Demorei mais Aprendi

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⁠Bom dia!

Que hoje seja mais um dia de vitórias para você, onde cada passo dado seja uma prova da sua resiliência e coragem. Tenha sempre em mente que você é capaz de alcançar tudo o que desejar, basta acreditar e se entregar de corpo e alma a cada sonho que deseja concretizar...

- Edna Andrade

Quem ama é mais feliz do que quem deseja ser amado.

A fraqueza emocional é mais perigosa que um assassino em série!

A chuva cai, mas o vento é canção
O tempo ensina a ter mais paixão
Entre tropeços, risos e paz
É contigo que tudo se refaz - Frase da música Dia Após Dia do dj gato amarelo

⁠Os melhores sorrisos,
os melhores abraços
são os nossos!
A mais linda história de amor
está sendo escrita
com duas letras que
representam felicidade!

⁠Quando você descobre
que amar é muito mais
do que falar,
portas se abrem
para um novo caminhar.

⁠Ultimamente,
falar virou algo perigoso!
Calar se tornou tão precioso!
Sua opinião não pode mais
ser ouvida...
as pessoas se tornaram
intolerantese a comunicação ficou tão difícil.

O que será de nós?

⁠Peguei a PAZ
Andando no meu jardim
e a segurei...
Zelosa, não mais larguei!

⁠Por mais que os problemas e adversidades possam surgir em meu caminho, sei que sou capaz de superá-los. Pois, quando tenho Deus como meu alicerce, não há tormenta que seja grande demais...

- Edna Andrade

Desde as mais antigas tradições espirituais, o ser humano interroga-se acerca do sentido último da existência, da natureza da vida e do mistério da morte. Em diferentes épocas e civilizações, essa inquietação assumiu formas variadas, mas sempre convergiu para um mesmo ponto: a tensão permanente entre o apego ao transitório e a busca pelo eterno.
Nos Vedas, encontra-se a emblemática narrativa de Nachiketa, que se dirige a Yama, o senhor da morte, para solicitar-lhe a imortalidade. Diante do pedido, Yama recusa-se a concedê-la, explicando-lhe que a mortalidade constitui parte essencial do ciclo da existência. A verdadeira imortalidade, ensina-lhe, não se alcança pelo prazer sensível, mas pela compreensão do verdadeiro ser. A libertação, nesse horizonte, nasce do autoconhecimento e da superação das ilusões do mundo fenomênico.
Em perspectiva análoga, o budismo apresenta, no Tripitaka, a parábola da jovem tecelã que pede a Sidarta, já iluminado como Buda, que distribua sabedoria a todos. Em resposta, ele ordena que vá à aldeia e interrogue os habitantes acerca de seus desejos. Ao retornar, ela relata pedidos de riqueza, saúde e poder, mas nenhum pedido por sabedoria. “Como posso oferecer aquilo que não desejam?”, indaga o Buda. A lição é clara: o homem, cativo de suas inclinações imediatas, ignora frequentemente aquilo que lhe é essencial.
No cristianismo, os evangelhos narram o encontro de Jesus com o jovem rico, que lhe pergunta sobre o caminho para a vida eterna. Após afirmar cumprir os mandamentos, o jovem ouve a exigência decisiva: vender seus bens e distribuí-los aos pobres. Incapaz de desapegar-se de suas posses, afasta-se entristecido. A salvação, aqui, não é negada, mas condicionada à renúncia e à liberdade interior.
Essas três narrativas, oriundas de contextos culturais e históricos distintos, convergem para uma mesma verdade antropológica: o ser humano deseja aquilo que não compreende plenamente e apega-se àquilo que o impede de transcender. Busca o conforto do imediato e teme o risco da transformação interior. Prefere o perecível ao eterno, o seguro ao verdadeiro, o visível ao essencial.
Desejamos, assim, o que não entendemos. Esquecemos o que precisamos abandonar. Lutamos pelo transitório, mesmo sabendo de sua fragilidade. Sustentamos o insustentável, por receio de perder aquilo que julgamos ser nosso. E, quando o sacrifício se impõe como condição para a plenitude, ainda assim hesitamos, adiamos e recuamos.
Talvez resida aí o drama fundamental da existência humana: saber, em algum nível, que a vida autêntica exige renúncia, mas não possuir, muitas vezes, a coragem de realizá-la. Entre o chamado da transcendência e o peso do apego, movemo-nos em permanente ambiguidade. E é nesse espaço de tensão que se decide, silenciosamente, o destino espiritual de cada indivíduo.

… mas uma coisa boa, boa mesmo seria ter agora um pouco mais de atitude. Atitude para mudar de vida, abandonar os velhos costumes já enferrujados de tanto se repetirem e sorrir um pouco mais. Esses dias cinzentos já passaram da hora de terminar.

Ás vezes preciso desse bate papo com o coração. Ás vezes preciso escutá-lo mais, ao invés de apenas fingir que tô prestando atenção. Ele entra no meu quarto, se acomoda na cama, coloca em cheque minhas escolhas. Aponta, aponta, faz anotações e esclarece: 'menina, vê se cresce e ama com mais razão'. Ás vezes ouço, ouço com clareza. Ás vezes coloco o fone no ouvido e grito: 'dessa vez NÃO'.

Muitas vezes, aqueles por quem fazemos mais são os que mais nos desprezam, e aqueles por quem fazemos menos são os que mais nos honram

A coisa mais libertadora da vida é perceber que você não precisa se encaixar no mundo de ninguém além do seu próprio

Se um dia Deus nos perguntar sobre o que mais sentimos falta na terra. Responderemos: “Nossos caminhos e memórias”

Eu que amava cores, só via uma Lisboa a preto e branco, mais a preto que a branco.

⁠Se um dia
te chamarem de passado,
nada mais resta...
está findado!

⁠E quando nada mais restar,
que fiquem as lembranças.
Que tudo seja como a brisa,
que sopra leve e se vai.

⁠Sinto demais
e vivo acreditando...
um dia teremos paz
e seremos
mais humanos!

⁠A dor
que deveras sente,
nada mais é
do que
saudade latente!