Dedicatorias Educador de Infancia
O perfeito louvor sai dos lábios de uma criança, onde o coração é puro, sem maldades ou desejo de vingança.
Muitos acham vivem no engano e ilusão, achando que louvar é interpretar um arranjo musical, expressar em voz a letra de uma canção.
Louvar é fazer a vontade do Altíssimo e Soberano Pai Celestial, Deixar os vícios e caminhos mal.
É expressar a todo o tempo o verdadeiro desejo em praticar o bem, servir e ajudar o próximo sem importar a quem.
Louvar a Deus não é segurar o microfone na congregação e fazer uma linda apresentação. Vai muito além de dominar as técnicas vocais e se apresentar também.
De que adiantar louvar com os lábios e manter o coração tão distante do Senhor?
Qual proveito tem se glorifica com a boca, e o coração vazio do verdadeiro louvor?
Louve ao Senhor, em espírito e em verdade, não importa onde estiver, seja no campo ou na cidade.
Exalte ao Senhor Jesus, nosso único e verdadeiro mediador, o elo perfeito entre nós humanos e o Eterno e Altíssimo Pai criador.
Tudo o quanto tem fôlego, Louve ao Senhor.
Halleluyah!!!
[Verso] Tenho saudade daquela igrejinha, De crentes louvando na simplicidade. Não existia sofisticação, era tudo com muita humildade.
[Verso] Lembro como fosse hoje. As irmãs sempre em oração. E aqueles louvores antigos, Que fazem arder o coração.
[Refrão] E tudo ficou na lembrança, momentos de tanta emoção, de um tempo que a gente louvava a Deus, em fervente devoção.
Tempos que não voltam jamais, saudades de muitos irmãos, que conosco já não estão mais, que guardamos no coração.
[Verso] Tenho saudade daquela igrejinha, De crentes louvando na simplicidade. Não existia sofisticação, era tudo com muita humildade.
[Verso] Lembro como fosse hoje. As irmãs sempre em oração. E aqueles louvores antigos, Que fazem arder o coração.
[Refrão] E tudo ficou na lembrança, momentos de tanta emoção, de um tempo que a gente louvada a Deus, em fervente devoção.
Tempos que não voltam jamais, saudades de muitos irmãos, que conosco já não estão mais, que guardamos no coração.
[verso] Vem, vamos seguir em frente, Como as águas de um rio, Que jamais retrocede. Seguindo e deixando um pouquinho de nós pelo caminho, Qual água de um rio, Que encharca as beiras, Hidratando árvores e plantas rasteiras.
[verso] Vem, vamos doando vida Enquanto nos despedimos do lugar original, Nos lançando a imensidão do oceano, De igual modo, Nos arremessando na imensidão do acaso, No porvir onde tantos quantos foram, E não retornaram para nos contar como estão.
[verso] Que a vida intensa em lapsos temporais Momentos únicos que não voltam jamais.
Portanto a vida é Viver intensamente direção ao além.
[verso] Vem, vamos seguir em frente, Como as águas de um rio, Que jamais retrocede. Seguindo e deixando um pouquinho de nós pelo caminho, Qual água de um rio, Que encharca as beiras, Hidratando árvores e plantas rasteiras.
[verso] Vem, vamos doando vida Enquanto nos despedimos do lugar original, Nos lançando a imensidão do oceano, De igual modo, Nos arremessando na imensidão do acaso, No porvir onde tantos quantos foram, E não retornaram para nos contar como estão.
[verso] Que a vida intensa em lapsos temporais Momentos únicos que não voltam jamais.
Portanto a vida é Viver intensamente direção ao além.
Como queria, rasgar o peito e arrancar, toda tristeza, todo sentimento de pesar, todas as lembranças tristes, que insistem em ficar.
Como queria, deitar e acordar, livre das desilusões, das fadigas também.
Dor na alma, quem não tem? Muitos dissimulam e fingem ser fortes, conseguem ocultar.
Dor na alma, como proceder? Não há remédio humano capaz de curar.
Quando a alma chora ninguém pode ver Porquê água dos olhos não escorrem, um sorriso oculta a face triste do ser.
Muito se fala sobre ter empatia, solidariedade, e o que mais vemos é o mal prevalecer. Até mesmo os doutores, destilam horrores contra seres humanos que a alma implora o socorro ao ser.
Quando a alma dói não tem como explicar, se compreensão não existe, dobrado é o sofrer.
O Amanhã ainda vive
Se hoje pesa respira o amanhã ainda vive há sonhos que demoram mas não morrem Há caminhos que se escondem só para te ensinar a confiar
Eu tenho todos os sonhos do mundo, guardados dentro de mim.
Sonhos bons, de amor e paz.
E mais tudo aquilo que o dinheiro não traz.
Sigo aqui, deitada na cama numa luta constante entre meus pensamentos e a necessidade de dormir para começar bem uma nova semana.
Já sei que ninguém consegue explicar o que é o amor, eu sempre me pergunto muito sobre isso. Principalmente as duas da manhã de um domingo de verão.
Acho que o amor é a sensação de sentir-se livre e plena.
Antes eu só acreditava em primeiro amor. E com o passar dos anos, eu pude descobrir que a vida está rodeada de amores e que isso não é algo ruim.
Já guardei e calei o amor de pequena, de criança ingênua e de um coração puro.
Pude notarlo também, em longas noites de conversas por telefone ou videochamadas na tentativa de tornar-me presente onde não podia estar.
Já senti amor em uma sexta à noite depois de quatro doses de tequila quando o assunto mais sério era encontrar o Mickey na Disney.
Confesso que não sei bem o que é o amor, mas quando o sinto me sinto viva!
Sabe essa imensidão? É o tamanho dos meus desejos, dos meus sonhos, da minha vontade de vida e de saber. Saber um pouquinho do amor, um pouquinho de amar. Essa imensidão é do tamanho dos meus olhos e vai até onde eu não posso enxergar. Eu sou do tamanho do universo.
Na época eu tinha 9 anos, e como todos os dias chegava na sala de aula e arrumava minha mesinha, eu achava o máximo isso. Eu tinha um pote, desses de banheiro de colocar pasta de dente, que eu colocava meus lápis de cores, todos juntinhos aí... me encantavam.
Um dia de aula como outro qualquer, eu cheguei e comecei a arrumar a minha mesinha, coloquei os lápis no potinho, organizei minhas borrachinhas de todas as cores e meu caderno azul de capa dura com meu nome. Tudo igual, até que eu derrubo o pote com todos os lápis no chão, normal, sempre fui desastrada. Recolhi todos, voltei a sentar e derrubei mais uma vez. Em seguida, umas outras cinco vezes, e na última, quando eu já estava pensando em deixar tudo jogado no chão, minha professora estava me observando e me disse:
- Vamos, apanhe. Deus está testando sua paciência!
Eu a obedeci.
Hoje, 16 anos depois, estou aqui e sigo pensando:
- Será Deus testando minha paciência?
Não sei, mas obedeço.
Caixinhas. Hoje refleti sobre elas. Geralmente são surpresas, mas também podem ser de recordações, de chocolate, de música (daquelas com bailarina, sabe?! Me encantam) As caixinhas de problemas, essas sim, nem pense que é feita apenas dos problemas, elas são cheias de verdades, sinceridade, cuidado, respeito e crises de riso e choro (ao mesmo tempo, daquelas de ficar com a cara vermelha, vai entender). O que posso dizer da caixinha de problemas? Surpreendente! Quanto aos problemas, esses ainda não consigo ver.
Lembro da varanda, do sol, da ausência do sol, da cortina fechando e do teu corpo pairando sobre o meu.
Há alturas que só se alcançam quando a gente se abaixa. Descobri isso ajoelhado, diante do meu sobrinho — um pequeno mestre que ainda chama o tempo de milagre e o quintal de mundo.
Aprender a ser grande não tem nada a ver com subir, conquistar ou colecionar aplausos. Tem a ver com reaprender a ver do chão, de baixo, da inocência que a pressa desaprende. O olhar das crianças não mede, não julga, não calcula. Apenas acolhe. E quem acolhe, cresce.
Ajoelhar é um gesto sagrado: é dizer ao universo que não se esqueceu de onde veio. É lembrar que a sabedoria mora nas alturas baixas, nas perguntas simples, nas respostas que ainda não têm forma.
Ser grande, talvez, seja isso: caber inteiro num instante pequeno.
Porque quem se abaixa para amar, se eleva sem perceber.
— Douglas Duarte de Almeida
O silêncio chega sem aviso, atravessa o corpo e nos obriga a olhar para o abismo do que somos. O “eu” é apenas um fio, tecido por memórias que se apagam e ecos que nunca nos abandonam, e o infinito não está lá longe: pulsa na respiração que falha, no coração que não cabe na caixa torácica, na mente que tenta nomear o indizível.
Entre o eu e o infinito, há apenas um instante de lucidez. Um sopro onde todas as certezas desmoronam, onde a consciência se abre como pétala que não se fecha, onde o universo, finalmente, se revela dentro de nós. E quando passa, o eu retorna diferente: mais leve, mais profundo, mais inteiro.
— Douglas Duarte de Almeida
Ser estranho é uma forma sofisticada de lucidez. Uma consciência em carne viva que sente o mundo com excesso de precisão. Não é excentricidade, é viver em descompasso com o consenso, ouvir o ruído no meio da música, perceber o vazio por trás das certezas.
A dor vem da dissonância entre o que se vê e o que se finge não ver. Enquanto a maioria se protege com ignorância conveniente, o estranho sofre de clareza. Nietzsche chamaria de “doença do espírito elevado”.
E ainda assim, amar. Amar o humano mesmo quando o entende demais.
Ser estranho é viver tonto de liberdade, duvidar até da própria dúvida. Os outros chamam de “confusão”, mas é só alma demais.O estranho é o herege das convenções, o que “rompe tratados e trai os ritos”.
Há delícia também: ser inclassificável, ver poesia no que escapa ao óbvio, rir de si mesmo enquanto o mundo desaba. Perceber o padrão invisível que Jung chamaria de sincronicidade.
O estranho sente o tempo de outro modo: lento por dentro, rápido por fora. Sente o amor como místico, o tédio como luto. Nada é raso, tudo fere, tudo ilumina. E quando o chamam de “intenso”, ele sorri — intensidade é só estar vivo demais num tempo de gente anestesiada.
Ser estranho é viver num exílio fértil, criar, refletir, desobedecer. Estranheza é antecipação do que o mundo ainda não está pronto pra entender. Ser estranho é ser o rascunho do que ainda não tem nome e sorrir, discretamente, sabendo que a habilidade de lidar com o desconforto é um puro sinal de autenticidade e um atestado de maturidade.
(Douglas Duarte de Almeida)
O tempo de florescimento não se anuncia com calendários nem com relógios. Ele chega em gestos sutis: um suspiro que demora a se acomodar, um arrepio que insiste em não passar despercebido, uma palavra dita com a boca trêmula e os olhos firmes. Diante do espelho, aprendi a não correr. A gentileza que me devo não é um prêmio, é o mínimo que posso oferecer ao meu próprio reflexo. Observar-se sem pressa é um ato de coragem: enxergar a delicadeza nos ossos, a força nas veias, a poesia escondida nos gestos cotidianos.
Florescer é não se obrigar a ser mais rápido que a própria vida. É permitir que a paciência me encontre, que o respeito por mim se assente como terra fértil, que minhas raízes cresçam sem alarde. Cada dia é um capítulo, cada cicatriz, uma letra, cada sonho guardado no peito, uma semente.
Quem se respeita floresce com dignidade, quem se pressiona murcha antes do tempo. E talvez o maior ato de coragem seja sorrir para si mesmo, no espelho, sabendo que cada fissura também é parte do desenho que só você consegue completar.
No fim, florescer não é competir com ninguém. É ser inteiro em si, com toda a intensidade de uma tempestade e a suavidade de uma brisa que atravessa folhas sem derrubá-las. É aprender que a própria vida, se observada com cuidado, já é poema suficiente.
(Douglas Duarte de Almeida)
- Relacionados
- Dedicatórias de Amor
- Dedicatórias para finalistas do secundário e do 4º Ano: frases que marcam uma nova fase
- Dedicatórias para Amigos
- Dedicatórias de Amizade
- Mensagens de aniversário motivacionais para celebrar conquistas
- Lembranças da infância: frases para celebrar e reviver momentos
- 28 poemas sobre a infância para reviver essa fase mágica da vida
