Demorei mais Aprendi

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Às vezes me perco de mim mesmo, e toda vez que me reencontro, passo a me conhecer um pouco mais. Na verdade, percebo que esses desvios não são falhas, mas sim o terreno fértil onde minhas novas identidades nascem. O eu que retorna é sempre mais resistente e autêntico do que aquele que partiu.

A vida virou um rastro de dados, e o corpo , um endereço onde não mora mais ninguem : fomos despejados de nós mesmos pelo ruído do mundo que acabe na palma da mão.⁠

O esquecimento é o túmulo mais profundo; não preciso de pá ou terra para sepultar alguém vivo, basta que eu não o reconheça no meu silêncio.

Agradecer a Deus e cultivar
para que aumente mais a fé,
No pé de Pulasan conquistar
e com amor e poesia te tocar.

Ofereceste Duku,
eu contente aceitei,
Em nós amar virou lei
e a mais fina grei.

Fazer doce com Belimbing
para te trazer para mim,
Minha história mais
linda de amor sem fim.

Cultivar o mais alto sentimento


de lealdade para com a sua terra,


é manter vivo o pacto com a vida,


Repassar na memória e no convívio


o Rukun Negara além do tempo,


Amar o Rei como quem ama


o próprio Pai , ele que é capaz


com virtude devocional


de fazer de tudo por você e pelos seus,


é estar no rumo certo, no caminho de Deus.

Foi tempos que era só
bordão que tudo mudou,
Não se encontra mais Tatu,
ninguém faz mais Aaru,
Por enquanto ainda há
alguma memória para quem
tiver vontade de procurar,
E se um Tatu te encontrar,
melhor deixar ele caminhar
_porque não nos falta Beiju.


Não se esqueça de recordar
que a Terra precisa sobreviver
para a gente se sustentar...

Conheço bem as tuas trapaças
para não me envolver contigo,
sou mais doce do que mil goiabas,
possuo autopercepção de valor
e os limites que mantenho claros
e cultivados para lidar com fatos.


Não nasci com nenhuma vocação
para ser troféu, caça ou recompensa,
virei refém da primeira impressão,
admito porque não consigo apagar
o teu olhar de desdém de quando
nos conhecemos naquele tal lugar.


Um olhar que expressou arrogância
não tem jamais a minha confiança
de que passou para a fase de me olhar
com outros olhos da noite para o dia.


Não te quero mal e não te quero meu,
nem por capricho nem por algo parecido,
sei que não nasci para ser o seu caminho,
por isso não avento hipóteses ou permito.

Ver a Tongkat Ali
e a poesia crescer,
Não tenho mais
nada o quê querer.


...


Anggerek Kupu-Kupu
esplendendo beleza,
Assim é o quê sente
a cada novo poema
que em ti escrevo
com toda a grandeza.


...


Anggerek Ungu Harum
florescendo nas mãos
do tempo e do sentimento,
Muito além de ser só
apenas por um momento.


...


Periuk Kera Biasa
balançando hipnótica
no ritmo do vento,
O pensamento buscando
te alcança a tempo.


...


Periuk Kera Bertaring
no meio do jardim,
Que o destino já
de nos colocar enfim.

Plantar mais mudas
de Palmito Juçara,
Para não deixar nunca
mais na mesa faltar,
Isso não tem a ver
somente sobre plantar,
Também tem a ver
com a Cultura Popular.


Quem sempre planta,
a Natureza e o destino
sabem recompensar
além de reconhecimentos
formais ou títulos,
Pátria é o quê se planta,
alegra o nosso paladar,
e eleva o nosso espírito,
É incontestável e de princípio.


Não preciso sair procurando
qualquer coisa pelo mundo fora
ou pelo fim do mundo esperar,
para só assim começar a despertar.

A memória mesmo


a mais dolorosa


faz parte da nossa


identidade nacional,


Para que crimes


e erros do passado


não mais sejam repetidos,


Se eu pudesse sairia


em busca dos corpos


dos heróis caídos.






Com a fibra do coração


sou voz de poeta na imensidão


que clama a reconstrução


pela memória histórica


dos nossos heróis caídos.






Ah! Se eu pudesse


pediria profundamente


perdão público com


devido cerimonial por tudo


aquilo que não tem perdão;


E como sou pequena


apenas posso pedir perdão


dedicado neste poema.






Com a fibra do coração


sou voz de poeta na imensidão


que clama a reunião


de líderes religiosos


para sempre orarem


por nossos heróis caídos.






Não é pedir demais


que alguém da nossa Pátria


se lembre que é preciso


construir um memorial


para que a História


do Massacre dos Porongos


se torne por todos conhecida


e nunca mais seja esquecida.A memória mesmo


a mais dolorosa


faz parte da nossa


identidade nacional,


Para que crimes


e erros do passado


não mais sejam repetidos,


Se eu pudesse sairia


em busca dos corpos


dos heróis caídos.






Com a fibra do coração


sou voz de poeta na imensidão


que clama a reconstrução


pela memória histórica


dos nossos heróis caídos.






Ah! Se eu pudesse


pediria profundamente


perdão público com


devido cerimonial por tudo


aquilo que não tem perdão;


E como sou pequena


apenas posso pedir perdão


dedicado neste poema.






Com a fibra do coração


sou voz de poeta na imensidão


que clama a reunião


de líderes religiosos


para sempre orarem


por nossos heróis caídos.






Não é pedir demais


que alguém da nossa Pátria


se lembre que é preciso


construir um memorial


para que a História


do Massacre dos Porongos


se torne por todos conhecida


e nunca mais seja esquecida.

Colher Morango-da-costa
acompanhada da sua companhia
é mais alta imagem de desejo
cheia paixão e poesias,
É por isso que por dois escrevo
os mais doces Versos Intimistas.


...


Para que nada distraia,
para o amor vou dar
é Morango-da-praia,
Para fazer se orgulhar
deste rabo-de-praia
e dos Versos Intimistas
escritos para quando
ele chegar se entregar
com todas as malícias
daqui para frente ser vividas.


...


A tua boca é endereço
para colocar Morango de praia
com todo o maior apreço,
Por isso em ti escrevo
os mais lindos Versos Intimistas
sem nenhum adereço.

A volúpia muito mais
do que ardente entre
nós revela e acende
as chamas obscenas
do desejo que iluminam
os olhos e os corpos,
Sem dizer uma palavra
te escolhi como o ilustre
morador dos meus sonhos.


O mais vadio nos destina
na Rota da Seda que
em ti nasceu escorregadia,
e serve esse teu doce
veneno que destila e vicia.


Sob a sombra do Ingá,
eufórico diante minhas
Uvas maduras os teus
lábios namoradores foram
feitos para entusiasmar,
e carinhosamente afoito
adentrar neste piquenique.


Para no nosso paraíso
sem nenhum pejo,
O desejo ser o fogo eterno
e senha intransferível
para qualquer um que atreva
ir pelas curvas mais hipnóticas
das nossas paixões eróticas.

Repousar no joelho
mais aconchegante
e encaixar o rosto
com o olhar imperioso,
Erguer e beijar-te
o queixo em gaze
absoluta de desejo
muito bem feito.


Licenciar ao clímax
com gosto as altivas
curvas intumescidas
aos frêmitos discretos,
Dos meus e dos teus
arrebóis carnudos
e dos néctares febris.


Fazer as nossas trocas,
e cravar no broto erétil
- as ávidas dobras
com sabor de uvaia
para recordar o selvagem.


Deixar que as falanges
deslizem sobre minha
cintura e encontrem
eflúvios de loucuras
devotando ternuras.


No ápice de tudo
o que é só nosso,
O quê vier eu juro
que contigo topo,
com total entrega
do direito à incandescência
efusiva das cútis,
para que nada contenha.


Para que se fulgurem
se libertem, se percam
e se encontrem invictos
o que somente se mantém
em festividade intimista,
com tremores voluptuosos,
mergulhados totalmente
em sulcos intensamente
úmidos e compartilhados,
- sem pulsares velados,
e altamente escandalosos.

Com vontade de me aferrar
ao antídoto pedestal mais
viril que se pode inventar,
as tuas falanges guiam
ao eflúvio mais poético
da existência do Universo.


Sigo em transcendescência
titânia para fazer repousar
- na minha paz cutânea,
a sua inquietude visceral
pós tremores voluptuosos
e intensos sulcos úmidos.


Posso vir até não conquistar
os teus lascivos caminhos
em nossas curvas intumescidas
nas trocas de espaços mesmo
com pulsar ainda que velado,
e engolir: o sentimento calado.


Mas se eu fizer novos poetas
ansiosos por frêmitos secretos
e dobras ávidas de paixão
por ventres trêmulos sem limites,
língua famintas e quadris jerivás
bailantes em busca de encaixes,
cada verso meu terá valido a pena.

Canta o Aracuã
na hora que ele quer,
Tendo o teu amor,
nada mais vou querer
a não ser viver ou viver.

Sem pedir licença para entrar,
é capaz de nos colocar no túnel
da consciência humana
mais impossível de enxergar,
fazendo zombar com a cultura,
o pertencer e a origem,
mudando até a paisagem
da onde é o nosso lugar,
quebrando-nos inteiro por dentro,
fazendo guerra cognitiva diária,
sem parar de avança contra
os elementos básicos de vida,
para romper a memória coletiva,
apagando o que traz estímulo,
descanso, os nossos sorrisos,
obnubilando todos os juízos,
cortando laços, criando destroços
e conspirando contra os sonhos.


O que estou querendo transmitir
com tudo isso é bem simples:
nasceste com cabeça para pensar,
dois olhos para observar
e o livre arbítrio para não deixar
o Colonialismo Moderno se criar.


A atitude e o silêncio bem
empregados são instrumentos
para ninguém passar por cima
para ocupar o nosso lugar,
e uma nova História inventar.

A maturidade emocional é uma das conquistas mais silenciosas e, ao mesmo tempo, mais revolucionárias da vida. Não se trata de apagar sentimentos ou fingir indiferença diante do caos, mas de aprender a conviver com eles sem se perder. É como caminhar por uma cidade barulhenta e, ainda assim, manter dentro de si um espaço de calma, onde o ruído não alcança.


Ela nasce quando entendemos que não temos controle sobre o comportamento dos outros, mas temos controle sobre nossas respostas. É nesse intervalo entre o estímulo e a reação que mora a liberdade. Quando alguém nos critica, provoca ou decepciona, podemos escolher se vamos entregar nossa paz ao impulso ou se vamos respirar fundo e responder com consciência. Essa escolha, repetida dia após dia, é o que nos fortalece.


Ser emocionalmente maduro é aceitar que a vida não se curva às nossas expectativas. É perceber que insistir em ter sempre razão, em esperar que os outros ajam como nós agiríamos, é uma prisão invisível. A maturidade nos convida a soltar esse peso, a abandonar o rancor e a transformar a raiva em aprendizado. Não significa tolerar injustiças ou se calar diante do que fere nossos valores, mas sim escolher batalhas com sabedoria, preservando aquilo que é mais precioso: a paz interior.


Na prática, maturidade emocional é pausar antes de responder, é nomear o que sentimos para não sermos reféns da emoção, é enxergar na crítica uma oportunidade de crescimento, é usar o silêncio como escudo quando a provocação não merece resposta. É agradecer pelo que temos mesmo nos dias difíceis, porque a gratidão dissolve a raiva e abre espaço para a serenidade.
No fundo, maturidade emocional é a arte de viver com leveza em meio ao peso do mundo. É a coragem de olhar para dentro e reconhecer que a verdadeira força não está em controlar os outros, mas em dominar a si mesmo. E quando aprendemos isso, descobrimos que a paz não é um acaso, mas uma escolha diária — uma escolha que nos liberta.


Tatianne Ernesto S. Passaes

Entre erros, tropeços e curvas da vida, você foi a minha escolha — talvez a mais bonita que o destino poderia ter me dado.
O tempo passou, mostrou nossas luzes e nossas sombras… e mesmo assim, permanecemos. Porque o amor, o de verdade, não é feito de perfeição — é feito de aceitação, de olhar o outro com alma, e ainda assim escolher ficar.
Nós nos aceitamos como somos, mesmo conhecendo — e com o tempo, descobrindo — a pior parte um do outro. E é nesse reconhecimento que o amor amadurece, ganha raízes e cria morada.
Em meio ao caos, encontrei em você a calma. No barulho do mundo, o silêncio que me entende. No frio, o abrigo. E em cada recomeço, a certeza: é aqui que eu quero estar.
Hoje é mais um ano da nossa história… um lembrete de que amar é escolher, todos os dias, mesmo quando é difícil. E eu sigo escolhendo você — com o mesmo coração, só que mais inteiro, mais consciente, mais seu.
Porque o amor que a gente construiu não precisa ser perfeito — só precisa ser verdadeiro. E o nosso é.


Tatianne Ernesto S. Passaes