Depoimento de Boa Noite para um Namorado

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Um ego inflado é uma prisão dourada; só o silêncio interior tem a chave para abrir a porta.


EduardoSantiago

Na sombra do vício, a liberdade é um eco perdido que só a coragem consegue resgatar.


EduardoSantiago

"Um retrato não revela quem você é, mas quem você teme que o mundo descubra no silêncio do olhar."


EduardoSantiago

O passado não é um lugar para visitar, mas uma sombra que insiste em caminhar na sua frente.


EduardoSantiago

Guardamos o passado como um espelho quebrado — quanto mais tentamos consertar, mas vemos nossos fragmentos distorcidos.


EduardoSantiago

“Quando um bebê encontra o olhar de alguém verdadeiramente bom, não é acaso — é revelação: o sorriso nasce sem permissão, o olhar se prende como quem encontrou abrigo, e a inocência reconhece a pureza antes mesmo que o mundo aprenda a pronunciá-la.”⁠

"A agressividade é um fogo silencioso: ou você o domina, ou ele queima tudo o que toca — começando por você."

"No pulso do tempo, o relógio guarda um segredo: cada segundo que ele entrega é um pedaço de nós que não volta mais."

"Usar drogas é tocar um portal ilusório: por alguns instantes você se esconde do mundo, mas ao retornar, a realidade o espera mais pesada, como uma sombra que cresceu enquanto você fugia.”

“O medo da injeção no adulto é a filosofia da dor reduzida a um ponto: pequeno o bastante para atravessar a pele, grande o suficiente para revelar quem realmente somos.”

“Entre cada fio de grama há um universo minúsculo lembrando que o essencial nunca grita, só cresce.”

“Um gramado é um descanso para os olhos e um sussurro para a alma: ali, até o silêncio cria raiz.”

“A pilha é um coração emprestado: enquanto pulsa, o mundo avança — e quando se apaga, revela quem sabe reacender o impossível.”

“O amor moderno é um jogo silencioso: quem sente primeiro sangra, quem sente por último perde — e ninguém avisa quando o fim começa.”

“A sombra é o lugar onde a alma se senta quando cansa de fingir claridade para um mundo que só aplaude quem nunca precisou escurecer.”

Sentir é um privilégio. Por isso quero sentir tudo, mesmo que isso me corrompa.

Um homem que grita como se fosse dono do mundo,
mas é só eco vazio em peito profundo.
Grande no corpo, pequeno na alma,
carrega a força, mas não carrega calma.
Veste palavras de Deus como armadura,
mas nunca deixou que elas curassem sua própria fissura.
Usa o sagrado como palco e disfarce,
mas no silêncio é o ódio que ele abraça e reparte.
A verdade dele não é verdade...
é crença inflada pela própria vaidade.
Ele acredita, então impõe.
Ele impõe, então destrói.
Bruto no gesto,
agressivo no tom,
ignorante no modo de existir ...

acha que mandar é construir.
Quem não o conhece pode até acreditar,
mas quem já viu de perto sabe:
por trás da soberba existe medo,
e por trás do medo, um homem pequeno demais para amar.
E no fim, o que se diz não é ameaça, é fato:
sozinho ele volta...
porque ninguém suporta por muito tempo
o peso de um coração fechado e exato.
Ele traz o amargo no nome,
como se já tivesse nascido marcado,
como se o destino tivesse sussurrado:
“serás peso, não abrigo”.
Há homens que aprendem a amar.
Ele aprendeu a dominar.
Confunde respeito com medo,
confunde fé com discurso,
confunde força com excesso.
Ele não conversa... Ele impõe.
Não escuta... Interrompe.
Não sente... Reage.
O amargo não está só no nome,
está na forma de olhar,
no jeito de tocar que não acolhe,
no silêncio que antecede o ataque.
Há algo nele que sempre ameaça voltar...
Não por amor,
não por saudade,
mas por necessidade de controle.
E o mais duro de admitir?
Ele acredita na própria versão.
Se convenceu de que é justo,
de que é certo,
de que o mundo é que o provoca.
Mas quem carrega ódio como combustível
não constrói... Consome.
E no fim…
o amargo que ele espalha
é o mesmo que o corrói por dentro.
Porque ninguém vive em guerra constante
sem se tornar o próprio campo de batalha.

Um ódio que não se tem noção das razões, é um amor mascarado

Por mais bela que seja a flor, perderá o encanto diante de um homem cego;
Por mais grandiosa que tenha sido a batalha, perderá o valor se não houver ninguém vivo para o glorificar.

Ardi e deixei-me arder até só sobrar eu
Um eu que já nem eu própria reconhecia
O que é que se faz com as cinzas de quem sente demais?
Elas teimam em manter-me no passado e nada muda
Mas, no silêncio, eu mudei
Para longe das chamas, onde o fogo não chega
Sou água.