Depoimentos p Pessoas q Nao Conhecemos

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Não precisa de espada para impor sua paz,
Sua própria presença é o que o bem satisfaz.
É loba que guarda, é anjo que guia,
É o sonho mais lindo que a vida traçou.


----- Eliana Angel Wolf⁠

Não é apenas fogo, é a calma do entardecer,
É o calor que me abraça quando a noite vem chegar,
Angel , minha vida, meu único e eterno querer,
É ao seu lado, guerreira, que eu sempre vou viver.


----------- Eliana Angel Wolf⁠

Fiel aos seus pais, em devota jornada,
O amor que oferece não conhece medida,
É luz que ilumina a estrada trilhada,
É a gratidão que sustenta a própria vida.


------- Eliana Angel Wolf⁠

No poente o céu
sangra cores
que não sabe guardar.

Mel


O nome dela escorre lento
tipo coisa que não se esquece fácil
gruda na boca, na mente
e pelo visto… até nos teus dedos.
Mel não chega, invade.
Vem com história torta, vida rasgada,
dessas que o mundo tentou quebrar
e ela devolveu com riso meio louco.
Tem gente que passa…
ela fica.
Nem precisa tocar direito
e já bagunça tudo por dentro.
Teu corpo entrega antes da razão,
teu pensamento trai qualquer juízo,
porque tem gente que não é paz…
é vício com nome bonito.
E o pior?
Você sabe.
Sabe do caos, do passado, das grades,
das vezes que a vida mordeu ela sem dó…
e mesmo assim, tá aí,
respirando ela como se fosse ar.
Mel não é leve.
É doce que queima.
É perigo que chama pelo nome
e ainda te faz sorrir enquanto você cai.
E você cai.
Com gosto.

Talvez hoje você não entenda o porquê de certas situações, mas Deus continua no controle. A fé não é sobre ter todas as respostas, mas sobre confiar em quem tem.

Eu sou.....


[...]um homem que preza pela simplicidade e não vive de aparências, não tento agradar a todos, pois só digo que gosto de alguém quando é de verdade.


Não uso as pessoas e valorizo quem tem essa mesma integridade comigo.
Aprendi, com o tempo, que as palavras podem enganar, mas as ações sempre revelam quem as pessoas realmente são!

No brilho do sol a nascer,
Rafa aprendeu a ver,
Que a vida não é só medir,
Mas também sentir e florir.
Entre folhas, vento e chão,
Descobriu no coração,
Que cuidar é o melhor caminho,
Pra nunca andar sozinho.
"Olho de Vidro "

"Que ruim, a vida não é um show para frequentar todo final de semana, é coisa séria! Aqueles que se dedicam ao estudo e levam uma vida honesta com certeza colherão bons frutos" Ademar de Borba

Quem não lê acaba sendo engolido pela névoa do desconhecimento, engolido e lido pelos que leem o mundo. A leitura deve ser de prazer e levar à cura. Mas ninguém lê só palavras. É necessário ler as pessoas sem julgar o final da história antes do fim.
Nildinha Freitas

Não custa lembrar: são os erros que nos ensinam a errar menos. Porém, o maior erro que podemos cometer é ter medo de errar — assassino da criatividade, do desenvolvimento, da evolução e do sucesso.

Se eu não existisse, que falta te faria? e se eu morresse agora certamente ninguém notaria.

Navego no oceano de águas escuras, do meu pensamento, pra não mergulhar nas águas vermelhas de sangue, da realidade cruel em que me encontro.

O maior milagre

O maior milagre não está apenas no extraordinário, mas no que pulsa silenciosamente dentro de nós a cada instante.
Há uma ingratidão sutil — não contra Deus, mas contra nós mesmos — quando esquecemos que nossa existência é fruto de uma longa tessitura entre o tempo, a matéria e o sopro do eterno. A ciência descreve esse processo como evolução: do pó das estrelas à complexidade do corpo humano, da simplicidade das primeiras formas de vida à consciência que hoje reflete sobre si mesma. Já a teologia, com linguagem mais profunda que literal, declara: “formou o Senhor Deus o homem do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego de vida” (Gênesis 2:7). Não são discursos opostos, mas perspectivas distintas do mesmo mistério.
O homem, portanto, é simultaneamente barro e transcendência. Carrega em si a memória do universo e o sopro do divino. Aquilo que a ciência chama de organização biológica extraordinária, a fé reconhece como imagem e semelhança de Deus (Gênesis 1:26). Somos, por assim dizer, máquinas vivas — mas não apenas máquinas: somos consciência, vontade, espírito.
Ao longo dos séculos, evoluímos. Dominamos o fogo, inventamos a roda, desvendamos leis físicas, químicas e matemáticas. Expandimos nosso domínio sobre a matéria, mas, paradoxalmente, nos tornamos vulneráveis àquilo que não se mede: a ética, a compaixão, o sentido. Crescemos em conhecimento, mas muitas vezes nos perdemos em sabedoria. Pois o avanço técnico não garante a elevação moral.
E é nesse ponto que a teologia confronta a ciência não para negá-la, mas para completá-la: o problema humano não é apenas biológico ou social, mas espiritual. Como diz o texto sagrado, “o coração do homem é enganoso” (Jeremias 17:9). Assim, aquele que foi criado para refletir o divino torna-se refém do egoísmo, da ganância e da ilusão do “ter” sobre o “ser”.
Entretanto, há um limite que nenhuma evolução conseguiu ultrapassar: a morte.
A ciência a estuda, a adia, a compreende parcialmente — mas não a elimina. E talvez isso não seja uma falha, mas um sinal. Um lembrete inscrito na própria estrutura da existência de que o homem não é absoluto. Como afirma o sábio: “tu és pó, e ao pó tornarás” (Gênesis 3:19).
A morte, longe de ser apenas o fim, é também uma linguagem. Ela fala da transitoriedade, da dependência, da finitude. E, paradoxalmente, aponta para o que transcende. Se tudo em nós fosse apenas matéria, a morte seria apenas um desligamento. Mas o homem a teme, a questiona, a transcende em pensamento — porque há nele algo que não se conforma ao fim.
Assim, a morte se torna um dos maiores sinais da nossa própria dimensão divina: ela nos limita, para que não nos iludamos como deuses; e, ao mesmo tempo, nos provoca a buscar o Eterno.
E então compreendemos: o maior milagre não é apenas a criação do homem do pó ou da costela, nem apenas sua evolução ao longo dos milênios. O maior milagre é este instante — o agora — em que respiramos, pensamos, sentimos.
A chama da vida que arde dentro de nós não é explicada plenamente nem pela ciência nem pela teologia isoladamente, mas pela convergência de ambas. Cada batida do coração é um fenômeno biológico; cada consciência desse batimento é um mistério espiritual.
Viver, portanto, é o milagre contínuo.
E enquanto há fôlego, há a presença invisível daquele que, segundo as Escrituras, “nele vivemos, nos movemos e existimos” (Atos 17:28).
Por isso, despertar para a própria existência é, talvez, o ato mais próximo de tocar o divino.

Atila Negri

A causalidade é uma ficção útil, vendida como necessidade para não descontinuar o sentido.

O Direito não evita o caos, apenas o organiza em prazos promocionais de estabilidade.

A marca perfeita é aquela que parece não estar tentando.

Uma pessoa fraca, sempre se maqueia para não mostrar sua insegurança.

“Não precisei implorar por nada — lutei por tudo, e vou continuar lutando até conquistar o que é meu.”

Aprendi com um grande gestor que não erramos, apenas nos enganamos — e sempre podemos corrigir o caminho.