Dedicatórias Fitas do Curso de Psicologia
A obreira dos sonhos
Obra poética
Rosimeire não cortava apenas tecidos. Com a bênção de Jesus, moldava memórias, alinhavava expectativas e sonhos.
Entre bainhas, fechos e o estalar da tesoura, suas mãos calejadas transformavam retalhos nos amanhãs que o Senhor já previa.
Cada ponto guardava oração, cada nó, fé e resiliência, cada peça pronta, uma promessa cumprida. Enquanto a vista alheia enxergava apenas pano, eu via o Mestre entrelaçando com Rosimeire o nosso destino.
Com agulhas incansáveis, sustentou a casa, enfrentou a usura do tempo e cerziu, no amor de Cristo, as rasuras do caminho.
Talvez conduzisse o traçado das estrelas sob a luz do Evangelho que a norteava, pois as mãos de Rosimeire não moldavam apenas roupas: vestiam a alma de graça e acertavam a fé ao corpo.
Autor: James Richard Ferreira Pantoja
Pseudônimo: KANGAL
O Vendedor de Sonhos
Há sonhos que se perdem no calor da madrugada,
Enquanto a sociedade corre sem olhar para trás;
Surge um homem, de alma cansada,
Vendendo esperança onde ninguém encontra paz,
E lembrando aos esquecidos que sonhar ainda é capaz.
Ele não vende ouro, riqueza ou poder,
Vende coragem para quem deseja recomeçar;
Cobra com juros de quem quer aprender
Que até uma lágrima pode ensinar
E que nunca é tarde demais para tentar.
Caminha entre fantasmas, perdidos e esquecidos,
Recolhendo histórias marcadas pela dor;
Costura sonhos em corações feridos,
Com palavras que devolvem ao silêncio o seu valor,
E despertam, em cada alma, a coragem de sentir amor.
O Vendedor de Sonhos não promete ilusão,
Oferece perguntas para a mente despertar;
Mostra que a liberdade nasce no coração,
Quando o medo deixa de nos dominar
E escolhemos, mesmo feridos, continuar.
Assim, cada sonho encontra uma nova estrada,
E o fracasso deixa de ser uma sentença;
A vida, antes vazia, torna-se renovada,
Pois quem aprende a sonhar encontra esperança,
E descobre que viver também exige confiança.
Mas não se esqueça:
Quando a noite parecer não ter fim,
É a esperança que acende a luz dentro de nós.
Porque sonhos não morrem quando caímos —
Morrem quando desistimos de levantá-los.
Autor: James Richard Ferreira Pantoja
Pseudônimo: KANGAL
© 2026 James Richard Ferreira Pantoja (KANGAL) — Todos os direitos reservados.
Nunca desista dos seus sonhos, ainda que na busca por eles tenha um fracasso momentâneo, não se prostre, prossiga sem desistir, eis a grande diferença entre os que realizaram grandes feitos, a PERSISTÊNCIA.
Vejo-te em sonho
Em instantes
No pensamento
Acelero os passos
Te sinto nos abraços
Quando dirijo
O perigo
Nao estou ao seu lado
Pobre coitado
Entre os olhares
Nao vejo o seu
Oh meu Deus
Fiz coisa errada
Embora eu seja julgado
O amor de luz
Perdoou-me na cruz
Seu nome Jesus
Salvador do mundo.
Uma civilização mede sua maturidade não pelo que consegue conquistar, mas pelo que consegue escolher não destruir.
Talvez a maior conquista humana seja aprender que compreender algo não nos dá o direito de destruí-lo.
Não há um único dia em que você não passe pelos meus pensamentos. Até em meus sonhos você me visita.
quando percebo que acordei... ainda estou sonhando com você
te encontro no meu desejo. bons sonhos...
Bom dia!
Sonhar, sonhar pode, mas viver!
Os sonhos devem nos mover a viver, a ter objetivos, a persegui-los, a levantar cada vez que caímos. Se nao para que servem os sonhos✨️ 🍀
Ery santanna
A Beleza da Conquista pelo Mérito
Existe uma satisfação indescritível na alma quando alcançamos uma vitória que exigiu de nós suor, paciência e noites de oração em silêncio. A caminhada facilitada não fortalece as pernas do espírito, mas a persistência diante das tempestades cria em nós uma dignidade que nada pode apagar. Não tenha pressa e não se encante com atalhos que prometem conquistas sem esforço. Cada gota de dedicação colocada no seu trabalho, nos seus estudos e no cuidado com o próximo está edificando o seu verdadeiro merecimento diante das leis da vida.
A ilusão de pertencimento nas redes sociais barateou o palco, mas destruiu o valor da conquista.
Nas redes, o barulho é recompensado e a mediocridade é aplaudida, enquanto gênios e sábios permanecem invisíveis por optarem pelo silêncio.
