Demorei mais Aprendi
Sabe o que aprendi sobre o sempre é que o sempre é o HOJE. Não deixe de aproveitar os momentos, as pessoas, a sua vida. Não deixe que o orgulho, a raiva, a angustia estrague seu dia. Não desperdice um passeio com mau humor, com memórias que te chateiam de anos atras. Perdoe se liberte com a certeza de que o :"E viveram felizes para sempre ". É na verdade, viveram o melhor que puderam, não abriram mão de lutar pelos sonhos, não deixaram que o medo os impedisse de tentar, não perderam uma oportunidade por orgulho. Não fecharam as portas para o amor e nem deixaram que as muralhas os impedissem de ver o horizonte. Viva o HOJE. Viva bem !
____ Lene Dantas.
Na escola da vida, eu encontrei você, na escola da vida, aprendi muito com você, quando vamos mudar, essa nossa situação de estarmos com todos e em meio a solidão...
Eu quero um amor...
Eu quero viver...
Eu quero você...
Como podemos está aqui na escola da vida?
Eu quero um amor, que seja igual a você.
Quero um amor que me faz bem.
Quero um amor que me entenda nos momentos de dor, porque a escola da vida já me fez sofrer e não quero mais essa vida dolorida...
Quero um grande amor e esse amor tem que ser você.
"Aprendi que no jogodo
amor nada é impossível,
uma hora você ganha
outra hora você perde
ninguém é invencível "
Eu já desmoronei em silêncio,
já me levantei cansada e tremendo.
Mas aprendi a ser muralha e flor,
vento e raiz.
Porque dentro de mim mora uma força
que não faz barulho,
mas que me reconstrói todas as vezes.
E sigo — bonita, quebrada, inteira.
Esta é a minha história, uma jornada de descobertas e crescimento.
Ao longo dos anos, eu aprendi que a vida é cheia de desafios e oportunidades, e que é importante nunca desistir de nossos sonhos.
" Uma Flor no meio do Obstáculos
Filha de Anselmo
Aprendi cedo que gentileza não fazia barulho.
Ela morava nas sacolas da feira, quando minha mãe voltava com frutas a mais, porque sempre havia um vizinho que precisava.
Morava no biscoito feito por quem morava sozinho, mas nunca quis ficar só.
Morava na panqueca trocada por um doce, sem nota fiscal, sem contrato, sem fotografia para provar.
Era assim que a gente se reconhecia gente.
Na escola, não havia tecnologia avançada, mas havia mãos estendidas.
Um ajudava o outro porque ninguém chamava isso de favor — chamava de convivência.
A vida nunca foi fácil.
Meu pai trabalhava à noite.
Meu avô acordava às quatro da manhã.
João Figueira, meu avô, foi um dos fundadores do Sindicato da Estiva.
Veio de Portugal, trocou o comércio pelo peso da sacaria, comeu seu peixe ensopado antes do sol nascer e saiu para trabalhar.
Não havia romantização. Havia esforço.
Havia luta.
E havia dignidade.
Hoje dizem que o mundo mudou.
Mudou mesmo.
Agora quase tudo tem preço.
Faz-se trabalho.
Faz-se prova.
Faz-se até aquilo que deveria ser aprendizado — desde que caiba no bolso.
A gentileza virou discurso.
O cuidado virou status.
A educação virou número.
Quando me incomodo, me rotulam.
Já me chamaram de petista.
Mas não sou de partido algum.
Sou filha de Deus.
Sou filha de Abselmo.
E talvez seja isso que incomode.
Porque não falo por ideologia.
Falo por memória.
Por crianças suando em salas quentes enquanto o discurso sobre natureza é feito no ar-condicionado.
Por professoras que aprendem a silenciar para sobreviver.
Por um tempo em que ninguém filmava tudo, mas todo mundo cuidava de alguém.
Não busco palco.
Busco coerência.
Não busco status.
Busco respeito pela infância.
Se isso hoje parece subversivo, talvez seja porque esquecemos demais.
E alguém precisa lembrar.
Mesmo em voz baixa.
Rosana Figueira
Eu aprendi que amar é uma entrega,
independentemente de trocas ou barganhas -
isso desde pequeno.
Aprendi que o amor é voluntário,
não espera nada, somente aceita o desafio.
Mas ao longo da vida somos desafiados
pelo engano a prevalecer.
E em algum momento nós sentimos fracos,
desacreditados de amar,
que o amor parece esfriar
e como que se não houvesse mais lugar em nós
que coubesse o amor de tantas desilusões.
E não podemos sonhar, esperar
que o verdadeiro amor aconteça magicamente
como nos contos.
Descobrimos que a magia do amor
não está no que podemos ou suportamos,
mas na vulnerabilidade que nos permite
nos aventurar neste mundo desconhecido
chamado amor.
Por Marcio Melo
Uma carta de uma madrugada qualquer.
Hoje eu só queria dizer que aprendi a te amar de uma forma que nem eu me permito explicar por que não o sei.
Foi acontecendo e criando forma eu e você temos nossos universos e pessoas que amamos é verdade, porém quando estou você eu me perco eu me lanço nessa loucura que é este sentimento impossível que existe em mim
Se existe realmente amor através seja la do que for eu estou perdido no meio dele e cada palavra sua, cada foto que vejo alimenta mais e mais isso dentro de mim, são palavras comprometedoras mais são verdadeiras.
Até que ponto o egoísmo supera o sentimento, estou sendo egoísta my lady em te falar estas coisas pois te coloco em risco ao expor o que sinto,
em um raro momento de sensates eu te peço é melhor me bloquear e iremos ficar com estas lembranças e sentimentos de algo que nunca aconteceu
Pois eu estou cada vez expondo mais o que sinto e isso te coloca em risco, quem ama não machuca, não fere ,quem ama cuida, quem ama se torna um só, pois sua vida ja não lhe pertence pois foi entregue a um outro coração.
Embora eu tenha aprendido a viver sem você não aprendi a viver sem amar você. E quando acho que te esqueci, é porque estou vivendo pela metade, porque você é uma parte de mim, e tal fato torna impossível levar uma vida sem lembrar de você.
Se tem algo que eu aprendi nos últimos anos, é que ou a gente se arrisca e conhece o novo, ou então, ficaremos para sempre na nossa zona de conforto. Permanecer no mesmo lugar evita dores e decepções, mas a longo prazo, tras arrependimento e sensação de incapacidade. Temos que arriscar, não tem jeito. Precisamos conhecer o novo, botar tudo a perder, e assim, ter a chance de ganhar tudo de novo, se tornar uma pessoa melhor e mais corajosa, cheia de vida e de história. Eu sei que no futuro vou me arrepender do que eu não fiz.
Confiar no senhor foi uma experiência enriquecedora ao longo de 2025, e aprendi muito para aplicar em 2026.
Autodidata,
aprendi datilografia
nas tardes lentas
em que escrever
era o meu brinquedo secreto,
o meu passatempo preferido
de menina
que já pressentia
o destino das palavras.
✍©️@MiriamDaCosta
Minha Aura Cigana 💃
Por tudo o que vivi,
senti, sofri,
sangrei e chorei,
aprendi a não criar raízes
onde o chão era lágrima,
insegurança e medo.
Minha alma carrega estradas,
olhos atentos ao horizonte,
bolsos vazios de posses
e o peito cheio de destino.
Trago no corpo os vestígios do tempo
e no espírito a liberdade inquieta
de quem nunca pertenceu ao cárcere
do que é fixo, morno ou imposto.
Sou passagem,
sou vento que não pede licença,
sou chama que arde,
que aquece, que queima,
mas não se deixa apagar.
Minha aura é cigana
porque escolheu a travessia
em vez do conforto,
a verdade em movimento
em vez da paz mentirosa do repouso.
Por tudo o que vivi,
senti, sofri,
sangrei e chorei,
preferi não fincar raízes
em solos contaminados de medo.
Carrego comigo lembranças e cicatrizes
que não pedem e não suportam
curiosidade, piedade e nem falsidade
apenas passagem.
Minha alma aprendeu cedo
que permanência, muitas vezes,
é apenas uma forma educada de prisão.
Trago nos olhos a dor das despedidas,
nos pés a poeira das estradas,
no peito um coração indomável
que sangra, mas segue adiante.
Sempre!
Sou feita de partidas,
de incêndios internos,
de escolhas que doem
mais nunca, a renúncia
a mim mesma.
Nunca!
Minha aura é cigana
porque recusou o conforto
doce da mentira
e escolheu vagar com a verdade
latejando na carne,
pulsando nas veias,,
acariciando a mente
e pacificando a consciência.
Por tudo o que vivi,
senti, sofri,
sangrei e chorei,
aprendi a ouvir o chamado
das estradas invisíveis
mais plenas de visão.
Minha alma
dança com o vento,
baila com as marés,
reconhece constelações
onde outros veem apenas noite.
Carrego no coração um mapa
que não conhece fronteiras e limites
e um tempo que se move
no compasso da liberdade.
Oh! Amada Liberdade!
Senhora do meu viver!
Sou feita de travessias serenas,
de tempestades arrebatadoras,
de silêncios que ensinam,
de palavras que ecoam,
de versos que florescem
sem pedir residência.
Minha aura é cigana
porque prefere o caminho
ao destino, e faz do mundo
um eterno lugar de passagem.
Vivi, senti, sofri,
sangrei e chorei,
por isso sigo adiante.
Sempre!
Raízes me pesam e sufocam,
Estradas do viver e do sentir
livre e leve, me salvam.
Minha aura é cigana:
não pertence,
atravessa o seu caminho.
E nada e ninguém
vai tomar posse
de mim.
O sol me ilumina,
a Lua me protege,
a vida me ensina
que seguir livre
é a minha sina.
✍©️@MiriamDaCosta
As feridas foram tão frequentes que aprendi a sempre guardar tudo o que sinto, a não falar demais por saber que ninguém vai se importar, a ficar de longe por saber que ninguém vai me notar.
“Eu aprendi que entregar não é oferecer o que sobra — é ter coragem de se despir das defesas e colocar o próprio coração na linha de frente, mesmo sabendo que o mundo nem sempre sabe cuidar do que é verdadeiro.”
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