Dedicatorias para Fitas final de Curso Namorado
No final do século XIX, quando a ciência acreditava ter desvendado todos os mistérios da mente humana, um homem provocou uma verdadeira revolução ao afirmar que grande parte do que somos permanece oculto. Sigmund Freud, o pai da psicanálise, trouxe à tona a existência do inconsciente, mostrando que o ser humano não é senhor de si mesmo. Essa ideia, ao mesmo tempo perturbadora e libertadora, ainda ecoa no pensamento contemporâneo e continua a moldar a filosofia, a psicologia e até mesmo a cultura popular.
Historicamente, Freud foi um neurologista austríaco que, insatisfeito com os limites da medicina tradicional, buscou compreender os sintomas psíquicos por meio da fala. Seu método rompeu com séculos de crença na supremacia da razão, revelando que desejos reprimidos e traumas da infância são forças decisivas em nossa vida adulta. O inconsciente, portanto, não era um detalhe oculto, mas o verdadeiro palco da existência. Essa concepção o aproximou de filósofos como Nietzsche, que já havia questionado a racionalidade humana, e abriu caminho para debates intensos no século XX.
Atualmente, suas ideias permanecem influentes, mesmo diante de críticas. O grande desafio é lidar com a constatação de que o sujeito é fragmentado, movido por conflitos entre instinto, moral e razão. Enquanto parte da sociedade encara a psicanálise com ceticismo, outros reconhecem nela uma ferramenta poderosa de autoconhecimento. Muitos especialistas consideram que Freud nos obrigou a abandonar a ilusão de transparência sobre nós mesmos, convidando-nos a encarar nossas próprias contradições.
O futuro desse pensamento aponta para uma humanidade cada vez mais consciente da complexidade da mente. Se as tendências atuais persistirem, pode-se esperar uma integração maior entre psicanálise, filosofia e neurociências, ampliando nossa compreensão do ser humano. Soluções como o diálogo entre disciplinas podem superar antigas oposições e dar novos significados ao estudo do inconsciente, mostrando que ele não é apenas uma teoria clínica, mas também uma reflexão sobre a condição humana.
Em síntese, Freud não apenas fundou uma escola terapêutica, mas inaugurou uma nova forma de pensar o homem. Sua tese de que não somos donos de nós mesmos permanece atual e desafiadora. Cabe à sociedade, especialmente aos jovens estudantes, aproximar-se desse legado para buscar compreender as forças invisíveis que nos habitam. Afinal, reconhecer a existência do inconsciente não é motivo de pessimismo, mas um caminho de esperança: somente quem se conhece pode transformar-se.
No final, a culpa sempre será nossa. Mesmo você fazendo o correto, as pessoas iriam dizer que você está errado.
Quem praticar as Obras da Lei(613 Mandamentos) será Maldito no dia do Juízo Final com Cristo e não terá Justificativa com o Sangue do Cordeiro Imolado(Cristo Nazareno) diante do Rei Messias e estará condenado a Inexistência Eterna.
Você é o único capaz de colocar um ponto final no parágrafo da vida onde só anda colocando reticências.
No final ela não era perfeita e eu não era um monstro!
Éramos apenas jovens
No início, pintei-a com tintas de luz,
e a mim, com sombras pesadas demais.
Ela parecia intacta,
eu, sempre culpado.
Mas o tempo, paciente,
abriu meus olhos como quem abre feridas
para que enfim cicatrizem.
E vi que ela também errava,
quando se calava,
quando me deixava à espera,
quando tornava frio o que deveria ser abrigo.
Eu também tropeçava,
às vezes por amar demais,
ou por medo de perder.
E nesse jogo de silêncios e ansiedades,
não fomos vilões,
não fomos santos.
Éramos apenas jovens
tentando aprender o amor
com mãos trêmulas
e corações sem manual.
Hoje sei:
ela não era perfeita,
eu não era um monstro.
Éramos só dois seres
aprendendo a viver,
e na dor do fim
Deus escreveu em mim
a lição do perdão.
FUNÇÃO FINAL
No fim, não há prêmio, nem festa.
Só o cansaço que não se despe.
Só o corpo que ainda se presta
A fazer o que ninguém mais quer.
Sou o que cumpre, não o que sonha.
Sou o que segue, não o que escolhe.
Sou o que vive, mas sem vergonha
De saber que a vida me engole.
E quando tudo enfim cessar,
Não haverá quem vá lembrar.
Só o vazio que vai ocupar
O lugar que fui — sem durar.
Jerónimo Cesarina
"Ao final, dormem os sobreviventes duma longa jornada solitária de corpos magros que por aí vagam, crentes que a vida é revolucionária."
A vitória final é daqueles que permanecem firmes — esperança prática: resistir hoje é ser salvo amanhã.
As tribulações não são o ponto final: Deus trabalha para o bem dos que o amam, transformando sofrimento em propósito.
E no final você verá que o vento acalma, que por mais longo que tenha sido o inverno o frio passa, que devagarinho a chuva volta, a primavera chega, o verde se sobrepõe às folhas secas e a vida em toda a sua exuberância de cores e perfumes renasce junto com as flores.
A inteligência artificial, para muitos, é um ponto final; na verdade, ela remete a dois pontos, porque você sempre será o humano crítico e criativo desta redação.
Jamais ovacione ou dê ênfase e atenção demasiada ao que é pequeno ou insignificante, no final das contas as referidas jamais deixarão de ser irrelevantes!
Não abaixo a cabeça.
A história é minha — eu reescrevo o final.
Saio do caixão; o velório tá cancelado.
Quem torceu contra vai engolir o espanto.
Levanto. Respiro. Existo — implacável.
— Purificação
Só quem já escreveu um livro sabe, que depois do ponto final, qualquer acréscimo, não fica em consonância com o texto.
No final de tarde, não importa o quão cansado(a) você esteja, lembre-se que cada pequena vitória te aproxima ainda mais do seu grande sucesso. Mantenha-se motivado(a) e siga em frente!
