Depoimentos p Pessoas q Nao Conhecemos

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Gostar de políticos ou padres é típico de pessoas ingênuas.

As religiões existem para controlar as pessoas.

Claro que a censura é necessária em alguns casos. Imagine sem censura as pessoas andarem nas ruas sem roupas? Que coisa horrível.

Liberdade de expressão é inaceitável quando começa a ofender as pessoas.

As pessoas gostam de ver bobagens, coisas ridículas e idiotas nas redes sociais. Assim elas conseguem escapar de uma realidade repleta de miséria, tristeza e desgosto.

Desde seu nascimento você recebe mais das pessoas do que dar de volta.

Por que as pessoas têm mais opiniões que pensamentos?

Existem pessoas que são como um abraço na alma. Obrigado pela sua amizade e por esse carinho que sempre traz paz ao meu coração.


Ian N.T

Diversas vezes pensei que meu lugar era com pessoas que eu sabia que nunca daria certo. Fui cega e idiota o bastante pra não perceber que, no momento em que nossos olhos se cruzaram, meu lugar era com ele. O que resta agora é esperar o destino nos unir completamente!
Isabela Nogueira

“Um dos piores venenos para a alma é lidar com pessoas desinteressadas.”
— Anderson Silva

Enquanto a maioria espera motivação, a disciplina age. É assim que pessoas medianas se tornam fora de série.

Acorde a hora que desejar, saia pra onde quiser e puder, com pessoas ou sozinho, dance uma música que você escolha ou não dance, faça e assuma as consequências ou não faça. Aprenda, ninguém vai viver sua vida por você, ela é única, é um único disparo com várias possibilidades.

Estamos vivendo em um mundo de pessoas bem vestidas, palavras difíceis e acúmulos de bens.
Mas tudo isso acaba no mesmo lugar.

Só quero distância de pessoas que só sabem criticar, ofender e que se acham melhores que os outros.

Algumas pessoas carregam tanta dor dentro do peito que acabam desenvolvendo uma delicadeza quase sobrenatural ao tratar o sofrimento alheio.

A verdade é que o amor quase nunca chega de verdade.
As pessoas apenas se encostam para suportar o vazio, confundem carência com eternidade e seguem a vida sem jamais serem realmente vistas.

Por que as pessoas se sentem perdidas nestes últimos tempos?


Para responder a essa pergunta, é necessário saber a resposta de outra: O que perdemos?
Se não sabemos o que procuramos, não reconheceremos quando encontrarmos.
A sensação de estar imerso em um labirinto existencial, sobrevivendo pela repetição de hábitos dia após dia, é algo inerente à nossa espécie. Pensamos, raciocinamos e criamos cenários mentais diversos, cada um com suas consequências.
Essas consequências surgem porque nos perdemos durante o processo, pois nossas necessidades de manutenção nos levam a uma vida de hábitos sociais enraizados em um solo frágil, já que a sociedade é mutável dentro de suas próprias criações.
Vivemos de cenários: trabalho, estudo, família, relacionamentos, entre outros. Interpretamos diferentes papéis no teatro da vida, e a cada situação, somos um personagem. Agimos de forma esperada diante da sociedade, e embora sejamos "honestos" com o que apresentamos, isso não passa de uma máscara, pois o verdadeiro "eu" está imerso, perdido entre tantas aparências e projeções de quem realmente somos.
Para aumentar esse abismo existencial, quanto mais dinâmico o contexto social, mais máscaras precisamos usar para sobreviver socialmente. Palavras, gestos, opiniões precisam estar alinhados ao modelo social vigente para que sejamos aceitos. Conflitos de gerações são comuns, pois não há uma transição linear de uma fase da vida para outra. Um dia somos crianças, no outro, adultos, e nesse salto, crianças querem agir como adultos, enquanto adultos desejam resgatar a criança interior. O ser humano foi arremessado rumo a um mundo de vitrines, onde a aceitação é regra, e não moldar-se a esses padrões mutáveis nos deixa à margem.
Se a sociedade carrega toda essa pluralidade, é fácil perder-se ou agarrar-se a um personagem que, ao final, não representa a essência verdadeira de alguém.
Desde a infância, somos doutrinados a sobreviver neste mundo, e uma das regras de inserção é ser agradável às pessoas ao redor. Ser agradável evita conflitos e facilita a aceitação no meio desejado. Crianças, ao brincarem de serem adultas, testam seus papéis sociais, ganhando autoconfiança, vínculo e empatia, pois, assim, se conectam emocionalmente, sentindo-se parte do grupo. Esse mimetismo, parte da construção da identidade, copia até aspectos desnecessários, carregando-os pela vida.
Somos ensinados a agradar ao meio, mas quase nunca a sermos agradáveis conosco. Se fizermos um balanço da vida, perceberemos que quase toda ela foi dedicada a satisfazer necessidades alheias. Ser um bom filho, marido, funcionário, aluno, são julgamentos externos atribuídos às nossas ações, que clamam por aprovação. A ausência dessa aprovação causa sofrimento.
Somos escravos do julgo social, e, como a sociedade muda constantemente com novas metas, formas de pensar e agir, e concepções de vida, dificilmente estaremos em paz conosco. O julgamento funciona como um chicote que aceitamos como objetivo a ser atingido, e, ao final, sofremos sorrindo. A sociedade nos empurra, e nós, muitas vezes, colocamos o chicote em suas mãos.
Retirar esses grilhões autocolocados não é tarefa fácil, e talvez, no fundo, você não queira. Talvez tenha medo de descobrir o que lhe restará se todas as máscaras forem removidas, e encontrar seu verdadeiro "eu", aquele que ainda está em sua forma bruta, não moldada, não apresentada, por falta de tempo para moldá-la. Quando enfrentamos nossas fraquezas, a fragilidade nos leva a buscar segurança na autopiedade, justificando os "sofrimentos" da vida, e retornamos a um ciclo vicioso de esconder defeitos e a falta de reconhecimento de si mesmo, com máscaras que apenas tentam encobrir uma verdade: estou perdido porque não quero me encontrar.
A regra para se encontrar é simples: conheça-se a ti mesmo e aceite-se pelo que é.
Quer se encontrar? Se não, não sofra!


Pense e reflita!
Paz e bem.
Massako.

Às vezes a nossa vida vira palco de um entretenimento. Como um palco pra divertir as pessoas.

Há pessoas que carregam oceanos dentro do peito e, ainda assim, passam pela vida fingindo ser apenas pequenas poças de silêncio.

Carrego dentro de mim um excesso de permanências. Pessoas, dores e memórias que partiram do mundo, mas continuam habitando meus pensamentos como catedrais abandonadas.