Depoimentos p Pessoas q Nao Conhecemos

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Enquanto o povo discute e se digladia na escolha de qual dos pés usarão para entrar em 2026, o País continua com os dois pés fincados na lama do esgoto do século XIX.

“Teu corpo contra o meu dissolve qualquer pudor, e o que sobra é só a urgência de sentir, sem pressa, sem culpa, até perder o fôlego.”

⁠Bom dia, minha querida!
Hoje é um dia especial, pois é a véspera do Natal.
Eu estou muito feliz por ter você na minha vida,
Você é o meu presente mais precioso, a minha alegria.
Eu te amo muito e quero te abraçar bem forte,
E te desejar um Natal cheio de paz, luz e sorte.
Você é a minha estrela guia, a minha inspiração,
E eu agradeço a Deus por essa linda união.
Bom dia, minha amorzinha, e feliz Natal!
Você é tudo para mim, você é o meu ideal.

⁠Um dos sinais mais importantes de vida que recebemos, é quando os primeiros raios-do-sol adentram pela janela. Se você estiver no aconchego do seu quarto nem dá bola e até reclama fechando a cortina. Mas, se estiver num leito de hospital mal, raios-do-sol pela janela só tem uma leitura: vitória por mais um dia de vida e estímulo para conquistar outro. Quando recebe alta sobe ao pódio, ratifica os sinais recebidos e que seu passaporte foi renovado. Agradeça o visto do Criador e faça por onde merecer, para que sua validade seja bem longa.

⁠Nada mais gratificante do que ser lembrado e ser lembrado com carinho. Assim, agradeço ao Criador por ser merecedor e dizer que o meu carinho está nas estrelinhas no firmamento sorrindo sempre com o olhar daqueles que me querem bem.

No cinema, o filme Sonic a rodar🌀
teu riso é música que me faz sonhar.
Na noite serena, só quero passear,
de mãos dadas contigo, sem pressa de chegar.
Teu carinho aquece o frio do luar,
cada gesto teu me faz flutuar.
Depois, num abraço, deixo-me dormir,
pois no teu colo encontro o meu lugar.

“Nossa história já nasceu escrita nas estrelas — a gente só segue o roteiro que o destino rabiscou pra nós.”

AULAS DE SER GENTE

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Aprendi a me aproveitar dos mais simples. Tirar partido e vantagem dos humildes. Explorar os de boa fé. Confesso que tenho me dado bem com essa prática, e recomendo o mesmo a todos os espertos de alma; os safos de coração.
Dos mais simples, humildes e de boa fé, absorvi a riqueza de olhar o mundo com ânimo, justamente porque eles existem. E se eles existem, é possível crer na humanidade, pois a beleza de seus pensamentos, virtudes e atos fazem a vida valer a pena. São eles os guardiões do amor e da verdade. Os paladinos da paz e do bem. Mensageiros da luz que nos orienta e guia entre as trevas formadas pelos homens e as mulheres de má vontade.
Os mais simples, humildes e de boa fé são os fortes que os outros pensam que são. Têm a sabedoria que os outros pensam que têm. São tão eles, que, sem querer, confundem os intelectuais; enlouquecem os gênios instituídos que não querem saber ou realmente não sabem que nada sabem.
Tenho andado no encalço desses anjos. Reconheço a distância entre nós, como reconheço que nunca os alcançarei, mas tiro minhas lascas. Aprendo lições. Colo secretamente para passar, mesmo que apertado, nas muitas provas do meu tempo aqui. Tento em vão recompensá-los com um pouco do meu saber empolado; minhas vãs filosofias; o inchaço da letra que me preparou para ser metido a besta. Eles não precisam, mas não fazem desfeita.
Quero continuar em torno dos mais simples. Ser a mosca dos humildes. Parasita nos de boa fé. Desviar indefinidamente para minha conta no vermelho, migalhas ou centavos dos valores humanos dessa gente que tanta gente menospreza.

PRÉ - EPITÁFIO

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Atravessei a juventude sem dar a mínima importância para o que pensavam e diziam de mim. Nos verdes tempos de minha vida, nunca tive a pretensão de, como sempre foi dito pelos moços, ficar bem na foto.
Quando passei de meio século, comecei a me transformar. Tomei a decisão de ser, não precisamente alguém melhor, porque isso é difícil, mas pelo menos alguém menos pior. A visão da velhice anunciada, e com ela o fim, já me fez repensar muitos conceitos, preconceitos, atitudes, pontos de vista e sentimentos.
Deve ser assim com muita gente. Por anos e anos, um 'nem aí' para ficar bem na foto. Aí o tempo passa, e de repente a morte se desenha bem menos alheia e misteriosa. Menos abstrata e mais definida.
Foi assim que da meia idade para cá iniciei um projeto: Fazer as pazes comigo e com o próximo. Ganhar novos afetos, manter os afetos atuais e repor os perdidos. Gostar mais dos outros e ser bem menos apaixonado por mim ou por meus espelhos.
Vejo a vida esvair por entre os dedos. O tempo fecha o cerco. Não posso correr o risco de partir sem antes ter a certeza de ficar bem no epitáfio.

Às vezes a roseira terá mais espinhos que rosas;
O jardim terá mais capim que flores.


Nem-por-isso, a beleza das rosas e do jardim serão insignificantes;


A menos que você decida enxergar apenas os espinhos e o capim.

ONDE A LUZ SE INFILTRA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.



“É principalmente em tuas mais profundas cicatrizes que a luz também entra.”


A afirmação não exalta a dor como virtude nem sacraliza o sofrimento como fim em si mesmo. Ela reconhece um princípio antigo da tradição moral e espiritual segundo o qual a fratura revela a verdade do ser. As cicatrizes não são apenas marcas do que feriu mas sinais do que resistiu. Nelas a consciência aprende a depurar-se, a soberba cede lugar à lucidez e o orgulho silencia diante do limite reconhecido. O que foi rompido abre frestas, e toda fresta é uma possibilidade de discernimento, pois somente o que foi atravessado pela experiência conhece o peso do real.


A luz não entra pela superfície intacta, lisa e protegida, mas pela matéria que já conheceu a noite e sobreviveu a ela. Há aí uma pedagogia severa e antiga: o humano cresce quando aceita ver-se sem ornamentos, quando consente em olhar suas falhas sem cinismo e suas quedas sem desespero. A cicatriz não é a negação da beleza; é a sua maturação ética. Onde houve rasgo nasce responsabilidade. Onde houve dor desperta-se a vigilância interior.


Assim, a luz que entra não ilumina para consolar, mas para ordenar. Ela não promete repouso fácil, mas clareza. E nessa clareza o espírito aprende que a verdadeira elevação não se dá pela ausência de feridas, mas pela dignidade com que se transforma o que sangrou em fonte de consciência, pois é nesse ponto exato que a alma, depurada, começa a erguer-se com firmeza e sentido.

FILHAS ANÔNIMAS DA DOR.

Ó mulheres ocultas pelas brumas de séculos impiedosos,
vossas almas percorreram a terra como sombras que carregam o peso, de injustiças que a História jamais ousou nomear.
Sois o sal das lágrimas que nenhuma crônica registrou,
a argamassa silenciosa que ergueu civilizações inteiras
sobre vossos corpos exauridos e vossos espíritos oprimidos.

Filhas da caça às bruxas, marcadas pelo fogo que não purifica, mas que consome o indefeso.
Em cada madrugada de auréola acinzentada, uma de vós era levada para interrogatórios despóticos, acusada por línguas cruéis que temiam a vossa lucidez.
Ó mulheres caladas pela tirania,
vossos gritos ecoam ainda hoje nas fendas do tempo, onde a opressão deixou cicatrizes que nem o esquecimento cura.

Filhas escravizadas, arrancadas de vossa terra natal, como raízes mutiladas que ainda pulsavam vida.
Vossos nomes foram dissolvidos entre correntes, vossos sonhos esmagados por açoites, vossos úteros transformados em campos de tormento.
Mas mesmo naquele abismo sem alvorecer, carregastes a centelha indômita da dignidade, e com ela preservastes a essência do ser
nas noites mais densas da crueldade humana.

Filhas do luto materno, a quem a morte visitou repetidas vezes
como um hóspede voraz que nunca se dá por satisfeito.
Vossos braços, outrora depositários de promessas,
ergueram ao céu corpos frágeis que não resistiram às intempéries e às pestes do século.
E ainda assim permanecestes de pé, envoltas numa resignação que roça o sagrado, como guardiãs da dor mais antiga que existe:
a dor de amar o que se perde.

Ó mulheres anônimas, vosso sofrimento não foi vã litania.
Vós sois o subterrâneo moral da humanidade, o testemunho de que a grandeza por vezes se oculta naquele que mais padeceu.
A cada uma de vós dedico esta ode, este cântico sombrio que resgata a dignidade que vos foi arrancada por eras insensíveis.

Que vossas sombras se tornem luz para os vindouros,
e que da vossa dor antiga brote a lembrança de que nenhuma alma destinada ao bem sucumbe para sempre.
Porque na memória profunda das eras mora a força que transcende, e nela repousa a luminosa supremacia da nossa perpétua vida.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .

⁠“Na dicotomia entre o silêncio e o verbo, os fonemas se rebelam, grugulejando verdades que o peito ainda não soube nomear.” ©JoaoCarreiraPoeta.


Campinas, 13/12/2025.

O Poder Da Mídia em Nossas Mãos

Demétrio Sena - Magé

Nem adianta você tentar me dizer para deixar de me expressar na web, especialmente nas redes sociais. Não vou deixar; é nos espaços de respostas a informações e debates e nos meus perfis em redes sociais que tenho voz. E a minha voz vai ao encontro de milhões de outras, resultando mudanças políticas e sociais que não seriam possíveis com o silêncio.

Muitas decisões perniciosas do poder público em todos os patamares têm caído por terra, graças aos protestos de milhões de pessoas, incluindo os meus. E muitas decisões favoráveis à sociedade, aos trabalhadores e cidadãos modestos como eu estão sendo tomadas graças às pressões maciças de quem vive, respira, se diverte, cuida da família, mas não deixa de se posicionar. Na web. Onde mais atuaríamos com tanta eficiência? Gritaríamos dia e noite nas ruas? Remeteríamos bilhetes aos poderes ou entraríamos na justiça contra a própria justiça e suas injustiças? Juntos, somos a mídia; somos os algoritmos que levantam e derrubam, quase sempre com muitas dificuldades, bons e maus representantes do povo.

Se você, cidadão "canhoto" como eu, não quer mais saber "da internet", será mais uma voz que deixará de ter vez no dia a dia de uma sociedade sempre na iminência de sofrer com leis arbitrárias. Leis criadas nas caladas da noite pelo congresso nacional, por exemplo. Será menos um ativista contra injustiças sociais, racismo, lgbbtfobia, feminicídio, corrupção política e tantos outros assuntos. Uma voz que se cala e permite à extrema direita, cada dia mais barulhenta, ocupar todos os espaços de manifestação pública e de luta por suas causas danosas, em benefício das eleites; dos poderosos... contra os direitos humanos, de cidadania, e contra um povo que segue invisível, muitas vezes crendo que a web "não é pro seu bico".

Portanto, não adianta "sibilar" que "as trincheiras da Internet" são fúteis. A depender de quem as ocupe, são espaços de ativismo político, social, artístico e literário por uma sociedade mais justa, igualitária, democrática e bem informada. É o que tento ajudar a manter, em meio a tantas desinformações e atuações que visam minar o que há de bom. Não me permitirei o discurso do sossego pela desistência. Esse discurso tem como alvo, que deixemos o caminho livre para os que pretendem, há muito tempo, bloquear de uma vez por todas a efetivação de um país livre, democrático, laico, de pleno acesso a toda forma de cidadania. Um país para todos é tudo o que as eleites não querem e por isso manipulam seu rebanho para nos cansar.

Sim, temos um mundo físico, e nele, os nossos afazeres presenciais, nossos afetos a cuidar... uma vida prática e dinâmica que não pode ser diluída pelo vício cibernético. Mas, deixarmos esse poderoso espaço corporativo de atuação completamente nas mãos do extremismo político, do fanatismo religioso e inquisitorial a serviço dessa política e do imenso rebanho que a utiliza de modo a nos banir pela desistência, isto sim, é futilidade. Temos pela frente um ano eleitoral. A Internet será decisiva para nos unirmos e não deixarmos o Brasil voltar aos tempos sombrios da ditadura e para tirarmos do congresso os políticos que trabalham por essa volta.

Foi na internet que os vândalos do "oito de janeiro" se organizaram. Também foi na internet que nós, os ativistas civilizados, pressionamos os poderes perversos e organizamos movimentos presenciais corporativos - e pacíficos - pelos quais conseguimos grandes vitórias contra o #congressoinimigodopovo, que só trabalha em benefício próprio.

Não. Não sou estúpido: não comprarei o embrulho vendido pelas elites do poder e revendido pelos escravos populares dos que trabalham para essas elites nas trincheiras das religiões, por exemplo, que usam com tão eficiente má fé as formidáveis trincheiras da web. É uma pena ver tanta gente boa e necessária desistir... justamente agora.
... ... ...

Respeite autorias. É lei

Faço esforço para acreditar
Em dias melhores,
Esperando uma ligação
Que jamais irá tocar.
Porque ao meu redor,
Tudo já acabou…
E, mesmo assim,
Aprendo a seguir.

Sim, somos divinos, mas frágeis em tentações. Sonhamos com a eternidade, conscientes de nossa vida passageira. Acreditamos ser donos do nosso destino, ainda que limitados por tantas forças.
Mas é nesta tensão que acontecem as Paixões. É no abismo entre o medo de amar e o anseio por liberdade que somos corajosos. Este conflito não é sua prisão, é o campo de batalha onde você se torna quem verdadeiramente é: um ser que brilha ou uma sombra, barulhento ou pensativo...
Coisa de gente!
É só a minha opinião
Alexandre Sefardi

Meu beijo de hoje é para você, uma pessoa linda que, mesmo longe, está sempre presente.
Aquela pessoa com quem a gente pode conversar sobre tudo, a qualquer hora. Ela sabe dar conforto com o coração sem querer nada em troca. E quando ela precisa, sabe que pode contar comigo da mesma forma, sem problemas.
Não importa o tempo que passamos longe uma da outra: a amizade é irmã do amor. Ela não tem uma cara específica, mas tem troca, afeto, respeito, carinho, confiança e alegria.
É aquela pessoa que diz o que acha certo, mesmo quando não é o que a gente quer ouvir — mas que respeita nossas decisões sem julgar.
Que avisa do perigo quando não estamos enxergando, mas não briga pelas escolhas que fazemos.

Sem legenda, a vida passa e nos mostra o quanto somos perfeitos. Vivemos de passagem e sem bagagem para embarcar na próxima estação.

⁠NEM SEMPRE

Nem sempre a vida traz o que almejamos. Muitas vezes vem sem um acontecimento, sem um planejamento e sem uma autorização. Vem como um vendaval e leva tudo como se nada daquilo importasse. Apenas adentra sem pedir licença, se aloja e fica. Vamos percebendo então, que tudo o que planejamos ficou a uma distância muito longa. São as nossa vontades misturadas com a intensão de ter algo além da vontade do Ser maior. Porém, a vontade dele é outra. Somos uma mistura de várias formas, intensões e quereres e estas misturas acabam se confundindo com a verdade.

Em cada novo horizonte um novo sonho, uma nova conquista, uma nova esperança de caminharmos juntos para um futuro melhor.