Dedicatorias de Amor de Madrinha para Afilhada
Sê paciente; espera que a palavra amadureça
e se desprenda como um fruto ao passar
o vento que a mereça.
Faz de mim, em tua memória, aquilo que lhe for mais conveniente.Mas lembre sempre, por favor, que estar inteira como estive me custou tudo o que eu tinha..
sinceramente eu gosto de você,
nós não escolhemos a quem gostar ou amar,isso acontece e é impossível negar.Somos pegos de jeito por esse tal de amor e isso foi o que aconteceu comigo e hoje você é o que me faz querer seguir a vida em frente,é o que me faz pensar de que um dia.
aah um dia todo será como eu sonho,
Tudo será melhor.
È o que me faz pensar que conseguirei achar uma solução para esses problemas que acabam sendo também inevitáveis.
Você pode ser o oposto de mim,pode ser aquele por queem nunca imagine me apaixonaar,mas na real nunca devemos dizer nunca,pq para o amor aconteceer nada é não existee pessoa certa ou errada e nem é impossível, mesmo que pareça!
então...
Estou aqui para dizer que...
Sinceramente eu gosto de você!
Sabemos que tivemos uma boa tarde quando, mesmo depois de ter anoitecido, o sol parece ainda não ter se posto.
Sou uma mulher,
um pouco menina...
Distraída,
Desastrada...
Amiga,
Sincera,
Às vezes tranquila e contente...
Depois tudo muda...
Constante...
Tento ser alguém em busca do meu melhor...
Mas tudo é complicado...
E raro...
Um amigo,
Um amor...
Sou assim
Quase sempre
Normal e feliz...
Nunca guarde em seu coração a raiva, a angústia, o ódio, a tristeza, pois seu inimigo se alimenta disto, de sua fraqueza.
Mesmo com sua alma dilacerada e seu coração partido, mostre alegria e sorria na frente de seu inimigo.
QUARTO SONETO DE MEDITAÇÃO
Apavorado acordo, em treva. O luar
É como o espectro do meu sonho em mim
E sem destino, e louco, sou o mar
Patético, sonâmbulo e sem fim.
Desço na noite, envolto em sono; e os braços
Como ímãs, atraio o firmamento
Enquanto os bruxos, velhos e devassos
Assoviam de mim na voz do vento.
Sou o mar! sou o mar! meu corpo informe
Sem dimensão e sem razão me leva
Para o silêncio onde o Silêncio dorme
Enorme. E como o mar dentro da treva
Num constante arremesso largo e aflito
Eu me espedaço em vão contra o infinito.
‘‘Os 6 Mundos são os lugares para aonde vc é enviado conforme as suas obras neste
mundo.... O primeiro mundo, é o inferno... oceanos de fogo, poças de sangue, montanhas
de agulhas... de medo após medos intermináveis...aqueles que caírem neste mundo,
sofrerão eternamente.... O segundo, é o mundo dos espíritos famintos... os que caírem
neste mundo, só terão pele e ossos, com o estômago inflamado... buscarão sempre por
comida e devorarão a carne morta... passarão a eternidade devorando sem parar.... O terceiro mundo, é o das bestas... nele, todos serão transformados em bestas, num mundo
onde o mais forte devora o mais fraco.... O quarto mundo, é Azura, o mundo da luta...
haverá sangue e morte, o tempo todo, neste mundo terão que ficar lutando dias após
dia sem nenhuma trégua.... O quinto mundo, é comandado pelas emoções... a felicidade,
o ódio e a tristeza, tornam instáveis, esse que é o mundo dos seres humanos.... O último
mundo, é chamado Paraíso... mas é um lugar onde um único pensamento, faz vc cair no mundo das bestas, dos espíritos famintos ou do inferno... portanto, é o lugar mais
perigoso....’’
Eu classifico São Paulo assim: O Palácio é a sala de visita. A Prefeitura é a sala de jantar e a cidade é o jardim. E a favela é o quintal onde jogam os lixos.
Em 1948, quando começaram a demolir as casas térreas para construir os edifícios, nós, os pobres que residíamos nas habitações coletivas, fomos despejados e ficamos residindo debaixo das pontes. É por isso que eu denomino que a favela é o quarto de despejo de uma cidade. Nós, os pobres, somos os trastes velhos.
“Para entender nós temos dois caminhos: o da sensibilidade que é o entendimento do corpo; e o da inteligência que é o entendimento do espírito.
Eu escrevo com o corpo.
Poesia não é para compreender, mas para incorporar.
Entender é parede; procure ser árvore.”
Agora só espero a despalavra: a palavra nascida para o canto-desde os pássaros.
A palavra sem pronúncia, ágrafa.
Quero o som que ainda não deu liga.
Quero o som gotejante das violas de cocho.
A palavra que tenha um aroma ainda cego.
Até antes do murmúrio.
Que fosse nem um risco de voz.
Que só mostrasse a cintilância dos escuros.
A palavra incapaz de ocupar o lugar de uma imagem.
O antesmente verbal: a despalavra mesmo.
Shakspeare, em sua obra "hamlet", perguntou se em primeira instância: ser ou não ser? Eis a questão! Diria então a Shakespeare, que prefiro não ser, prefiro apenas estar, e neste estado me fazer independe do sentido. Então estou, mas não sou, nem nunca serei.
A máscara que reveste vários não é falsidade ou desonestidade. Muitas vezes é apenas uma armadura que encobre os medos e fraquezas de uma alma confusa e só.
"Se eu fosse viver de poesia, estava na sarjeta. Trabalho intelectual neste país é sinônimo de vagabundagem"
Manoel de Barros, poeta, advogado e fazendeiro, em 29/12/1991, em entrevista ao GLOBO
Derrubar um governo tirânico com a ajuda militar é bom, derrubá-lo pela via parlamentar é melhor, derrubá-lo pela pura iniciativa popular é a perfeição da democracia.
Você não imagina o quanto a sua
amizade é importante para mim...
Obrigado por você existir!
Não importa se você é real ou virtual,
o importante é que você existe
para me dar o prazer da sua amizade.
Você me fez descobrir
que nada na vida
é mais importante
do que uma amizade
sincera e verdadeira...
