Dedicatórias para Finalistas Filhos

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⁠Parabéns para mães, que fazem o papel de pai.
Que não mede esforços para criar seus filhos.
Uma hora ou outra, Deus te recompensa,
Pois Deus tudo sabe, tudo ouve, tudo vê.
E com certeza Ele está olhando por você!
Que se desdobra por amor
nesse mundo desafiador.

⁠Oração pelos Pais...
Senhor Deus nosso pai,
Cuide dos pais que cuidam realmente dos filhos.
Dá a cada pai sabedoria para criar seus filhos,
paciência para saber lidar com situações difíceis,
força para romper os obstáculos que vierem no caminho.
Dá a eles também SENHOR um coração cheio de amor para transbordar amor entre seus filhos.
Que eles saibam cada dia ensinar seus filhos a bondade, a sabedoria, a humildade. Que possa ensinar seus filhos a caminhar pelo caminho do bem, da verdade, do amor para com o próximo.
Abençoe cada um senhor, pois tu sabes o quanto cada um esforça para criar seu filho.
Que eles aprenda como tu Senhor, a ser um pai amoroso, misericordioso e que saiba amparar seus filhos a cada momento. ASSIM SEJA! AMÉM!

⁠Pai você merece o melhor da vida,
criou os filhos com tanto proteção, carinho e amor,
que pelo bem dos filhos sempre lutou.
Sempre é um pai presente
e está conosco sempre contente.
Digno de respeito e admiração,
Te aguardo eternamente no meu coração.
Que Deus abençoe e lhe dê proteção,
Pois você é um dos primeiros que está na minha oração.

"Quando os pais ensinam com amor, empenho e dedicação, seus filhos te seguem naturalmente e confiantes"

Eu vi pessoas torcendo pela minha derrota.
Mas vi nos meus filhos a minha maior vitória.
Ser mãe.

Os filhos de Deus podem perder todas as batalhas, mas nunca perdem a guerra.

Em uma guerra, não se tem vencedor, apenas destruição. Pais, filhos, mães, esposas, maridos, namorados e colegas morrem, todos morrem e isso não é indicativo de vitória.

"Hoje em dia há filhos que não escutam nem o pai e nem a mãe; damos conselhos e eles não estão nem aí, só Deus para ter misericórdia."

Pensei hoje nos meus três filhos. Chorei ao lembrar do desejo, os três filhos. Esses que nunca tive. Com exceção de um que já se foi. E dos dois que não nasceram. Doeu não tê-los tido. Sinto saudade dos meus três filhos.

Ovelhas: São dóceis, obedientes e seguem o pastor — simbolizam os filhos de Deus, os justos, os que praticam o bem.


Bodes: São teimosos e independentes — representam os rebeldes, os que não seguem os mandamentos nem demonstram amor ao próximo.

"Jesus entregou a própria vida para salvar os filhos adotivos de Deus, mesmo sabendo que seria traído."

"A cruz não foi o fim de Jesus, mas o início da esperança para os que seriam chamados filhos de Deus."

⁠Em vez de comprarmos para nossos filhos tudo o que nunca tivemos, deveríamos ensiná-los todas as coisas que nunca nos ensinaram.

Desconhecido

Nota: A citação costuma ser atribuída a Bruce Lee, mas não há fontes que confirmem essa autoria.

"Que o nosso software seja um reflexo da harmonia que Deus deseja ver entre os Seus filhos."

Dê o exemplo, seja a mudança que você quer nos seus filhos...

A saúde tem muitos filhos: vitalidade, ânimo, força, garra, altivez e o rebento mais novo que jamais a abandonará... o arrependimento.

Talvez para seus filhos, se você os tiver. Talvez para netos. Com sorte, bisnetos. Depois disso, seu nome vira poeira genealógica. Um sobrenome esquecido em alguma árvore familiar que ninguém mais consulta. Um rosto que não aparece em nenhuma foto. Uma história que não foi contada porque já não fazia sentido para quem veio depois. Isso não é pessimismo. É estatística humana. A maioria absoluta das pessoas que já viveram não deixou rastro algum na memória coletiva. E você não é exceção só porque gostaria de ser.

A religião ensina tudo errado. Deus não se vinga de nenhum dos seus filhos pelo outro! Se fosse assim, teria vingado a morte de Abel e matado Caim! Ele ama todos por igual, e jamais faria maldade à nenhum, por mais coração de pedra que tenha. Porém, o livre árbitrio é o mal do mundo! Em todos nós, existe o bem e o mal. O que mais alimentar, esse reinará!! Deus quer sempre nos ver bem. Sempre.

QUANDO O ESTADO VIRA A COSTAS PARA FILHOS COM PAIS INSANOS
Alinny de Mello


Agradeço a cada um de vocês por acompanharem esta anatomia das relações mais densas da nossa existência. Antes de encerrarmos esta sequência de reflexões, reitero o convite para que conheçam a minha página no Pinterest. É lá que mantenho o acervo dos meus e-books e organizo os tópicos que debatemos aqui. Não deixem de acompanhar as atualizações semanalmente para que possamos continuar jogando luz sobre as engrenagens ocultas do comportamento humano.
O conceito de liberdade, quando forjado no interior de um ambiente de destruição sistemática, difere substancialmente da definição idílica dos dicionários. Para mim e para os meus irmãos, ser livre não significou a ausência de cicatrizes, mas a conquista da autonomia sobre os nossos próprios destinos. Nós vencemos os pesadelos, domamos os traumas e estabelecemos uma distância profilática do epicentro do caos. Sobrevivemos ao que chamo, sem qualquer receio de exagero analítico, de um holocausto familiar. Contudo, a independência factual não nos concede imunidade diplomática contra a insanidade alheia; a libertação está consolidada, mas a necessidade de vigilância permanece intacta.
É profundamente doloroso constatar que, mesmo após termos reconstruído as nossas vidas longe daquele perímetro, a proximidade daquelas duas figuras ainda represente uma ameaça latente. A dor não vem mais do chicote ou do facão mecânico, mas da certeza racional de que a perversidade e a loucura deles são forças dinâmicas, perfeitamente capazes de articular novas conspirações sob qualquer pretexto, a qualquer momento. Nós conhecemos a engenharia daquela aliança neurótica; sabemos que o ódio que partilham entre si é frequentemente canalizado na tentativa de nos destruir.
Essa vulnerabilidade é amplificada pela falência gritante das instituições que deveriam oferecer salvaguarda jurídica. Quando decidimos acolher e cuidar da nossa mãe no período mais agudo de sua degradação mental, fomos confrontados com o ápice do perigo: ela empunhou uma faca na calada da madrugada, tentando desferir golpes contra um dos meus irmãos. Diante da ameaça de morte iminente e concreta, buscamos o Estado. A resposta que recebemos na delegacia de polícia foi o silêncio burocrático e a negligência institucional. O delegado recusou-se a registrar o boletim de ocorrência, negou-se a lavrar uma simples nota, demonstrando a total incapacidade das autoridades de decodificar a violência quando ela se apresenta sob o manto da senilidade ou do transtorno psíquico. Ficamos por nossa conta, como sempre estivemos na infância.
É nesse vácuo de proteção oficial que opera a inversão mais perversa da nossa história. Diante da cegueira social e da inércia estatal, os papéis são magicamente trocados pelo senso comum: os verdugos históricos são promovidos a vítimas indefesas, enquanto os filhos, que sangraram na infância e estenderam a mão na velhice, são carimbados como os vilões frios e ingratos. Ninguém na vizinhança, na delegacia ou nos círculos sociais distantes se dá ao trabalho de compreender o contexto estrutural do nosso calvário. Desconhecem o peso do sal na carne viva, as madrugadas de tremor involuntário e a tentativa de homicídio no útero. Julgam a nossa legítima defesa utilizando a régua hipócrita de uma moralidade que nunca precisou ser testada em um porão de torturas.
Deixar este relato registrado não é um ato de apego ao passado, mas um documento de autodefesa e um manifesto de sobrevivência. Nós saímos daquela trincheira por mérito próprio, arrancando a nossa sanidade das garras de um sistema doméstico feito para nos aniquilar. Estamos livres da tirania diária, mas permanecemos atentos às fronteiras do nosso sossego. Se o mundo prefere comprar a narrativa vitimista de quem nos agrediu, que compre; a nossa verdade não necessita do aval de burocratas ou de espectadores casuais para permanecer irrefutável.
Como lidar com a constatação de que as estruturas do Estado são frequentemente analfabetas para ler a mecânica do abuso familiar? Até que ponto o preço da nossa paz definitiva exige que aceitemos o papel de vilões no teatro da ignorância alheia?

Sim, nossos pais têm que ser tudo para nós.


Namorados (as) vêm e vão.
Filhos vêm e vão.
Amigos vêm e vão.


Enfim, pessoas vêm e vão.
Mas os pais não irão, somos nós que iremos. Mas, quando voltamos, eles estão lá para nos receber.