teu olhar.
Prometi ser abrigo, mas é em você que eu descanso,
prometi amor, mas é você quem me ensina a amar além do tempo.
Se minhas mãos tremem, é porque seguram um destino bonito demais,
e nesse instante, sou inteiro por ter você ao meu lado.
Hoje não é só um “sim”, é o começo do infinito que escolhemos juntos,
é o meu coração encontrando o lar que sempre procurou.
E se o futuro nos chamar de surpresa, eu só preciso lembrar:
que te amar já é a mais perfeita certeza que existe em mim.
O maior presente da vida
Amar você é a melhor decisão que já tomei.
Teu olhar é o meu lugar favorito de estar,
onde o mundo silencia
e tudo em mim finalmente encontra sentido.
Você é o meu melhor acaso,
o encontro que o destino escreveu
sem me avisar,
mas que a minha alma reconheceu na hora.
Quando estou contigo,
o amor é leve, cheio de paz…
como se o tempo respirasse mais devagar
e o coração aprendesse a descansar no teu.
Minha felicidade tem nome, tem rosto
e um jeito só seu de me fazer sorrir.
Nosso amor é o maior presente da vida,
e você é a parte mais bonita de todos os meus dias.
“Do Outro Lado (Eu Te Reconheci)”
A noite conhece o meu nome
Sabe quantas vezes tentei
Redes vazias, mãos cansadas
E um silêncio que eu mesmo criei
O mar devolve o meu fracasso
E eu perdido em mim mesmo
Já nem sei chamar pelo amor
Até que uma voz me atravessou:
“Lança de novo”
— e algo em mim cedeu
Se antes eu precisei provar
Hoje eu só preciso ouvir
Nu de orgulho, medo e razão
Se for Tua voz a me chamar
Eu me lanço sem nem pensar
Te vi no mar e tive medo
Achei que era sombra no olhar
Mas era a Tua presença
“Sou Eu, não temas”
no caos eTua mão
me puxou de volta ao Teu sim
Voltei pro mar tentando esquecer
Mas o vazio ainda era Você
“Do outro lado…”
— eu reconheci
Não esperei, só me lancei
Porque no fim, o milagre foi
Te reconhecer
Hoje é dia do beijo…
engraçado, né?
Porque tudo que eu queria
era te ter por um instante —
nem que fosse só pra sentir
se ainda é igual aqui dentro.
Queria te beijar
como um beija-flor encontra sua flor…
não só de leve,
mas com aquela pressa silenciosa
de quem sabe que o tempo é curto.
Mas a verdade é que a gente virou distância.
E mesmo assim…
tem algo em mim que não mudou.
Porque se um dia nossos lábios se encontrassem de novo,
não seria só um beijo —
seria tudo aquilo
que a gente não viveu
tentando existir de uma vez só.
Queria estar ao teu lado…
sem pressa,
sem mundo,
só nós.
Te abraçar daquele jeito
que faz o tempo esquecer de passar.
Viver o que ficou guardado —
tudo aquilo que a gente quase foi,
mas nunca teve coragem de ser.
De mãos dadas,
caminhando sem destino…
como se qualquer caminho servisse,
desde que fosse contigo.
Até a beira do mar —
onde o vento fala baixo
e o coração fala mais alto.
E ali…
entre o som das ondas
e o silêncio dos nossos olhares,
a gente se encontraria de verdade.
Como dois corações
que se perderam no tempo…
mas ainda sabem
exatamente
onde pertencem.
Sinta a Minha Voz
Quando o silêncio do mundo
encosta no meu peito,
é tua lembrança que acende
a luz mais calma.
Te encontro nas pausas
entre um suspiro e outro,
como se o destino falasse
baixo dentro da alma.
Teu nome não precisa ser
dito em voz alta,
ele mora nas entrelinhas
do que eu sinto.
É como chuva leve batendo
na janela da memória,
lavando o tempo e tudo
o que eu não minto.
Se me perco,
é porque me encontro em você,
num lugar onde o agora esquece de passar.
E cada segundo que não
te tenho por perto,
vira poesia tentando
aprender a te chamar.
Então escuta…
não com os ouvidos,
mas com o sentir:
há uma voz que não nasce da garganta, e sim do coração.
Ela te procura mesmo quando eu finjo seguir em frente…
porque amar você é minha única direção.
Talvez Seja Você...
Talvez seja você…
o detalhe que o acaso tentou esconder, mas falhou.
Aquela presença que ainda não existe na minha vida real, mas já ocupa um espaço que ninguém mais conseguiu alcançar.
Como se o mundo estivesse me preparando pra te reconhecer antes mesmo de te ver.
Entre o talvez e o futuro…
eu te encontro em pensamentos que não foram convidados, mas chegam mesmo assim.
Em silêncios que ganham forma quando imagino como seria te ouvir.
E de alguma forma estranha… tudo parece apontar pra você, como se o destino estivesse sem paciência de esperar.
E se a história já estiver sendo escrita…
então talvez a gente só esteja fingindo que não percebe as páginas virando sozinhas.
Porque há encontros que não começam — eles apenas se revelam.
E o nosso, de algum jeito, já parece ter começado sem aviso.
E se a gente for mais profundo…
não vai ser por escolha, mas por inevitabilidade.
Porque algumas conexões não respeitam superfície, não aceitam distância, não se contentam com quase.
E quando eu penso em você… é exatamente isso que sinto: algo que não quer ser raso nunca.
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