Dedicatórias para Trabalho de Tese

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À luz do dia os sonhos se apagam.

Inserida por neusamarilda

Vida,
que te quero em mim,
almejando realizar sonhos,
sonhos que os quero sim,
devaneando louca
Louca...
que nem sou, enfim,
mas grito palavras em ecos,
que as vezes como espinhos ferem,
mesmo tendo
a voz de cetim,
sonho...
vivo...
sou assim...
assim...
assim...

Inserida por neusamarilda

Quem consegue dizer tudo das ânsias infinitas de um sonho, sem perder-se nos caminhos onde a fria mão do destino desvia os rumos?
Um poeta !

Inserida por neusamarilda

Perguntou o poeta, ao viajante:
⁠Pra que serve os nossos Sonhos?

— Eu realmente, não sei.

Inserida por AllamTorvic

⁠Os maiores sonhos, os maiores planos e os maiores projetos, são de Deus para sua vida. Não deixem que te diminuem, não deixem que te engane, você pode conquistar o que almeja, pois você consegue. Existem muitos querendo de colocar para baixo, porque se sentem ameaçados pelo seu sucesso! Deus cuida, Deus abençoa e no tempo certo tudo acontece!!

Inserida por juliana_s_araujo_1

⁠Eu aprendi, que para o seu sonho se realizar, primeiramente você tem que enxergar com os olhos da fé, acreditar que vc já está vivenciando tudo o que você sonhou, para que aconteça! E sempre confiar em Deus e deixar ele agir no tempo certo, que quando menos você esperar vai está acontecendo!!

Inserida por juliana_s_araujo_1

⁠Desde criança, meu sonho era unir as pessoas do mundo através do amor e da música.

Michael Jackson
Moonwalk (1988).
Inserida por pensador

TEUS FANTASMAS SÃO MEUS

Os fantasmas que rondam
Teus sonhos
Encontram-se nos sonos que sonham
Meus sonos
Refletem-se nas sombras das ondas
Que sondam
O sonho que sonhei...
Em um labirinto
E grandiosas criaturas metálicas
Perseguiam-me sem tréguas
Diante de gigantescos obstáculos metafóricos
Que me afligiam
Lembra, havia lindas mocinhas
Bem vestidas a me clarear
As saídas perdidas
E alguns maus cuidados e feridos
Quão perseguidos comigo
Sumiam ou perdiam-se
De minha ilusão
Enfim, o fim
Numa sala festiva
Tais criaturas outrora tenebrosas
Apresentando-se quais robôs
Infantis
Fechavam a única saída da sala
Sem fim, cor de anil
Que findava meu sonho febril.

Inserida por NICOLAVITAL

A HIPOCRISIA DOS MORTAIS:
(Nicola Vital)


Meus sonhos são abismos!
De anjos fantasmas
Que habitam o limiar de meu cataclismo
A seduzir meu pouco ser...
São anjos farmacológicos
Que só a metafisica explica.
Ora! Ora! Chega de anjos e, sonhos...
Estou farto de metafisica
E seus abismos fantasmas!
Aonde deu fim a hipocrisia
Dos mortais.

Inserida por NICOLAVITAL

SONHO AZUL:

Meus olhos te veem
Como o sol a brilhar.
Meu coração te absorve
Como o pulsar do sangue...
Meus ouvidos te ouvem
Como a praia escuta o mar.
Meu olfato te sente
Como a abelha poliniza o ar.
Minhas mãos? Ah, minhas mãos!
Te afagam como o vento ao mar.
E tua pele a transluzir
Me reluz teu âmago.
No meu sonho azul
De te amar.

Inserida por NICOLAVITAL

EU E EU...

Ontem, meus sonhos se fizeram auspiciosos
Você nutria minha Esperança...
O meu corpo se fez um declínio,
Entre eu e eu.
E hoje, tudo é sonho sob sonho surreal!
Sonhar-te é possuir-te!
Possuir-te é um sonho.
É sonhar mais perto de ti.
Os corpos são fantasmas sem nexo
Sobre precipício que nem margem possui...
Eu me conheço e meu pensamento é avaro
As horas passam...
E meu sonho... é meu.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠MENDAZ:

Nada enceta!
A dor, a voz, os sonhos.
As máscaras e suas faces.
Os "homens" e seus comes.
Os livros e seus líricos
Os mestres e os noviços
Lúdicos e telúricos.
Não há rima nem besos
É controverso o reverso
O mítico ou abstrato.
Todo esse escopo mendaz
Num instante não distante
A tudo se perpaz.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠SONHOS DE CRIANÇA:

Nas campinas bem verdinha
De esperança
Que meus pais como tais
Me fez crescer
Hoje vejo
Fragmentos de lembranças
Dos jardins
Que o “progresso” fez verter
Só restando na memória da criança
A infinita saudade de uma doce
Banabuyê
Dos negrinhos de fradinhos nos arbustos
A se esconder
Pras mocinhas nas pracinhas assustando
Entorpecer
Eu daria todo o progresso emergente
O funk, rap, internet ou avião
Pra voltar às campinas que um dia
Fui criança,
E meus sonhos pueris
Finquei ao chão.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠SONHO FUGAZ:

Um varal de farpas finas
De toalhas incolor
Um negro e a dama filha
Um cão que nunca ladrou.

Um terno de goma fina
Na lapela seu amor
Vestiu-se de sonho a sina
E nunca aqui voltou

Inserida por NICOLAVITAL

⁠⁠ÍMPROBO:

Os sonhos bisonhos desses tonhos,
Se alargam nas estampas bizarras doutros "momos".
Das camisas que desnudam os mesmos sonhos.
Dos manés, margaridas, os filhos probos.
Malogrando o poder real do tino...
Sob a égide do ímprobo pai da fome

Inserida por NICOLAVITAL

⁠⁠ANUNCIAÇÃO:Neste poema existe um sonho livre que você pautou para não sonhar Um rio tisgo, um corpo morto a céu abeto Um cântico surdo, reprimido, que não quer calarExiste um verso aberto, calado ao fundo A cor da dor em cama escura E, aberta, uma veia ao novo mundoNeste poema existe a noite, o silêncio, a voz do sonho reflete o dia. Faz lembrar-te, destarte, agonia e cansaço Do teu corpo a dormir em pedra fria.Existe o grito De teus pares que ecoa atrás dos muros Existe a cólera, o riso dos que resiste Nesses versos nobres a espera por futuro.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠SONHO ÉPICO:
Antes de crescer...
Eu queria ganhar
Um milhão de dólares
Beijar a mais linda modelo
Calçar o mais caro reebok
Tomar a mais forte tequila
Saltar o mais alto dos Alpes
Vingar o meu bullying escolar
Conhecer os quadrantes do orbe
Vestir a mais fina seda
Pensar que seria imortal
Gozar a perpetua puberdade.
Depois que “cresci”
Só queria entender
Porque não cresci
Mas também percebi
Que meus sonhos pretéritos
Deixavam-me entender
Porque não pude crescer...

Inserida por NICOLAVITAL

⁠OUTRO VIÉS
Escrevo meus pensamentos
Em linhas horizontais
Tentando mostrar meus sonhos,
Expostos em cabedais
Por mais que eu tente alinha-los,
Perdem-se em diagonais
Eu busco outro viés, mas
Perco-me de volta ao texto
Do livro que a vida faz.
O livro que nasce ao livro
Do livro que a vida apraz
É feito sem métrica ou rima
E nenhum poeta faz
Só o menestrel da vida,
A ele é quem perfaz.
Nicola Vital

Inserida por NICOLAVITAL

⁠Série: minicontos

PAGLIA
- Veste-se de criança e alegria seu sonho de fantasia, ao cair da ribalta. Sinestesia...

Inserida por NICOLAVITAL

⁠⁠⁠Série minicontos:

MAR DA MANHÃ
Em seus mares glaucos a navegar.
náufragos sonhos a esperar...

Inserida por NICOLAVITAL