Demorei mais Aprendi

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Há perguntas que não enfraquecem a fé. Elas apenas mostram que ela precisa ser mais profunda do que respostas prontas.

Se aquela pessoa considerada amigo, não lhe procurou mais. É sinal que ela nao sentiu a sua falta. E você também não precisou dela. Faça o mesmo, ignore, exclua da sua vida. As pessoas que te amam lhe acharão. Amizade é como uma plantinha, se não molhar de vez em quando, ela morre, e depois de morta não a serve mais.


Otávio Mariano

⁠Quanto mais Penso mais vou evoluindo minha capacidade De Entender que sempre precisamos mudar!

⁠Quando entendemos que cada momento é único e Especial, Aprendemos a Dar mais valor ao tempo.

Você se sente amada
quando o silêncio não pesa e a presença fala mais alto que promessas?

Você se sente protegida quando o mundo endurece e há um peito firme onde o medo some e você pode descansar?

Você se sente cuidada
nos detalhes invisíveis,
no olhar atento, na palavra que conforta, nos braços que acolhem e na mão que permanece mesmo cansada?

Amor não é só intensidade, é constância.
Não é só desejo, é abrigo.

Amor é ficar quando seria mais fácil desistir.
É escolher todos os dias, mesmo conhecendo falhas, limites e cicatrizes.

Porque quem ama de verdade não apenas diz: "eu te amo"
prova, sustenta e nunca solta a mão.

O segredo é ter FÉ. Ter fé nada mais é do que acreditar naquilo que se quer. Acreditar nas probabilidades de se torna realidade. Acreditar que há sim uma chance daquilo acontecer, por pior e mais complicado que possa estar no momento

Não é sobre não ter medo. É sobre não estar sozinho enquanto o medo tenta falar mais alto.

Dias chuvosos não param a vida.
Só ensinam a florescer com mais calma.

⁠Não estou usando mais ponto final, prefiro as reticências...
Pois sempre há esperança...

"Quanto mais eu conheço Deus, menos eu invento sobre Ele."

"Antes eu lia para sentir; hoje eu leio para compreender — e sinto muito mais."

" Existem pássaros do amor que já não desejam mais voar. "

"A gentileza é o gesto silencioso que revela uma alma em harmonia com leis mais altas."

O CÉU E O INFERNO — SEGUNDA PARTE. AUGUSTE MICHEL.
Há neste episódio uma das mais densas ilustrações da psicologia espiritual delineada pela O Céu e o Inferno. Não se trata apenas de um relato mediúnico, mas de um documento experimental daquilo que a doutrina denomina de persistência vibratória do apego e da simbiose fluídica entre o Espírito e os despojos corporais.
Auguste Michel, homem entregue aos prazeres sensoriais e à exterioridade mundana, construiu durante a vida uma estrutura psíquica fortemente ancorada na matéria. Não havia nele perversidade deliberada, mas uma esterilidade moral que, sob a ótica espírita, é igualmente grave. Sua consciência permaneceu inativa diante das finalidades superiores da existência, o que produziu, após a morte, um fenômeno clássico descrito na literatura kardeciana: a perturbação espiritual prolongada.
O que se observa em suas comunicações é a incapacidade de dissociação imediata entre o perispírito e o corpo físico. A morte orgânica não implicou libertação automática. Ao contrário, o Espírito permaneceu em estado de aderência psíquica ao cadáver, como se este ainda fosse o seu eixo de identidade. Essa condição não é simbólica, mas efetivamente real no plano fluídico. O perispírito, impregnado de hábitos materiais, conserva impressões sensoriais que o fazem experimentar uma espécie de eco da dor física, ainda que o corpo já esteja inerte.
A frase “ainda estou preso ao meu corpo” não deve ser compreendida como metáfora. Trata-se de uma ligação vibratória sustentada por afinidade. Quanto mais o indivíduo vive exclusivamente para o corpo, mais densos se tornam os laços que o prendem a ele após a morte. A matéria não o retém por força própria, mas pela sintonia que o próprio Espírito cultivou durante a existência.
Essa simbiose revela um princípio fundamental da filosofia espírita: o Espírito não abandona instantaneamente aquilo com que se identificou profundamente. O corpo torna-se, por assim dizer, um polo de atração psíquica. O túmulo, nesse contexto, converte-se em um ponto de fixação mental, um centro de gravidade fluídica para o Espírito perturbado.
É nesse cenário que se evidencia o papel da prece.
A insistência de Auguste Michel para que se orasse junto ao local onde seu corpo jazia não era um capricho, mas uma necessidade vibratória. A prece, segundo a doutrina, não é apenas um ato devocional, mas uma emissão de forças psíquicas organizadas, capazes de atuar sobre o perispírito. Quando realizada nas proximidades do corpo, essa ação torna-se mais incisiva, pois incide diretamente sobre o foco de ligação entre Espírito e matéria.
A observação doutrinária é clara ao sugerir uma ação de natureza quase magnética. A prece eleva o padrão vibratório do ambiente e, simultaneamente, enfraquece os liames inferiores que mantêm o Espírito aprisionado. Há, portanto, uma dupla eficácia. Moral, porque desperta no Espírito o arrependimento e a lucidez. Material, porque atua sobre os fluidos que sustentam a ligação ao corpo.
Quando finalmente o médium atende ao apelo e ora junto ao túmulo, o resultado torna-se evidente. O Espírito relata alívio, maior clareza e início do desligamento. Com o tempo, ele declara-se livre da cadeia que o prendia, embora ainda sujeito às consequências morais de sua vida estéril.
Este ponto é crucial. A libertação do corpo não equivale à redenção espiritual. O sofrimento subsequente não é mais físico nem fluídico, mas moral. Surge então a consciência do tempo perdido, da inutilidade das faculdades desperdiçadas, da ausência de obras meritórias. É o despertar da responsabilidade.
MORAL DO ACONTECIDO
A narrativa demonstra, com rigor filosófico e psicológico, três princípios fundamentais.
Primeiro. O apego à matéria densifica o Espírito e prolonga sua perturbação após a morte. Viver exclusivamente para o corpo é preparar para si mesmo uma libertação dolorosa e lenta.
Segundo. A prece possui eficácia real. Não é um gesto vazio, mas uma intervenção ativa no campo espiritual. Pode aliviar, esclarecer e até mesmo acelerar o processo de desligamento do Espírito, sobretudo quando associada à caridade sincera.
Terceiro. A ausência de mal não equivale à prática do bem. A neutralidade moral gera estagnação, e esta, por sua vez, conduz ao sofrimento pela consciência do vazio existencial.
Há, portanto, uma advertência silenciosa neste caso. A vida não deve ser apenas evitadora do erro, mas produtora do bem. O Espírito que não constrói valores superiores permanece, após a morte, desorientado, sem referências elevadas que o sustentem.
E assim se conclui que a morte não transforma o homem, apenas revela aquilo que ele fez de si mesmo.
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"A reencarnação é, portanto, a expressão mais elevada da misericórdia divina. Ela concede ao Espírito inúmeras oportunidades de recomeço, permitindo-lhe reconstruir-se com lucidez, esforço e perseverança."

AMIZADE E CARÁTER.
“Entre todas as virtudes sociais, a amizade é aquela que mais revela o caráter de um homem.”

AMIZADE.
“Quando duas almas tornam-se amigas, o tempo passa a caminhar mais devagar, como se quisesse ouvir suas conversas.”

“Entre milhares de pessoas, um amigo é aquele que faz o mundo parecer menor e mais acolhedor.”

“O homem teme aquilo que não compreende, e muitas vezes teme ainda mais aquilo que compreende profundamente.”

“O medo revela mais sobre a mente humana do que sobre o perigo que a ameaça.”