Dedicatórias para finalistas pré-escola

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A Dignidade da Alma e o Valor do Esforço


Na grande escola da vida, a nossa verdadeira essência não é medida por privilégios ou concessões externas, mas pela nossa capacidade de edificar o próprio caminho. Nós, mulheres, enfrentamos desafios diários em nosso convívio social e profissional, mas o nosso real valor se manifesta quando reconhecemos que somos perfeitamente capazes.


A espiritualidade nos ensina que cada alma colhe os frutos do seu próprio trabalho e da sua dedicação. Buscar o nosso espaço no mundo não significa esperar caminhos facilitados, mas sim avançar com a certeza de que trazemos na bagagem eterna todas as ferramentas necessárias para vencer. Quando confiamos no nosso potencial e agimos com integridade, paciência e competência, transformamos as dificuldades em degraus de evolução. O respeito que desejamos do mundo começa na nossa consciência, quando escolhemos ser as arquitetas da nossa própria história.

*Pais do Século XXI: Estamos Educando ou Terceirizando?*


A gente delegou a escola pra ensinar conteúdo, a internet pra ensinar sobre a vida, e o algoritmo pra dizer o que é certo.
Só que caráter não baixa em PDF. E respeito não vem com tutorial.
Educar hoje é nadar contra a corrente da pressa. É dizer "não" quando o mundo inteiro diz "compra pra compensar a ausência".
É ensinar que frustração não é bug do sistema. É parte do jogo.
Filho do século XXI tem acesso a tudo, menos ao tédio. E é no tédio que nasce a criatividade.
Talvez nossa maior lição seja desligar. Pra poder conectar de verdade.
_Van Escher

*ESCOLA NÃO É DEPÓSITO*


Escuto muito professor reclamando. E com razão.
Pai tá mandando filho pra escola não pra aprender.
Tá mandando pra ser educado.
Como se professor fosse pai, mãe, psicólogo e babá.
Não é.
Professor tá ali pra ensinar conta, letra, história.
Pra passar sabedoria, conhecimento.
Educação vem de casa.
Respeito se aprende na mesa, olhando no olho dos pais.
Por isso tem criança que não respeita professor.
Se nem pai e mãe ela respeita, vai respeitar estranho por quê?
Quer filho educado? Educa.
Escola ensina.
Casa educa.
_Van Escher

*O Circo Van Escher Chegou: Parte 3 - Na Escola*


Fui na reunião de pais. Silêncio total na sala.


A diretora perguntou se alguém tinha dúvida.
Eu levantei a mão.


Quando vi, eu tava contando piada, dando ideia pra festa junina
e organizando vaquinha pro ventilador da sala.


Saí de lá como "a mãe do grêmio". Não pedi. Aconteceu.


Por isso que eu falo:
Não me coloca em lugar sério.🤭😂


_Van Escher_

Existem Professores que fazem parte do corpo docente da escola e existem Professores que vão além do corpo, eles fazem parte da alma, esses são transformadores de vidas.

⁠meus professsores, e MEUS PAIS.MESMO EU NAO GOSTANDO DS ESCOLA.VAI STRAY KIDSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS

Acompanho a escola e o pensamento clinico da querida amiga Dra. Nise da Silveira que revolucionou a psiquiatria brasileira ao substituir tratamentos agressivos, como eletrochoque e lobotomia, por uma abordagem humanizada centrada na arte, buscando a linguagem da criatividade como expressão, no acolhimento, afeto e na terapia ocupacional auto gestora no desabrochar do lúdico e místico que povoam o universo dos pacientes com sofrimento psíquico severo. No entanto sou contra ao fechamento das estruturas manicomiais, por que loucos, psicopatas, tarados e selvagens muitas das vezes são irrecuperáveis e não podem viver a espreita para vitimar a sociedade.

Na escola do Diabo só entram acusadores, maledicentes e julgadores com diploma superior, selado e reconhecido pelo inferno.

Quem não morre para o pecado já se matriculou na Escola do Sofrimento, onde o inimigo dita lições e oferece falsas promessas de cura.⁠

"A escola não deve servir apenas
para INFORMAÇÃO, mas
também para FORMAÇÃO e
TRANSFORMAÇÃO do ser humano."

Um causo financeiro 💸


Ela tinha apenas 13 aninhos e precisava pagar uma conta na escola, eram algumas rifas da festa junina. 😳


Comentou com uma pessoa a respeito e a mesma disse que poderia emprestar o dinheiro, mas a conta não foi paga no período determinado. 😬


O tempo foi passando e aquela dívida nunca foi esquecida pela devedora. 🫣


Mais de 30 anos depois ela fez alguns cálculos, comparou o valor da época ao salário mínimo atual e chegou ao total de 50,00. ✅


Mandou entregar o dinheiro para a pessoa e somente depois explicou: "Esse dinheiro é o pagamento daquele empréstimo que fiz trinta anos atrás." 😌


"Como assim? Eu não lembro!" - A pessoa respondeu. 🤔


"Mas eu nunca esqueci." - A pagadora respondeu. 🤫


A duas riram muito depois. 😆


Obs.: Aquela menina de 13 anos era eu, e depois daquele dia dormi mais tranquila. (Kkkkkkkk)


Conclusão: Nunca é tarde para pagar uma conta. 🤣


Quem é a pessoa que recebeu o dinheiro? Ela existe?
Simmmm.


27/05/26

Fiscalizar a escola pública pode ter um preço. Mas qual é o preço da omissão?


10/09/2026

"Se a escola não ajudou a domesticar a sua estolidez, por que acredita que eu conseguiria?"

A vida
é uma escola.


O livre-arbítrio,
o professor.


A religião,
às vezes
uma cúmplice,
outras vezes
um véu.


A espiritualidade,
a aliada
que sopra sentido
onde a fé cega
não se institucionalizou.


A ciência,
um semáforo
(ora verde,
ora amarelo,
ora vermelho)
lembrando que avançar
também exige pausa,
freio.


A ética,
o pedal
(se não há impulso consciente,
não há movimento digno).


A escritura,
o universo aberto,


a interpretação,
um planeta
que orbita conforme
a gravidade de quem lê.


E no fim,
somos estudantes
assinando a própria prova
sem poder colar do destino.
✍©️@MiriamDaCosta

Vai chegar um tempo
em que as pessoas frequentarão a escola
até a conclusão da alfabetização.


Depois?...


Para que tantos anos
de bibliotecas empoeiradas,
professores pacientes,
debates que exigem escuta
e silêncios que amadurecem ideias?


Para que diplomas
sustentados por pesquisa,
por método,
por dúvida?


Basta acessar
a grande “Universidade Global”
da Internet,
com seus cursos relâmpago,
suas certezas embaladas
em vídeos de dois minutos
e seus especialistas
formados em algoritmo.


O saber virou produto,
o conhecimento, tutorial
e a reflexão, opinião instantânea.


E pensar?!...
Pensar profundamente,
talvez se torne artigo de luxo.


Analisar ?!..
Vai ser prerrogativa de uma espécie extinta.
✍©️@MiriamDaCosta

Hoje vendo as gravações da minha câmera de segurança, vi um jovem indo para a escola às 6:00horas da manhã que pisou no COCÔ de cachorro, deixado na noite anterior por uma moradora do bairro com seu cachorro na minha calçada, vi o desespero deste jovem tentando se desvencilhardo COCÔ em seu tênis, ele teve que voltar para sua casa e trocar o tênis!

Quando às pessoas vão ter CONSCIÊNCIA e EMPATIA, de que suas IRRESPONSABILIDADES poderão afetar a vida de tantas pessoas???

Chácara grande. Um quarto com banheiro e banheira só meu. Escola boa. Um pastor-alemão e um pelo curto brasileiro felino desde filhotes sob meus cuidados e afeto. Livros; vários e variados livros. Uma sala repleta de livros. Lareira. Minha mãe e irmãos…


Um amigo. Mora perto. Nos conhecemos na escola. 1ª semana de carro. Minha mãe ou irmã mais velha dirigiam. Após alguns olhares cruzados no caminho escola-casa, passamos a ir e voltar juntos. Às vezes a pé. Às vezes de bike.


Brincamos juntos. Fazemos tarefas da escola juntos. Tanto na escola, quando em dupla, quanto deveres para casa — quando “separados”. Às vezes ele em minha casa. Às vezes eu na casa dele.


Gostamos um do outro…


[...]


Terminei meus exercícios de matemática. Deitei. Deixei a persiana levantada. Dormi admirando as estrelas. Acordei com os primeiros raios de sol. Cheirinho de cookies no forno. Céu em transição de cores. Um espetáculo comum. Um extraordinário ordinário. “Extraordinário” porque contemplava sereno e “satisfeito”. “Ordinário” porque felizmente normal. Era sábado.
Ele me chamou pra brincar.


[...]


—Falei com minha mãe e ela…
—O quê?
—Ela…
—Fala logo!
—Ela não deixou eu ir.
[Silêncio]
—Por quê?
—Ela disse que já passamos muito tempo juntos.
[Silêncio]
—Bom… então tá. Vou voltar pra minha casa. Tchau!
—Espera!
[Olhares fixos]
—É brincadeira!
—Aff! (Fez que não com a cabeça desviando o olhar pro lado)
Caminhando juntos em direção à casa na árvore, perguntei:
—Então, o que vamos fazer hoje?
—Ué! Não é óbvio? Beijar!
—Hã?!
—Quero dizer, brincar! Desculpe.
Ri, pensativo…


Depois do pique-pega, cabo de guerra, esconde-esconde e de competirmos para ver quem aguentava pular corda mais vezes; deitamos, exaustos, na grama fofa. Um ao lado do outro, olhando pro céu, debaixo da melhor sombra da melhor árvore dali.


[Silêncio]
Viramos o rosto um pro outro. Nos olhamos…
—Vou pegar uma água na casa!
Ele me pegou de leve pelo braço antes que eu levantasse totalmente minhas costas do chão.
[Silêncio]
Depois de um tempinho de introspecção, perguntei:
—O que foi?
"Do nada" ele me perguntou:
—Você já beijou alguém, Guilherme?
Estranho, porque todo mundo me chama de João, exceto minha mãe quando me chama pra comer.
—Não. E você?
Ele virou o rosto para o alto. Fez que não com a cabeça. Perguntei:
—Por quê?
—Minha mãe falou que eu não preciso namorar, me casar, ter filhos e constituir uma família se eu não quiser.
—A minha também. (Continuei)
—Ela falou que talvez eu fosse gostar de meninas… ou de meninos… ou de ambos.
—É… a minha também. Mas ela me disse que existem pessoas que não são "exatamente" ou meninos ou meninas...
—Aí ela me perguntou se eu já gostei ou gostava de alguém…
Ele virou o rosto pra mim. Eu estava olhando pras folhas cujo vento fazia tremeluzir a luz que chegava até nós em círculos. Pressenti algo diferente, mas não dei muita bola. Ele aguardava, pacientemente. Após um “passeio no mundo da Lua”, perguntei virando o rosto a ele:
—E aí, o que você falou?
—”Sim”.
—E ela? Ou melhor, de quem é?! (Inquiri ansioso)
—Você.


My Old Dream

​A vida é uma verdadeira escola: o ontem é o caderno de exercícios onde testamos nossos passos, e o hoje é a oportunidade serena de fazer as devidas correções.

Ontem foi escola, o amanhã pode não vir, mas o presente é o temos.

⁠ A inclusão resumida na inserção do aluno com necessidades especiais à escola,
não é inclusão, é a construção da “exclusão inclusiva”, que se legitima no dia-a-dia escolar.
Quando o aluno com algum tipo de deficiência é inserido em uma sala de aula,
na qual não encontra a estrutura educativa adequada às suas dificuldades,
o mesmo sente na sua inclusão a exclusão em forma de incapacidade, manifestada
no olhar dos outros, na ausência da participaçãoquanto sujeito ativo, construindo uma
incompetência que, embora pense ser sua, na verdade é de quem inclui.