Dedicatórias para Trabalho de Tese

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⁠Acorde dos sonhos lindos que adormecem o corpo, para que depois não vá viver um pesadelo acordado...

Inserida por Raimundo1973

⁠Para quê apressar o sonho se ainda estás dormindo.

Inserida por Raimundo1973

⁠No escuro a alma chora em tormento no vazio sombrio é tocada pela morte em sonho, morta acordada triste a dor da alma.

Inserida por Raimundo1973

⁠A solidão navega fugindo dos olhos derramandos vai além por coisa atoa o sonho triste não incomoda mais.

Inserida por Raimundo1973

⁠Nos sonhos de lembranças quando veremos a saga injustiça impor medo, vão estar sorrindo desejando tolerânca antes da morte anunciar a volta.

Inserida por Raimundo1973

⁠O que você perdeu não vai ser o elo no esquecimento, o tempo não para a vida nasce sonhos serão renovados até um dia ser lembrado.

Inserida por Raimundo1973

⁠Não vá morrer continua a vida agradece, chega de sonhos ilusões sentimentos apagados, viva a realidade.

Inserida por Raimundo1973

⁠Está em paz não é desejar ser melhor que ninguém nem é um sonho bonito, chega uma fase vivida que a paz é o suficiente para viver feliz.

Inserida por Raimundo1973

⁠Sonha teus sonhos antes de alguém dormir e sonhar teus sonhos.

Inserida por Raimundo1973

⁠Os sonhos não sonham só em lençol amassados em travesseiro molhado, não a idade para sonhar todos sonham os sonhos que precisam sonhar, o velho sonhar os dias de mocidade correndo no campo plantando colhendo olhando nos olhos da pessoa amada, por isto sonhos não sonham só.

Inserida por Raimundo1973

⁠Você sofre, o teu tempo passando olha não pode resolver a situação, teus sonhos parados não são realizados é desconfortável, somos programados para estar aqui, não somos programados para realizar sonhos.

Inserida por Raimundo1973

⁠Adorna em sonhos aquela dor amargurada, então peleja contra o simples pecado de todo dia,

Inserida por Raimundo1973

⁠O sonhador acordado vive pesadelos desilusões desejando a noite fria, implora, vem sonhos acalentar maus olhos, até você chegar Vou dormir vou sonhar com ela até amanhã antes que ela se vá.

Inserida por Raimundo1973

⁠Para chegar no paraíso o espírito alma corpo, peleja contra o tempo devastador de sonhos.

Inserida por Raimundo1973

⁠Estamos vendo uma geração fraca vivendo uma fantasia de sonhos quebrados, uma geração Nutella sem força atitude guiado por plataformas ilusão que não oferece nada, a geração de homens fortes estão passando não vamos ver outra igual.

Inserida por Raimundo1973

⁠Não sou um sonhador mais sou teimoso a sonhar contigo, mesmo em sonho acordo e vou te desejar um feliz bom dia.

Inserida por Raimundo1973

'JOSÉ ERA SINOPSE'

José era sinopse,
linhas vazias,
extinção.
Apanhara estrelas,
sonhos avulsos.
Jogara com o destino.
Equilibrou partidas.
Abandonou-as.
Caiu,
levantou-se...

José era sinopse
Imbuíra melancólicas pressuposições,
caminhos tortuosos,
veredas.
Correra de encontro aos ventos,
equilibrando-se em cordas,
fumaredas.
Sem orações,
abraços,
ou reiterações...

José era sinopse,
mas transformou-se é compêndio,
documentários.
Fixou amor,
caracteres,
permanência.
Redige a própria história.
Com seus conglomerados temas,
tenta haurir reflexões,
escrever trajetórias,
poemas...

Inserida por risomarsilva

'SONHOS'

Nas noites veementes,
tenho você p'ra segurar-me à cama,
enroscando caminhos traçados,
novos atalhos...

Tudo será suavizado,
quando ampara-me aos teus braços,,
e as palavras sôfregas flutuarem,
cultivando metáforas...

Sonho letargias à amada invenção,
e tantos outros axiomas.
Descabidos devaneios,
ter-se tempo à uma nova paixão?

Não sei!
Tudo dura tão pouco.
Talvez - crianças roucas,
amores em vão!

Debruço o paisagismo na velha cama acolchoada,
e a alma,
já cansada,
retangular...

Quer imensidão,
Novos amplexos.
Arraigar o concreto.
Despertar...

Inserida por risomarsilva

Esquarteja meus sonhos na varanda, tal qual um olhar, diluído em arco-íris. Elucida minha procura lesiva.

Inserida por risomarsilva

'FALTA'

Do cheiro das escolhas que brotavam nossos sonhos. Das bocas
mesclando a vereda dos passos. Dos sorrisos abrasivos que queimavam serenamente os dias sedentos, mãos entrelaçadas, corpos misturados...

Das estradas que se encontravam na neblina, com suas curvas
intermináveis e longas. Da contaminação dos dias afortunados, Dos olhares que se consumiam colados, noites quentes e febris...

Do quarto que gritava. Da chama nos 'eus' que queimava. Das
almas que se faziam recíprocas dissipando palavras, atiçando a
paixão. Dos tijolos estáveis levantados um a um, paredes sólidas...

Agora cinzas, os discursos empoeirados falam do tempo, promovendo falta/geada/calafrio. Tudo tóxico! Inflama o presente, não cicatriza o grito. Vai queimando a pele, transformando-se em ritos...

Inserida por risomarsilva